Redes & Telecom

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Critérios para tomar decisões sobre infra-estrutura de redes

publicado por Marcos de Araujo

Sob qualquer prisma, um gestor de TI hoje precisa estar alinhado com as unidades de negócios da empresa em que trabalha, partilhando da estratégia, metas e objetivos da corporação para curto, médio e longo prazo. De uma maneira geral podemos dizer que os principais pontos são:

QUEM são os provedores da solução e os clientes (levando-se em consideração todos os possíveis times que trabalham em um projeto – telecomunicações, desenvolvimento de sistemas, produção, etc. – que pode ser um fornecedor interno ou externo, mas que de qualquer forma deve ser qualificado (Correta alocação de conhecimento e métricas de qualidade estabelecidas).

ONDE deverão ser alocadas as soluções – preocupação com infra-estrutura (redes, segurança, servidores (e-mail, banco de dados, Internet, etc.), telecomunicações, ferramentas de controle e desenvolvimento, etc., ou seja, a alocação da plataforma tecnológica de uma maneira geral, partindo do sistema operacional e maquinas sob o prisma de logística, distribuição de processamento e topologia.

PORQUE implementar a solução. Esta premissa vai de encontro ao saber detalhes sobre o business, o mercado e a estratégia adotada.

QUAL tecnologia adotar em detrimento de outras, baseado em critérios de inovação, tendências de mercado, facilidade de suporte e contratação de serviços, flexibilidade, escalabilidade e confiabilidade da plataforma tecnológica.

QUANDO deve-se implementar a solução. Ter clara visão das restrições e timing de mercado / produto. Só aplica-se tecnologia para movimentar o business e gerar lucro. Este processo esta intimamente ligado a visão e missão da empresa e a permanência de longo prazo da cia no mercado.

COMO fazer acontecer a estruturação do projeto de TI – Respeitar o Plano Diretor de Informática, planejamento claro e preciso dos projetos, metodologia aplicada e best practices adotadas via benchmarking no segmento e pesquisa de novas soluções.

QUANTO GASTAR – clara definição das restrições financeiras do projeto e dos ganhos previstos. As vezes o atraso no projeto ou a não antecipação do termino do mesmo visando economia na compra de serviços e equipamentos não justifica a perda de volume de negócios que não se realizam pela não implementação da solução.

De qualquer modo, controlar uma infra-estrutura de TI requer cuidados, adequação de tempo e recursos e muito planejamento. Ainda que complicada, uma infra-estrutura bem planejada, flexível e confiável é indispensável nos dias de hoje.

Problemas como degradação de serviços, falhas de segurança, etc., são prejuízos certos para o negócio, mas, mais grave que isso, é a infra-estrutura inadequada, que não responde as inovações e exigências necessárias do negócio.

Cabe ao gestor de TI, bem como aos demais tomadores de decisões, a priorização e o planejamento detalhado do business e conseqüentemente da infra-estrutura tecnológica necessária para que se possa obter o sucesso desejado na realização dos negócios da corporação.

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Autor

Marcos de Araújo - Executivo Sênior, possui 34 anos de experiência profissional, dos quais 17 anos em posições executivas, gerenciando áreas tais quais Gestão de Demandas/Portfólio, Escritório de Projetos e Programas, Tecnologia da Informação, Governança de TI, Mapeamento e Gestão de Processos, Planejamento, Relacionamento com o Negócio, Desenvolvimento de Produtos, Consultoria, Outsourcing, Security & Risk e Data Analytics. Atuou em projetos nacionais e internacionais relacionados à implantação de sistemas, processos e novos produtos, bem como a mudanças organizacionais em empresas multinacionais tais como EY, Deloitte, Fidelity, Hewlett Packard, Deutsche Bank (Maxblue), American Express, Paramount Lansul, Ciba-Geigy, dentre outras. Como consultor empresarial, atendeu clientes tais como McDonald's, C&A, Petrobras, Machado Meyer, Fotoptica(Grandvision), TSYS, Telefônica, Anglo American, Billabong, Tecsis, Hewlett Packard, Dow Chemical, Unilever, Bimbo, Nestlé, AVX Electronics, dentre muitos outros. É graduado em Administração de Empresas com ênfase em Análise de Sistemas (FASP-1993), especializado em metodologia do ensino (FECAP-1996) e pós-graduado em Administração da Qualidade (FECAP-1997). Especializou-se também em Management (Mauá-1998) e MBA Executivo em e-Business (ESPM-2003). Especializado em Project Management pela Bentley University (2017) e Mestrando em Administração de Empresas com foco em Gestão de Portfólio, Programas e Projetos e o Alinhamento Estratégico Organizacional (2017-2018). Consultor empresarial e instrutor de diversos cursos gerenciais e técnicos ministrados no Brasil, atuou também como professor na pós-graduação em Gestão de Projetos do SENAC e na pós-graduação em Gestão de TI da Uni-Anhanguera. É ex-professor universitário da FIT, FASP, Uninove e Trevisan Escola de Negócios.

Marcos de Araujo

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