Carreira

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CERTIFIQUE-SE… que conhece as pessoas certas!!!

publicado por Mauricio Veneroso

Não, não… não estou falando de certificações tecnológicas. O ponto aqui é outro:

Conhece alguma empresa que tem um programa de avaliação periódica do currículo de seus próprios colaboradores?

Acredito que não!

Dizem que a regra para essa atitude é bem simples de entender. Essa avaliação tem importância secundária perante as atividades e processos do dia a dia da empresa.

Como já discutido e exposto em diversas publicações, o currículo de uma pessoa serve como propaganda do produto chamado “profissional”.

E quando se trata desse “produto”, uma vez “adquirido” parece que aquela “propaganda” e lista de habilidades e qualidades deixa de ter importância para quem comprou.

Analogamente é como se um consumidor qualquer adquirisse um produto super completo e complexo (como é o caso do ser humano), com diversas habilidades, potencialidades e fragilidades, e que pela natureza do “produto”, fica muito difícil para aquele “consumidor” conhecer e experimentar todas as características desse “produto” adquirido.

Até mesmo as buscas por aprimoramentos e aumentos das habilidades, tais como formações profissionais, certificações e outros cursos, que são feitos pelo profissional, não tem valor nenhum além de facilitar o seu próprio dia-a-dia se o próprio profissional não se preocupar em continuar fazendo a propaganda (das habilidades que tinha e que adquiriu) dentro e fora da organização em que trabalha.

Sem propaganda, o profissional não conseguirá se vender nem internamente e nem externamente.

Assim como ocorre na famosa lei do mercado consumidor, de oferta e procura, as necessidades primárias do ser humano (e porque não das empresas) muitas vezes são minimizadas pelas necessidades secundárias. Tudo é uma questão de propaganda.

E podemos explicar propaganda de maneira bem simplificada. Veja só:

Quem nunca comprou um produto que não sabia que existia e muito menos que precisava, mas que a partir do momento em que viu a propaganda passou a enxergar tal produto como um bem essencial para a sua sobrevivência?

Tudo leva a crer que a receita de sucesso no mercado de trabalho é a mesma. As necessidades deixam de ser classificadas em primárias ou secundárias, mas em necessidades “com prioridade/ com oportunidade” ou necessidades “sem prioridade / oportunidade que pode ser vista no futuro”. Essa classificação depende essencialmente em “vender o peixe” de maneira correta.

É sabido que dentro das empresas, a mecânica da relação líder x liderado é a do líder extrair do liderado o máximo possível pelo salário que o liderado recebe e tentar prorrogar essa situação por mais tempo possível. Como se fosse uma máquina em que se pudesse postergar a depreciação e o desgaste da mesma.

E quem não é liderado nessa vida?

Pense bem: até mesmo o acionista de uma empresa, o “manda-chuva” acaba sendo um liderado pelo mercado consumidor.

Portanto, se não partir de você fazer a propaganda constantemente sobre suas qualidades, experiências e potenciais, encontrando as pessoas certas e transformando dentro delas as necessidades secundárias (te dar um aumento ou promoção) em necessidades primárias, dificilmente haverá algum movimento nesse sentido.

Quanto ao mercado externo à empresa em que você atua, é um pouco mais difícil fazer essas transformações se você não tem uma rede de relacionamento profissional também com as pessoas certas. Elas serão os seus agentes transformadores de necessidades dentro das organizações em que elas atuam (assim como você tem que fazer o mesmo por elas).

Esse modelo é o mesmo utilizado no marketing direto. É como se você tivesse uma série de produtos (você e os contatos de sua rede de relacionamento) e ficasse constantemente identificando e criando necessidades que se encaixassem nas habilidades e qualidades dos seus produtos, “oferecendo-os” dentro do mercado consumidor em que você atua (a empresa em que trabalha).

Você faz por você e pelos outros e eles fazem o mesmo. Esse é o caminho.

Basta seguir essa única regra:

CERTIFICAR-SE…. que conhece as pessoas certas!!

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Minimum Way

Autor

Mauricio Veneroso tem mais de 20 anos de experiência na área de TI sendo mais da metade no mercado de telecomunicações. Trabalhou em diversos projetos de desenvolvimento de sistemas. Nos últimos 5 anos sua atuação tem sido voltada para ITSM atuando como Consultor de TI, estruturando equipes de suporte, níveis de serviço e definindo processos de melhoria contínua redefinindo inclusive metodologias de desenvolvimento de sistemas, participando da elaboração de SoWs, RFPs e RFIs para assegurar transições para os times de produção, suporte e sustentação de sistemas com o menor impacto possível para as áreas usuárias e para os times de suporte.

Mauricio Veneroso

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