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Na briga do UNIX com o LINUX, quem ganha é o hardware

publicado por Rodrigo Oliveira

Atualmente temos visto uma tendência do passado, se revertendo.

Desde sempre, o hardware sempre foi o alicerce para criação e utilização do Sistema Operacional (seja ele UNIX ou outros mais). Em meados dos anos 80/90 com a criação do HPUX, AIX essa mesma visão se tornou ainda mais evidente, afinal só se conseguia utilizar um destes SO´s com a aquisição de hardware especifico.

Imaginem só, em 2004 uma máquina SUN tinha um custo aproximado de 250 mil dólares, necessitava de uma equipe  altamente especializada, ou seja, o custo era somatizado entre hardware, sistema operacional e a uma time de analistas para gerenciá-la, e por causa de um ambiente estável, nosso custo quase que triplicava (eramos obrigados á engolir a solução indicada pela empresas de hardware e software, e que neste caso eram a mesma).

Já no ano 2007 com a entrada do LINUX no ambiente de  produção das grandes comparações, este fato começou a se inverter, gerando assim o “EFEITO LINUX”.

Mas afinal, o que é o efeito LINUX?

Com o LINUX entrando para brigar diretamente com esses Sistemas Operacionais e a famosa Lei de Moore (que dobra-se a capacidade do sistema computacional á cada 2 anos), começamos a notar  que o mundo INTEL tem se mostrado superior até mesmo á maquinas RISC.

Junta-se portanto a capacidade do LINUX e máquinas INTEL para criar uma nova revolução no modelo de negócios destas grandes empresas (como é o caso de IBM, HP e SUN), e seus SO´s (AIX,HPUX e SOLARIS respectivamente).

Vamos á um exemplo:

Hoje temos máquinas INTEL com 32 processadores e 512 Gb de RAM ao mesmo custo de máquinas HPUX com capacidade 10x inferior, porém em máquinas INTEL temos a elasticidade sobre o S.O que queremos, além é claro da gerência e performance destes novos equipamentos.

Todos estes efeitos vieram do novo foco dado pelas principais empresas do ramo (HP e DELL), que  que até então criavam máquinas para médias empresas, estão nos últimos 5 anos focadas em grandes empresas, e mais ainda, criando um hardware cada vez mais robusto para aplicações cada vez mais exigentes.

Tenho visto em grandes empresas que a morte do RISC é cada dia mais certa, e automaticamente do UNIX (HPUX, AIX e SOLARIS), afinal o hardware tem se tornado cada dia mais um coadjuvante por conta da equalização das arquiteturas.

Quem imaginaria em meados de 2000/2005 termos uma máquina INTEL que se equiparasse á uma máquina RISC? Quem imaginaria ter um sistema operacional gratuito que tivesse os mesmas funções de estabilidade/escalabilidade e segurança de sistemas operacionais UNIX (AIX, SOLARIS)?

É justamente nestes comparativos de evolução que temos visto a verdadeira faceta do LINUX.

Mas o que nos resta hoje para chegarmos a uma decisão factível de migração total do RISC para INTEL? Acredito que falte apenas que todos refaçam seus cálculos quanto ás migrações dos legados e comecem a viver mais para o LINUX e a arquitetura INTEL.

Pensem no parágrafo abaixo, e tirem suas próprias conclusões.

Se até mesmo á IBM que antigamente vendia HARDWARE e o AIX, e que  nos últimos anos tem sido uma das principais apoiadoras do modelo LINUX e INTEL, o então será da arquitetura RISC?

Alguém ainda duvida desta evolução?

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Minimum Way

Autor

Bacharelado em Ciências da Computação pela Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), possuo 15 anos de experiência em Linux, e no mundo opensource. Atualmente coordenador da equipe LINUX, UNIX e STORAGE da NTUX Informática focado em projetos ligados á missão crítica. Certificações: LPIC1, LPIC2, LPIC3, RHCSA, RHCE, RHCI e ITIL v3 Linkedin: http://www.linkedin.com/pub/rodrigo-oliveira/25/905/b8 Contato: adt.rodrigo@gmail.com

Rodrigo Oliveira

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