Carreira

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Na era da competição por talentos, emerge o RH Estratégico

publicado por Rafael Meneses

A velocidade e a dinâmica do mundo dos negócios assumiram um novo ritmo ao longo das últimas décadas. Atualmente informações são compartilhadas, negócios são fechados e decisões são tomadas em questões de segundos num piscar (ou clicar) de olhos. No cenário mundial que não dorme quando o assunto é construção de negócios, os profissionais, que são os principais protagonistas deste jogo, se tornam cada vez mais estratégicos e por conseqüência, muitíssimo disputados pelas organizações. Os talentos diferenciados, que ao longo de sua trajetória (curta ou longa) se qualificaram academicamente e vêm consolidando resultados expressivos através de experiências de sucesso estão na crista da onda.

Enquanto a área de Tecnologia das empresas concentra seus investimentos em sistemas ágeis e inteligentes, a Engenharia foca em rentabilizar a operação de equipamentos, a Financeira em multiplicar o retorno ao acionista, uma área em específico vem ganhando cada vez mais evidência no mundo desafiador dos negócios: Recursos Humanos.

Em um momento que as economias de uma forma geral se expandem, os negócios crescem, quadros funcionais aumentam e o mercado consumidor é cada vez mais poderoso e exigente, as empresas jamais se sentiram tão exigidas por apresentarem um nível de excelência tão alto. Produtos e serviços não podem falhar; o mercado hoje não perdoa. Ter sensibilidade para definir a forma de atuação da área de Recursos Humanos e dar o devido espaço para que a mesma interfira nestes resultados, talvez seja hoje o maior diferencial competitivo das empresas. Ao definir táticas ágeis e assertivas para atrair o mercado, recrutando os grandes talentos é ser um RH estratégico. Elaborar e executar programas de desenvolvimento de carreiras que além de engajarem o time, qualificam o produto ou serviço final, é ser um RH estratégico. Remunerar adequadamente o quadro e bonificar diferentemente os “diferentes” (não tenha medo disto) é ser um RH estratégico. Construir uma cultura que une as pessoas, mas que ao mesmo tempo garante uma cobrança forte entre elas e as tira da zona de conforto é ser um RH estratégico. Garantir uma comunicação de ponta a ponta, sem falhas ou conversas de corredor é ser um RH estratégico.

Assumamos de uma vez por todas que as empresas nada mais são do que grupos de pessoas, que departamentalizadas dentro de uma lógica, fazem “a máquina”  movimentar-se (para frente , para os lados ou até mesmo para trás, dependendo de como se faz). Todo aparato tecnológico e parafernalha engenheirada deixa de ser tão importante se não forem bem orquestradas pelas pessoas. O bottom line é:  é o ser humano que faz toda a diferença. São elas que perpetuam ou destroem um negócio. Atraia as melhores pessoas para seu grupo de pessoas, ou melhor, para sua empresa. Transforme-as em melhores ainda. Tire-as da zona de conforto. As retenha. As promova. Construa uma cultura que garanta a felicidade delas. Valorize seu RH e ceda espaço a ele. Se você já é o RH, construa, valorize-se. Parece difícil….e é. Mãos à obra.

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Autor

Rafael Meneses é sócio e fundador do d´hire, primeiro marketplace de executive search do Brasil a apostar na expertise e processo colaborativo entre headhunters Fundada em 2016, o d’hire é o primeiro marketplace de executive search do Brasil. De forma 100% online, a plataforma conecta empresas que possuem posições abertas à headhunters especializados no mercado de atuação de quem precisa contratar, minimizando o tempo de espera e aumentando a assertividade dos candidatos ideais para a vaga.

Rafael Meneses

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