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Modelo OPENSOURCE focado nos seus erros e acertos

publicado por Rodrigo Oliveira

Desde a sua criação em meados de 1991, o Linux tem ser tornado um grande vertente de evolução, onde os mais diversos equipamentos (como é o caso de geladeiras, smartphones, roteadores, etc) vem utilizando-o e focando no que realmente interessa.

O Linux é apenas um modelo do que o OPENSOURCE  se tornou na vida de todos, pois criou uma estrutura jamais vista, e antes mesma apenas imaginada por Richard Stallman (e outros xiitas).

Pois bem …

Hoje observo que em grandes empresas é consenso,  que o nível de maturidade do Linux e de algumas ferramentas construídas no mesmo molde se igualou, ou mesmo a ultrapassou ferramentas proprietárias (é o caso do servidor web apache, que representa hoje 90% de todos os sites da internet, contra 5% apenas o iis).

Embora o LINUX e o mundo OPENSOURCE evolua constantemente, temos brechas que á cada dia parecem ser maiores  e mais distantes de uma solução simples e imediata (é o caso do servidor de e-mails EXCHANGE) – onde ainda não possuímos uma solução que faça frente ao servidor de e-mail da MICROSOFT.

Podemos ser extremistas e dizer que algumas soluções aproximam ou mesmo são melhores, mas há de se convir que a MICROSOFT tem feito um ótimo trabalho, e que há um grande grau de maturidade para percorrermos até que cheguemos há alguma solução que se aproxime.

Mas este não é um caso único, pensem em banco de dados? Qual solução que temos que se aproxima da ORACLE? Qual solução para ERP, e que se aproxime de um SAP?

Todos estes casos nos mostram que a evolução (e não revolução) do modelo OPENSOURCE, tem ainda uma grande estrada á ser percorrida, criando não só um alicerce, mas um universo de ferramentas.

Embora eu tenha dito que o modelo do LINUX apresente erros, na verdade se trata de direcionamento, afinal temos uma linha tênue entre a criação de ferramentas que se consolidam e se tornam grandes e outras que são epenas forks “recriação do mesmo” (criados por causa de brigas internas, de pensamentos divergentes, etc – é o caso do MARIADB, após os problemas envolvendo o seu criador e a aquisição do MYSQL-AB pela ORACLE).

E como resolver um problema de forma simples? Simples, não dá. No mesmo molde que criamos as soluções, também geramos problemas que não resolvidos com gritos, choros ou mesmo discussões de foruns. Há de se convir que comunidades e conceitos como o adotado pela FEDORA, são exemplos á seguir,  comunidades estas que traçam um porque, um exemplo, e determinam para onde todos deverão convergir.

É fato de que no mundo OPENSOURCE não falta criatividade, não falta mão de obra, o que falta é a gerência em busca de um resultado único, de um resultado que cause algum sentido na vida dos verdadeiros usuários.

Um exemplo claro são as distribuições LINUX, que há alguns anos eram dezenas e até centenas e que hoje, não sobraram mais que três distribuições que realmente fazem a diferença. E onde estão as demais? Acabaram caindo no esquecimento ou que foram “engolidas” pela falta de objetivo claro.

Para a comunidade resta apenas uma frase: “Foco no que realmente é importante, foco nos projetos que criam interesse e que realmente façam a diferença, pois a revolução vem do lápis e não do papel”.

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Autor

Bacharelado em Ciências da Computação pela Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), possuo 15 anos de experiência em Linux, e no mundo opensource. Atualmente coordenador da equipe LINUX, UNIX e STORAGE da NTUX Informática focado em projetos ligados á missão crítica. Certificações: LPIC1, LPIC2, LPIC3, RHCSA, RHCE, RHCI e ITIL v3 Linkedin: http://www.linkedin.com/pub/rodrigo-oliveira/25/905/b8 Contato: adt.rodrigo@gmail.com

Rodrigo Oliveira

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