Cloud Computing

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O céu não é mais o limite, e sim, a plataforma de lançamento! Seja bem-vindo à Era do Cloud Business!

publicado por Diego Salim De Oliveira

O céu não é mais o limite, e sim, a plataforma de lançamento! Seja bem-vindo à Era do Cloud Business!Nos dias de hoje, o céu não é mais o limite, e sim, a plataforma de lançamento, as bases para a construção de novas empresas, o trampolim para alavancar seus negócios.

Na realidade, não o céu, mas as nuvens!

Claro que estou me referindo à Computação em Nuvem, ou, Cloud Computing.

Hoje, diante de tantas opções, tantas escolhas, tantas maneiras de se fazer o mesmo de formas diferentes, ou seja, de se buscar os mesmo objetivos através de maneiras diferentes, o que limita uma empresa ou negócio é o pensamento de seus dirigentes.

É claro que, mesmo diante de tantas opções, ainda existe o desafio do investimento, que em muitos setores ou mercados acaba limitando a entrada de novos competidores.

Em outros casos, ainda temos fortes regulamentações e barreiras governamentais.

Mas, de maneira geral, para a maioria dos setores e mercados, a tecnologia vem revolucionando e pode fazer ainda mais pelos negócios.

Cloud Computing, ou, em português, Computação em Nuvem, é pura realidade. Qual empresa hoje não utiliza serviços em nuvem? Seja um simples serviço de e-mail em uma nuvem pública, seja todo seu ambiente de TI baseado em gigantescas nuvens privadas, o fato é que a esmagadora maioria das empresas utiliza algum serviço em nuvem, e certamente, as que ainda utilizam poucos serviços em nuvem, planejam utilizar cada vez mais serviços em nuvem, seja ela pública, privada ou híbrida.

Mas, quando falamos em Cloud Computing, ainda é comum se pensar em processamento em nuvem, quando muito em armazenamento em nuvem.

Contudo, o fato é que hoje praticamente tudo pode ser utilizado em nuvem.

Podemos não apenas montar nossas próprias nuvens auto—orquestradas, através de uma Infraestrutura de TI planejada e adequada à nossa realidade, que se molde e se adapte às nossas necessidades, reagindo de forma automatizada baseada em regras de negócios pré-definidas, unindo recursos de processamento, armazenamento e redes, para sustentar todos nossos diversos ambientes de aplicações, sejam eles produtivos, de desenvolvimento ou de testes, como podemos também agregar a estas nuvens serviços de End User Computing (EUC), ou, em português, Computação para o Usuário Final.

Hoje, podemos ter todos nossos sistemas de TI em nuvem, mas, podemos também, ter o desktop ou notebook virtual de nossos usuários rodando em nuvem.

Mais do que isto, podemos ter também nossos sistemas de telefonia em nuvem.

Na realidade, estamos prestes a iniciar a Era do Cloud Business (Negócios em Nuvem) ou das Cloud Enterprises (Empresas em Nuvem).

Para ilustrar isto, imagine um Contact Center (também conhecido como Call Center), onde cada funcionário trabalha de sua própria residência.

Já é possível montar um ambiente onde cada funcionário se conecte, a partir de sua residência, em seu próprio desktop virtual, localizado no Centro de Dados (Data Center) na matriz da empresa e trabalhe normalmente como se lá estivesse.

Mais do que isto, ele pode se conectar ao sistema de telefonia da empresa e atender a sua fila de ligações como se estivesse localmente no Contact Center.

Tudo isto sendo orquestrado de forma centralizada, com os mesmos controles e desempenho que se teria com o funcionário local, mas com diversas reduções de custos.

Ao acessar qualquer sistema, o acesso seria local, sem a saída de dados para fora do Data Center, aumentando a segurança e também o desempenho.

E seu cliente jamais suspeitaria que ao ligar para determinado 0800, ele é, por exemplo, inicialmente direcionado para a matriz da empresa em São Paulo/SP, passa um por atendimento inicial de um atendente em Porto Alegre/RS e depois é redirecionado à outro atendente em Belém/PA.

Você pode até imaginar se isto não aumentaria os custos, ou se toda esta estrutura não é cara demais. Pelo contrário!

Imagine só, um Contact Center com 1.000 posições, que atenda somente em horário comercial, de segunda a sexta-feira (apenas para simplificar o cálculo). Teríamos ao menos 2.000 atendentes.
Agora, imagine as economias resultantes de não se necessitar de um prédio com diversos andares para se abrigar todos estes funcionários. Não estamos falando apenas dos custos de aquisição ou locação do local, mas de implantação e manutenção de toda infraestrutura necessária (água, luz, redes, geradores etc).

Imagine também a economia resultante da não existência de despesas com transporte.

Imagine os ganhos da empresa relativos ao desempenho dos funcionários. Sem precisar passar horas no trânsito, estes funcionários terão melhor qualidade de vida e maior desempenho. Além disto, pode-se inclusive contratar mão de obra em diferentes localidades (até mesmo regiões onde o custo da mão de obra é menor) e até em diferentes países (por exemplo, contratando seus funcionários responsáveis pelo atendimento em espanhol diretamente no Uruguai ou Argentina).

Imagine os ganhos, sobretudo para alguns setores, em razão do controle das greves. Hoje, como funcionam as greves? Alguns funcionários e membros do sindicato tentam impedir o acesso dos demais trabalhadores aos prédios e instalações da empresa. Em uma “Cloud Enterprise” isto é praticamente impossível, ao menos do ponto de vista físico.

Imagine os riscos mitigados em razão da possibilidade de se espalhar seus funcionários por diversas regiões. Até mesmo um apagão em toda região Sudeste, por exemplo, não tiraria seu Contact Center do ar, visto que seus funcionários em outras regiões poderiam seguir com os atendimentos (é claro que, o Data Center necessitará de um sistema de proteção e geração adequado, mas isto é muito mais simples e barato).

Seu BCP deverá contemplar apenas os ambientes de TI, se os mesmos continuarem disponíveis para seus funcionários, ao menos grande parte deles poderá continuar a trabalhar. Isto é de grande valia para grandes empresas que hoje investem pesado em “Work Areas”, áreas de trabalho dedicadas e reservadas, paradas, aguardando que um prédio pegue fogo, que uma região sofra enchentes, ou outro incidente ocorra, para abrigar os funcionários e permitir que os negócios continuem.

Colocando-se todos estes benefícios e economias na ponta do lápis, é nítida a vantagem deste tipo de ambiente.

É claro que nem todos os negócios podem tirar proveito deste tipo de abordagem. Uns podem tirar proveito de 100% das vantagens, outros, em razão do modelo de negócio, podem não conseguir se beneficiar totalmente.

Mas a grande maioria dos negócios pode ter ganhos substanciais com uma abordagem tecnológica desta natureza.

É certo também que no Brasil existem algumas questões legais as quais devem ser consideradas, mas que, via de regra, não diminuem os ganhos.

Este cenário não só é possível como é real. Diversas empresas ao redor do mundo já estão vivendo a Era do “Cloud Business”!

E você, vai ficar aí vendo as oportunidades passarem diante de seus olhos? Preso a pensamentos e limites do passado?

Pense, analise sua empresa, seus negócios, veja como você pode se beneficiar deste conceito. É evidente que alguns ajustes nos processos corporativos podem ser necessários, mas será que a forma a qual você sempre fez as coisas é ainda a ideal?

[Crédito da Imagem: Cloud Business – ShutterStock]

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Minimum Way

Autor

• Profissional com 16 anos de experiência em empresas multinacionais e nacionais de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, com conhecimentos e experiência adquiridos nas áreas Comercial, Canais, Parcerias, Produtos e Técnica. • MBA em Gestão Estratégica de Negócios (ESALQ/USP), Master in Information Technology (FIAP) com módulo internacional pela Singularity University, Pós-graduação em Administração (UNIP) e graduação em Tecnologia em Marketing (UNIP). • Sólida experiência na gestão de equipes multidisciplinares. • Liderança técnica e comercial de projetos estratégicos em clientes privados e públicos, incluindo experiência e conhecimento da Lei Federal 8.666/93. • Experiência em Tecnologia da Informação (TI), incluindo Soluções em Big Data Analytics, Nuvem (Cloud), Continuidade de Negócios, Recuperação de Desastres, Virtualização (de Servidores, Desktops, Aplicações e Armazenamento), Bancos de Dados, Redes (SAN, LAN e WAN), Arquivamento, Data Center, Monitoramento e Mascaramento de Dados. • Experiência em Segurança da Informação (SI), incluindo Cyber Intelligence, Anti-DDoS, Segurança Perimetral e de Redes, End Point Security, MDM (Mobile Device Management), DLP (Data Loss Prevention), entre outros temas. • Experiência em Telecomunicações, incluindo Fixas e Móveis. • Experiência em Automação, com foco em M2M (Machine to Machine) e IoT (Internet of Things). • Domínio da Lei Geral de Proteção de Dados e das Resoluções 4658 e 3909 do Banco Central do Brasil. • Conhecimentos em Administração, Contabilidade, Gestão Tributária, Marketing e Direito (com foco em Direito Digital e legislação específica a respeito a respeito de Licitações e Contratos Públicos). LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/DiegoSalimDeOliveira

Diego Salim De Oliveira

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