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Gestão de Pessoas em Tecnologia da Informação

publicado por Milton Nunes de Oliveira

Gostaria de falar deste tema porque ainda vejo uma grande defasagem das empresas do Rio Grande do Sul comparando com o eixo Rio, São Paulo. Falando a priori de SP, as empresas focam em preparar gestores para dar subsídios para os profissionais de T.I., até mesmo para que esses profissionais tenham tempo para realizar suas atividades. O gestor é o profissional responsável pelos resultados financeiros e humanos dentro da estrutura, faz um trabalho de acompanhamento e com grande proximidade, é ele que vislumbra as oportunidades internas e se preocupa em desenvolver seus comandados de forma que fique claro que o crescimento é fundamental para qualquer empresa.

O Gestor moderno está à frente do relacionamento com o cliente, interno e externo, tem a visão ampla de sua estrutura e monta uma equipe responsável para que a infra seja mantida em sua plenitude, preocupa-se com a modernização do seu parque tecnológico sem que isso se torne um peso para o empresário, pois, acima de tudo, Tecnologia vem para trazer uma agilidade maior as empresas, quer tenham foco em T.I. ou não, a tecnologia está inserida no negócio, existe tecnologia, ela faz parte do negócio.

Por isso que o gestor tem que saber como seu time reage mediante os desafios e até mesmo pela grande oportunidade de ofertas que o mercado oferece hoje. No RS, os empresários banalizam o cargo de gestor, ofertando o mesmo de uma forma que não condiz com o cargo e sim com a necessidade da empresa, o fato de anunciar uma vaga de gerente, mas com foco em um perfil de analista, faz com que atraia profissionais mais pelo nome da vaga do que pela atividade propriamente dita, outro exemplo é o salário oferecido pela empresa, que não condiz com o cargo de gerente, ficando claro que mascara a real necessidade.

O gestor não realiza comando em equipamentos, ele simplesmente comanda quem dá o comando, ou seja, tem que ter uma equipe para gerir e com foco na sua equipe e não um analista que cuida da infra e cuida de pessoas, é necessário humanizar a T.I. de uma forma que seja além de vital, mais uma peça de relação com todas as áreas em prol do negócio derrubando os paradigmas criados pelos profissionais mais antigos que não se relacionavam e simplesmente transformavam o usuário em um peso em sua vida profissional.

É importante ter a visão que, da mesma forma que o financeiro, o marketing, o comercial a produção e etc…, a área de tecnologia necessita de um gestor que será o mediador entre sua área e as demais da empresa, buscará soluções que atendam a todos e que agregue de uma forma construtiva e saudável para todos que da tecnologia usufruem.

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Autor

Com mais de 10 anos de experiencia em gestão, atualmente responsável por um ambiente tecnológico de alta complexidade e que exige alta disponibilidade. Um profissional com grande facilidade na execução de gestão de relacionamento com clientes internos e externos e gestão de crise. Como destaque os pontos fortes, liderança, capacidade de mobilização e de entrega do grupo, sempre priorizando o profissional aliado com os objetivos da empresa.

Milton Nunes de Oliveira

Comentários

4 Comments

  • Milton,

    Gostei principalmente da frase “O gestor não realiza comando em equipamentos, ele simplesmente comanda quem dá o comando”.

    Parabéns pelo artigo.

    • Boa, porém tem caso que o comando sai errado, e ao perguntar o que houve, a maioria diz “não sei foi você que mandou dar esse comando” riss

    • Caro Aldo,

      Primeiramente obrigado pelo seu comentário, mas, com relação ao mesmo tenho a seguinte opinião:

      Quando um analista após executar um comando que originou uma indisponibilidade informa que ele não sabe o que ocorreu, com certeza ele não tem a maturidade sufuciente para exercer a sua função. Cada vez mais, da mesma forma que o gestor atua de uma forma abrangente dentro de sua função, espera-se de um analista que, ele tenha o profissionalismo suficiente para antes mesmo de qualquer ação, alertar os riscos que a mesma apresenta. Cabe ao gestor analisar se valerá apena sim executar a ação mas com o risco conhecido.
      O mercado hoje não tem espaço para profissionais que não tenham maturidade, precisamos de consultores técnicos, pois, se o gestor tiver que avaliar cada ação técnica no detalhe, ele com certeza estará perdendo oportunidades de negócio, de atualizar o parque tecnologico, de poder achar soluções para promoções e treinamentos e por aí vai.

      Grande abraço.

      Milton

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