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Mercado

Mobilidade é apenas moda ou uma tendência inevitável?

Mobilidade é apenas moda ou uma tendência inevitável?

posted by Francisco J S Fernandes

Como muitas novidades tecnológicas, os dispositivos móveis vieram para ficar. Não é modismo. É uma tendência natural, evolucionária, que nós, seremos humanos, estamos experimentando com tanto gosto. O aumento da venda de smartphones em 2012 comprova a tese de que cada vez mais estamos investindo em termos um gadget com recursos avançados conosco 24 horas por dia. Fomos seduzidos pela mobilidade e seus encantos. Por estar disponível 24 horas por dia, e não apenas através de chamadas telefônicas. Queremos que os serviços nos encontrem, sejam pró-ativos. Que em nossos bolsos e bolsas tenhamos um amigo faz tudo: tira fotos, paga contas, conversa com amigos, nos ajude a encontrar um endereço e efetivamente nos leve até lá, faz compras, substitui o papel com cupons, cartões de embarque, carteirinhas, etc., faz chamadas de vídeo, acha um bom restaurante num lugar desconhecido e talvez, quem sabe, também faça ligações 🙂

Mobile

Planejando e projetando sua aplicação para o mundo móvel

Planejando e projetando sua aplicação para o mundo móvel

posted by Dilson Alkmim

A onda da mobilidade a que estamos assistindo atingiu o mundo corporativo como um tsunami de desafios e novas possibilidades. No Brasil, 36% dos celulares ativos são smartphones. Um em cada quatro habitantes acessam internet pelo celular e 82% dos donos desses aparelhos os utilizam no trabalho. A computação está no bolso dos usuários. Sua ubiquidade e recursos inovadores exigem que as empresas de software repensem a forma como entregam valor a esses usuários. Mas, para isso, é preciso que seja feito um planejamento de como levar seus sistemas para o mundo móvel. Não basta apenas produzir novas versões de suas aplicações, é necessário repensar conteúdo e forma: o que será entregue e como essa entrega será arquitetada.

Mercado

Como navegar no mercado de apps

Como navegar no mercado de apps

posted by William Tadeu da Silveira

Dados do mercado brasileiro de tecnologia apontam para uma tendência que parece definitiva: vamos todos nos tornar mobile. Estudos colocam o Brasil como décimo maior mercado de smartphones do mundo, enquanto relatório recente do IDC mostra que o país deve fechar 2012 com a venda de 2,5 milhões de aparelhos, ante 800 mil do ano passado. O ‘boom’ dos dispositivos móveis estimula diretamente o desenvolvimento do mercado de aplicativos: o Brasil já é o maior mercado de apps da América Latina e vem despertando o surgimento de um novo nicho de investimentos focado na área. Nesse sentido, a expectativa é que o mercado mobile domine o segmento de TI até 2015 e seja responsável por mais de 50% do faturamento mundial da área. Tudo isso graças a uma quebra de paradigma de computação e acesso à informação.

Desenvolvimento

O aplicativo que não pode faltar na bolsa… nem no bolso!

O aplicativo que não pode faltar na bolsa… nem no bolso!

posted by Aníbal Gonda

Se, no melhor estilo Super-homem, pudéssemos ver com raios X dentro da bolsa das mulheres ou nos bolsos dos homens, entre muitas coisas de uso cotidiano, hoje, sem dúvida, encontraríamos um smartphone ou outro dispositivo móvel.

Essa realidade corresponde às tendências que se refletem nos meios de comunicação com manchetes como: “Até o fim do ano, haverá mais celulares conectados que pessoas no mundo”, ou “O número de aparelhos móveis é maior que o de computadores de mesa”, para citar apenas alguns.

Desenvolvimento

Apps – Qual o caminho do sucesso?

Apps – Qual o caminho do sucesso?

posted by Cezar Taurion

Em junho de 2007, há pouco mais de cinco anos, o iPhone foi lançado e com ele surgiu um novo e imenso mercado, as apps. Em 2016 estima-se que serão efetuados 66 bilhões de downloads. Usa-se hoje apps para praticamente todas as nossas atividades, que variam de localização de estabelecimentos como postos de gasolina e restaurantes a games, passando, é claro, por apps de apoio aos negócios. É um mercado que em 2012 gerou 120 bilhões de dólares, um valor significativo.

Para os desenvolvedores, ainda existem desafios a serem resolvidos. Um é como gerar dinheiro. Uma parcela imensa dos apps são gratuitos e outra parcela muito grande custa poucos dólares por download, o que faz que praticamente nenhuma das empresas de desenvolvimento de apps sejam milionárias…Outro desafio é como se destacar na multidão. Quando voce soma o portfólio da AppStore com o Google Play temos mais de um milhão de titulos. Como um determinado app vai se destacar neste oceano de apps?

Cloud Computing

Cinco conselhos para desenvolver seu app móvel

Cinco conselhos para desenvolver seu app móvel

posted by Aníbal Gonda

Quantas vezes você viu, baixou ou usou um aplicativo móvel tão simples e fácil de usar que chegou se perguntar: como não pensei nisso antes? Não pense mais, você pode ter o sucesso em suas mãos se se animar a desenvolver sua ideia em um aplicativo usando GeneXus.

Cloud Computing

Análise de tendências na área de TI

Análise de tendências na área de TI

posted by Cezar Taurion

Estamos no final de 2012. E aparentemente os maias erraram. Aliás, prever o futuro é quase impossivel. De maneira geral, a previsões falham porque não conseguimos identificar as informações realmente relevantes em meio ao ruído de dados e informações que nos cerca. Muitas vezes, limitados pelas nossas experiencias, presumimos que a realidade atual vai se repetir indefinidamente. E não consideramos disrupções e quebra de paradigmas. Em fins do seculo XIX o jornal londrino The Times previu que a sujeira dos cavalos soterraria Londres em menos de 40 anos. Mas, poucos anos depois, surgiu o automóvel, que foi uma disrupção nos meios de transporte. Na área de TI os últimos dez anos trouxeram muito mais mudanças que os 50 anos anteriores. Portanto, há dez anos, nenhuma tendência incluiría smartphones, tablets, Facebooks e Twiters (leia-se mídias sociais) e cloud computing. E com a aceleração crescente das mudanças tecnológicas as chances de acerto de qualquer previsão diminuem drásticamente!

Mobile

Apps: Monetização

Apps: Monetização

posted by Cezar Taurion

Há alguns dias participei de uma mesa redonda em uma universidade com diversos jovens empreendedores, que estavam muito motivados a criar negócios baseados em computação móvel, escrevendo apps. Aparentemente a fórmula para ganhar dinheiro com apps é simples: ter uma boa idéia, saberalguma linguagem de programação, como Java, desenvolver o aplicativo, colocá-lo na AppStore ou PlayStore, definir um preço baratinho, como 99 centavos de dólar e, pronto, agora é só esperar os milhões de downloads e aproveitar a grana. Afinal, segundo o Gartner, em 2011 as vendas mundiais de apps representaram 15 bilhões de dólares e deverá chegar a 52 bilhões em 2015.

Infelizmente a vida real não é tão simples assim. A imensa maioria dos aplicativos é grátis e aqueles que cobram tem que pagar uma comissão à loja virtual. Em média a loja fica com 30% da receita, e o desenvolvedor com 70%. O próprio Gartner estima que mais de 85% dos downloads feitos nas lojas virtuais são de aplicativos gratuitos. Uma pesquisa feita em eados de 2011 em cima da AppStore mostrou que as então 370.000 apps existentes tinham sido criados por 78.000 desenvolvedores (individuais ou
pequenas empresas), com um preço médio de US$ 2,52. E da lista dos top 100 mais vendidos, 43 eram games. Nenhum app vendido tinha tornado seu desenvolvedor milionário…A pesquisa mostrou também que 68% dos apps que não eram jogos, tinham preço US$ 0,99 ou US$ 1,99. O máximo de ganhos médio por aplicativo não passava dos 27 mil dólares. O relatório pode ser visto em http://gigaom.com/apple/the-average-ios-app-publisher- isnt-making-much-money/ .

Portanto, a discussão na mesa redonda voltou-se a questão de como gerar receita neste, aparentemente, promissor mundo dos apps.
Várias questões foram debatidas. Uma delas é básica: precificar o aplicativo.

Mercado

Informação em mobile: Pattern para aumentar o numero de acessos

Informação em mobile: Pattern para aumentar o numero de acessos

posted by Leonardo Marteleto

Com o avanço da tecnologia, e a crescente utilização dos dispositivos móveis para acesso a internet, empresas intensificaram a oferta de produtos a esse nicho de mercado, onde se tem um novo canal de comunicação B2P (Business to Person).

No entanto, não se pode ater somente a um determinado publico, ou seja, aqueles que utilizam os dispositivos moveis para acessar às redes sociais, trocar mensagens, baixar aplicativos para uso com fins de entretenimento, pois existe uma grande vertente que está associada à aplicações corporativas, para auxiliar em resolução de dúvidas ou orientação, mapas, marketing de produtos, dentre outros.

Com esse publico bem diversificado, observa-se uma difusão e disseminação de conteúdos para dispositivos móveis. Jornais, bancos, provedores de e-mails, varejistas, a cada dia aumentam seu marketshare para tais dispositivos, porém, em alguns casos, sem nenhum controle de crescimento ou planejamento da forma como vai ser publicado tal conteúdo.

Passo algumas horas do dia acessando conteúdos através do celular, e o que estou vendo é que alguns canais de informação não possuem uma interface customizada a tal dispositivo. Isso é, o mesmo look and feel que é mostrado para uma monitor de 19” também é apresentado para uma tela de 4”, sem falar nas imagens que são descarregadas sem nenhum tipo de filtro para o celular. Por mais que avancemos na rede móvel,com aumento de memória dos dispositivos móveis, facilidade de interação, ainda temos problemas de sinal de agente de externo estabilizado, onde depende da localização onde se encontra o aparelho, dificultando downloads dos conteúdos estáticos.

Mobile

Qual anti-malware você usa em seu Smartphone? Nenhum? Hora de repensar…

Qual anti-malware você usa em seu Smartphone? Nenhum? Hora de repensar…

posted by Abner Biasotto

Com o crescente uso de smartphones, tanto para uso pessoal quanto corporativo, também tem crescido o número de malwares para esses dispositivos e especialistas dizem que 2012 vai ser o ano de ataque a smartphones. Criminosos seguem os usuários, o que significa que quanto mais pessoas fazem transações com seus smartphones, criminosos vão crescentemente alvejar esse tipo de plataforma.
De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 129.000 malwares foram detectados no final de 2011 somente para Android (o número atual ultrapassa os 3 milhões) e a tendência é crescente. Grande problema: grande maioria dos usuários de smartphone não verificam quais as permissões que os aplicativos terão ao serem instalados. Por qual motivo uma aplicação de música lhe pediria acesso a sua agenda pessoal ou acesso à internet? Mesmo pela Google Play (loja oficial de aplicativos do Android) foram detectados aplicativos que continham malware. Nem o próprio Android Bouncer – software anti-malware da Google que “varre” os aplicativos em busca de softwares maliciosos; consegue ser 100% eficaz no trabalho de remoção. No começo de Maio, 17 aplicativos continham código malicioso chamado Plankton que serve para tornarem os aparelhos parte de redes zumbis (aguardando comando dos servidores de controle).

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