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A importância da inovação no pós-crise

publicado por Thaina Carvalho

 

Inovação Pós Crise

Inovação Pós Crise

No auge de nossas discussões sobre como melhorar a performance de campanhas, a experiência do cliente, reduzir custos e churn, a vida nos surpreende com uma pandemia que promete deixar grandes impactos também na saúde das organizações e da economia global. O mundo parou para cuidar de se manter vivo e pouco se sabe sobre como vamos recuperar semanas ou até meses de estagnação, mas uma coisa é certa: precisaremos rever nossas estratégias, pois o cenário e as necessidades serão diferentes das atuais.

Stalimir Vieira – criativo publicitário que dirigiu a criação em agências como DPZ, W/Brasil, Bates e DDB –  em seu livro O raciocínio criativo na publicidade, fala que “a qualidade de seu trabalho será diretamente proporcional a seu esforço em obter informação e sua habilidade em combinar dados”. A resposta estará nas organizações: em seus clientes, produtos, processos, fornecedores e colaboradores, e a solução sairá da forma como será combinada essa massa de recursos e dados para propor soluções que gerem resultados realmente efetivos. 

Nunca foi tão importante ser criativo, ter uma cultura centrada no cliente e orientada à inovação. Empresas com processos de gestão do conhecimento mais maduros, que somarem isso a escuta atenta da necessidade atual do cliente, poderão propor inovações em seus produtos, processos, cadeia de suprimentos ou até em seus modelos de negócio, para se aproximar das novas demandas e necessidades que surgirão no pós-crise. Talvez essa será uma oportunidade para muitas empresas se reinventarem e até serem mais lucrativas.  

Criar e inovar no pós crise

Criar e inovar no pós crise

No centro da crise já existem exemplos interessantes de inovação aberta. É o caso da telemedicina – atendimento online para evitar superlotação em hospitais – que algumas empresas do segmento de saúde implementaram recentemente, mudando seu processo de atendimento, ainda que de forma emergencial, usando a tecnologia a favor dos pacientes. Outro case interessante é o do Ifood que criou um novo processo para a entrega das refeições, evitando o contato físico entre o entregador e o consumidor, para reduzir possível contágio entre os dois. Assim, de forma criativa, empresas vão inovando e propondo soluções para seus cliente, mantendo sua operação ativa e entregando valor efetivo.

A resposta não será óbvia. Será necessário um olhar atencioso para o ambiente interno e externo á empresa, afinal pouco se sabe o quão intenso será o impacto de uma reclusão geral, comércios parados e a diminuição de faturamento impactando a maior parte do mercado ativo. Mas como cita Charles Darwim: “Na longa história da humanidade (e dos animais), prevalecem aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar de maneira mais eficiente”. A adaptação às reais necessidades do cliente, será a chave para uma recuperação sustentável.

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Autor

Thaina Carvalho é Publicitária, Tecnóloga em Criação e Pós-Graduada em Marketing pela FGV. É defensora e atuante do Customer Centric Marketing, conduzindo negócios e estratégias com foco no Cliente. É especialista em mercado B2B, atuando principalmente nos pilares de Branding, Comunicação Integrada e Performance. Passou por grandes Startups como Gerente de Marketing, nos segmentos de Meios de Pagamento, Franquias e Fintechs. É colunista do portal TI Especialistas desde 2014. #Marketing #CustomerCentricMarketing #Branding #PosicionamentodeMarca #CustomerExperience

Thaina Carvalho

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