Cloud Computing

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Cloud Computing, Migrar ou não?

publicado por Leandro Stok

Primeiramente temos que entender o que é Cloud Computing ou computação em nuvem.

O termo refere-se à idéia de utilizarmos, independente de plataforma, as mais variadas aplicações através da internet, como se estes estivessem instalados em nossos próprios computadores.

Existem 3 (três) tipos de Cloud Computing:

• Public Cloud
• Private Cloud
• Hibrid Cloud

Neste artigo vamos ar prioridade e detalhar o Private Cloud.

O mercado atual, dentro do conceito de centralização de aplicativos e compartilhamento das informações de forma segura, têm investido em tecnologia da informação (Ti) com a finalidade de melhora na qualidade e no controle de seus serviços, diminuição do TCO (Custo total de propriedade) e obtenção mais rápida do ROI (retorno de investimento). Assim o Cloud vem para ajudar a atender estas premissas.

Antes mesmo que qualquer planejamento de migração para Cloud é necessário avaliar alguns pontos, tais como:

1. Procurar por uma empresa certificada em virtualização, para auxilio e definição do escopo do projeto;

2. Quantidade de servidores físicos a serem virtualizados;

3. Análise dos hardwares dos servidores que vão receber a estrutura virtualizada, se comporta a quantidade de servidores virtuais;

4. Verificar a massa de dados para definição de aquisição de Storage; (lembrando que para a utilização completa das funcionalidades da virtualização é necessário um storage)

5. Analise da arquitetura de rede, lógica e física;

6. Analise das aplicações, como a necessidade de utilização de CPU, memória e I/O de disco e de rede;

Após analisar cada um dos pontos acima, se torna possível iniciar o plano estratégico de migração, que entre outros aspectos, define quais servidores estão aptos para receber a infraestrutura de virtualização e quais devem permanecer como servidores físicos.

Vantagens da Virtualização

Ambientes virtualizados podem oferecer inúmeras vantagens as quais não seriam possíveis em uma infraestrutura de servidores físicos, como por exemplo:

1. Flexibilidade na criação de servidores para tarefas simples (3 cliques temos um servidor novo);

2. Crescimento da estrutura física linear;

3. Criação de uma estrutura de homologação, sendo copia fiel da estrutura de produção;

4. Redução drástica de custos em hardware, energia, espaço entre outros;

5. Constante load balance dos servidores, eliminando o conceito de cluster, que se torna de difícil instalação e gerenciamento;

6. Conceito de ‘Resource Pool’;

Podemos concluir, ao longo de anos desenvolvendo projetos de Cloud, que migrar para uma estrutura em private cloud é garantir inúmeras vantagens se comparada a estrutura física, contudo o projeto deve ser elaborado por profissionais qualificados.

A má definição inicial pode acarretar diversos problemas, como o servidor físico não suportar a estrutura virtualizada, a estrutura ficar inoperante ou até mesmo a se tornar absolutamente lenta.

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Autor

Formado em Ciências da Computação pela Universidade São Judas Tadeu e pós graduado em Redes de computadores e segurança pela mesma instituição. Professor universitário na instituição UNINOVE, com atuação na área de ensino por mais de 10 anos, lecionando nas seguintes materiais principais: Redes de computadores; Segurança da informação; Projetos entre outros Gerente Operacional da empresa IWISE, trabalhando com implantação de projetos de virtualização VMWARE, interligação de filiais através de VPN, migração de servidores para Cloud e Business Intelligence. contato: lstok@iwise.com.br site: www.iwise.com.br twitter: @Lstok facebook: leandro stok linkedIn: leandro stok

Leandro Stok

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