Profissões em transformação

por Fabio Pereira da Silva
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Figura - Líderes da indústria da tecnologia juntam forças para aumentar previsibilidade no licenciamento open source

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Quando comecei a trabalhar em arquitetura de tecnologia tive muito contato com a área de desenvolvimento, programação e novas tecnologias.

Com a transformação digital na boca de cada pessoa de TI, perpetuando e ecoando a até ficar chato de tanto ouvir foi umas das transformações que vi.

Antigamente chamavam de consultor, algumas empresas ainda chamam. Outras chamam de pré-vendas. Mas o que mais tem se falado segue abaixo:

Arquiteto: Um arquiteto de solução, de cloud, de software ou de infraestrutura é o cara que necessariamente esteve na linha de frente de um desenvolvimento de software ou atuando em infraestrutura por muito tempo e naturalmente evoluiu na área. Atua primariamente na construção de soluções baseadas nas necessidades do negócio, fazendo uso dos serviços e recursos tecnológicos já existentes na empresa. Outro objetivo é o de alinhar novas soluções aos princípios arquiteturais já definidos, respeitando os padrões e integrações da empresa. Ele é o elo entre a área de negócios e a área de implantação e projetos atuando no desenho do projeto. Em alguns casos ele atua em POCs (provas de conceitos) em melhorias contínuas.

O velho e bom cara de ITPro tem se transformado.

Devops: É o novo e transformado ITPro. Além dele melhorar a produtividade automatizando ambientes tradicionais de virtualização ele é o cara que coda e desenvolve scripts e orquestração para subir ou realizar deploys de infra e plataforma como serviço. Seja ela em AWS ou Azure ou Openstack ou VMware ou HyperV ou Linux. Desde que orquestre, use serviços que automatize o ambiente que ele esteja proposto a fazer. Em resumo ele coda em infra.

DesignUX: User eXperience. É o cara que vai realizar os testes de experiência de um usuário. Exemplo: Ele vai pegar um celular e testar o App que foi desenvolvido e sentir o que o usuário sente analisando se ficou bom ou ruim. É um papel preponderante para saber se o App vai ter sucesso ou não. Veja como é fácil de usar Whatsapp e Facebook.

Developer Frontend: É o cara responsável pela interface web. Ele projeta e constrói e otimiza toda frente de desenvolvimento. Em resumo HTML, Javascript, CSS, web standard, SEO (Search Engine Optimization). Obviamente este cara tem que manjar de programação e ele tem facilidade em desenvolver com um viés de design.

Developer backend: É o cara por traz das “cameras”, ele que faz as ligações do que o Frontend projetou. Interage o que o é coletado recebendo os dados, programando as regras de negócios, api, desenvolvendo scripts e códigos um pouco mais complexos com conexões com o banco de dados e com outros sistemas e webservices.

Fullstack developer: Bem, este é o cara, ele trata tanto do frontend e do backend. É o cara mais completo.

Hoje em ambiente Ágil tem se dividido muito as tarefas de desenvolvimento tornando-as mais segmentadas.

Empresas maiores estão nesta mudança e também se dividido e segmentado justamente pela agilidade na entrega.

Uma pitada de segurança neste meio vem com otester ou robôs que analisam o cádigo que o front e o back desenvolveram buscando vulnerabilidades para tonrar os projetos mais seguros.

As corporações contratam empresas pentesters ou sistemas baseados em OWASP.

Um dos meus favoritos é da Qualys. https://www.qualys.com/

Analista de Segurança da Informação: Este irei resumir bastante mas muito é uma peça chave. Ele analisa os riscos dentro de um compliance, garante a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade dos dados da empresa.

Dentro de segurança da informação temos a área ativa onde a atuação pelo nome já fala por si, atuando em firewalls, pentest, vulnerabilidades e na segurança dos dados.

A segurança passiva é mais nos compliances da corporação garantindo as políticas, plano de continuidade e que toda documentação criada seja cumprida pelos funcionários e fornecedores.

Claro que tudo que mencionei pode mudar daqui 3 ou 4 anos.

Os níveis de conhecimento garantem que o RH segmente salários e benefícios levando-se em conta as políticas de cargos Junior, pleno e sênior de cada corporação.

Espero que tenha esclarecido o tema: as profissões em transformação.

Até mais pessoal.

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