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Inteligência Emocional – Um caminho para o desenvolvimento

publicado por Tiago Garbim

“Uma mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará a seu tamanho inicial” – Albert Einstein

A capacidade criativa de uma pessoa é determinada por seu poder de expandir sua mente a novas idéias e esboçar na mente de outros sua exata forma e propriedade.

Um gênio produz coisas grandiosas, grandes gênios fazem disso um sucesso.

Um exemplo disso é o que ocorreu com a Apple na década de 70. Em 1963 um jovem de 13 anos teve uma grande idéia, e criou o primeiro computador pessoal. Este jovem foi capaz de mudar a visão do mundo e deixá-lo como o conhecemos hoje, computadores pessoais, tablets e celulares.

Quem era este jovem? Steve Jobs? Bill Gates? Herman Hollerith? Não.

Esta pessoa foi Steve Wozniak. Poucos o conhecem, mas foi o seu projeto desenvolvido aos 13 anos de idade que se tornou a base técnica para o desenvolvimento do primeiro computador pessoal.

Mas por que quando falamos da Apple lembramos de Steve Jobs?

A resposta não é tão clara quando falamos de Jobs, pois um fato conhecido por todos é seu temperamento inconstante e uma grande dificuldade de lidar com pessoas, principalmente com seus liderados. De certa forma, em alguns aspectos Jobs ultrapassou a gama da inteligência racional e permeou em alguns momentos nos âmbitos da inteligência emocional.

Ao fazer isso, Jobs criou na mente de outros a capacidade de esboçar suas idéias, ou melhor, as idéias de Steve Wozniak. Este é um grande exemplo de que a inteligência racional na maioria das vezes está condicionada a inteligência emocional.

Consegue imaginar se Jobs tivesse conquistado isso gerando um significado maior em seus colaboradores, com maior compreensão e lidando melhor com conflitos? Talvez hoje teríamos “Gadgets ainda mais evoluídos”!

Em diversas situações, não precisamos pensar em fazer algo que nunca ninguém inventou ou fez, mas em como esboçar suas idéias de forma a torná-las atraentes e claras na mente de outros. Conseguir isto não é algo simples, mas tampouco complicado.

Não se trata de tecnologia e cálculos, psicologia ou química, mas se trata de algo muito simples: “Ser um ser humano”. Quando falamos de um ser humano, falamos de um ser capaz de traduzir seus pensamentos ou suas emoções em ações.

As emoções são responsáveis por desencadear sentimentos ou tensões em nosso corpo, e por mais que tentamos disfarçar, estes se mostram em evidência por meio de tremores, “frio na barriga”, choro, risos, arquear as sobrancelhas, franzir a testa, e muitos outros movimentos que já experimentamos.

A palavra emoção provém de duas palavras latinas – ex movere –  que significam “em movimento”. Faz todo o sentido, sendo que uma emoção é um “conjunto de reações corporais”. Nós somos movidos por emoções, independente se estamos em nosso lar ou em nosso trabalho.

São a essas emoções que me refiro. Nossas atitudes na maioria das vezes são influenciadas pelas nossas emoções ou pelas de outros, gerando resultados que nem sempre são esperados ou que vai além do imaginado. Isso depende de como você lida com elas.

Se conseguirmos desenvolver a capacidade de entender as emoções de outros e usá-las para impulsionar nossas idéias criativas, gerindo conflitos e transformando divergentes opiniões em oportunidades de reavaliação e recriação, estaremos ultrapassando os limites da inteligência racional e passaremos a adentrar na mais inteligente das inteligências, a emocional.

A inteligência racional é capaz de estimular uma mente brilhante, a sua.

O exercício da inteligência emocional é capaz de estimular, potencializar e até recriar uma idéia, através de várias mentes brilhantes trabalhando no mesmo sentido, em prol de uma idéia criativa, que poderá ou não ser a sua.

Aos que entendem que isso faz sentido, deixo este legado de conhecimento chamado “Inteligência Emocional” que considero muito importante para a recriação de um profissional de sucesso, e tenho certeza que se bem entendido, será assim como para mim, um grande caminho ao desenvolvimento.

Uma mente que se abre a uma nova idéia… *se dotada de emoções… jamais voltará a seu tamanho inicial. – Albert Einstein

* Agora com uma pequena contribuição minha!

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Autor

Experiência focada no mercado de Data Center, Cloud Computing e Serviços de Tecnologia da Informação. Nos últimos 10 anos participou do startup das áreas de transmissão de dados na Canbras TVA e Vivax. Nos últimos 6, esta a frente da direção das áreas de operações e projetos como COO da Ascenty. Tiago é formado em Sistemas da Informação e pós-graduado em Gestão de Projetos pela Escola de Engenharia Mauá.

Tiago Garbim

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