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Jogar bingo ou não no Brasil

publicado por Equipe da Redação

Como anda o empasse que irá decidir, ou não, o retorno das casas de bingo ao território brasileiro. Vamos jogar bingo ou não no Brasil? Quem nunca sentiu a emoção de gritar bingo antes?

Seja na forma de jogo de azar ou de maneira lúdica, em casa, o jogo do bingo faz parte da cultura brasileira há muitos anos. Tão presente nesta cultura, que ainda podemos ver o jogo em atividades escolares consolidadas no ensino fundamental e como atividade de grupos de idosos.

Assim, o bingo teve um destaque muito grande em nosso país, na forma de jogo de azar, movimentando um mercado bem concorrido. Grandes casas de bingo agitavam as noites de centros metropolitanos brasileiros e assim como os antigos cassinos, faziam parte do entretenimento da alta sociedade brasileira.

Jogar bingo e o potencial do mercado

Certamente, o bingo abriga um mercado com um potencial imenso de arrecadação de impostos, geração de emprego e aquecimento do ramo turístico. Apesar do sucesso, todo esse furor chegou ao fim com a proibição dos jogos de azar em território nacional em 1946.

Atualmente, o assunto voltou com força através da especulação do governo em permitir novamente a exploração dos jogos de azar, o que inclui os bingos. Este novo folego na historia dos bingos, trouxe um novo capitulo aos ansiosos empresários do ramo, mas ao mesmo tempo, levanta uma grande discussão moral, politica e econômica.

O governo e a liberação de bingos

A posição do governo é favorável à liberação, defendendo diversos pontos que podem trazer benefícios ao país, como por exemplo:

  • Crescimento na economia;
  • Grande possibilidade de arrecadação de impostos;
  • Geração de emprego;
  • Aquecimento do mercado turístico;
  • Combate à clandestinidade e a lavagem de dinheiro;

Contando com o apoio e promessas de investidores do exterior, o governo tem uma grande projeção de investimentos internacionais no setor, aquecendo a economia em um momento crucial. O controle da arrecadação de impostos também é um ponto onde o governo quer manter um controle maior.

A liberação de bingos

Como sabido, nesses momentos as regulamentações focadas em jogatinas e bingos, estão sendo criadas. No entanto, segundo o projeto de Lei 2944/04, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados e regulamenta a exploração dos jogos de azar no Brasil, 17% dos impostos arrecadados têm destino certo. Setores como saúde e educação seriam beneficiados por esta fatia dos tributos destina a área social de nosso país.

Aliás, estima-se, que com a liberação dos jogos de azar, os cofres públicos passarão a arrecadar mais de R$ 6 bilhões por ano, de acordo com a Associação Brasileira dos Bingos, a Abrabin. O projeto de lei, também estipula uma taxa de aberturas de casas de bingo e jogos de azar proporcional a quantidade de população.
Sendo assim, uma casa de jogo pode ser aberta a cada grupo de 150 mil habitantes por município, com uma distancia mínima de 500 metros de escolas e instituições de ensino. A modo de exemplo, a cidade de São Paulo, com seus 11 milhões de habitantes, pode abrigar cerca de 73 casas de jogos.

O outro lado da moeda

Em contrapartida, existe um movimento que contesta a maior parte desses pontos, alegando que seria apenas uma questão de “tirar de um lado e colocar do outro”. Uma forte resistência também está presente na bancada evangélica do governo, com um discurso de apelo a moral a aos bons costumes em favor de manter a proibição.

As condições impostas para aprovação pelo movimento contrário seriam que seja aplicada uma forte fiscalização e prevenção da criminalidade associada à corrupção e lavagem de dinheiro.

Um dos grandes medos da liberação seria a incapacidade das forças, em fiscalizar este tipo de empreendimento, que na teoria abre diversas brechas para a lavagem de dinheiro.

Outra condição seria o reforço da carga tributária aplicada ao setor, visando à aplicação desses impostos em áreas de desenvolvimento social e serviços públicos.

O que esperar?

Nesses momentos, não se pode negar que a expectativa no setor é alta. Certamente, investidores estrangeiros acompanha de perto o tramite das decisões e aguardam ansiosamente uma janela de atuação.

Segundo o governo, um ponto importante da liberação seria dar aos estados a autonomia de permitir ou não a instalação deste tipo de estabelecimento em seus territórios. Ficaremos no aguardo dos novos capítulos dessa historia com cartelas na mão. Por enquanto, sabemos que a autorização para abrir um bingo somente é possível com fins beneficentes como foco.

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