Posts by Tag: gerencia de projetos»

Carreira

Quando o Líder Decide Premiar a Equipe

Quando o Líder Decide Premiar a Equipe

posted by Davambe

“Bom dia, chefe”, disse a joaninha motivada.

“Por quê?”, perguntou o Leão mal humorado, cabisbaixo, “A empresa está a perder faturamento”, disse ele apontando a queda de energia “estamos sem energia”.

“Faz uma hora, chefe”, repetiu ela, “é uma pena, bem que podíamos ter no-break”.

“E você ainda fala bom dia?”, o Leão deu um chute na joaninha, virando-se de barriga para cima.

Fazia muito sol e a joaninha com as perninhas para cima e impossibilitada de voar. Tentou levantar e nada, esperneou até se cansar, ficou imóvel. “Maldito seja esse Leão, ele deixou-me assim só porque desejei um bom dia”.  Amaldiçoou o felino, falou mal, a desejar tudo de ruim. Quando cansada dormiu. O Sol já maduro deitou-se sobre o pequeno inseto, violentando-o, como se fosse uma cobertura de pimenta malagueta sobre os olhos.

De repente apareceu um lagarto faminto que andava a caçar insetos e eventuais joaninhas, mas vendo aquele bichinho em estado tão deprimente não se interessou em comê-la, gostava de carne fresca e achava que a joaninha estava morta.  Usando a sua cauda empurrou-a, arrastando-a. Com o empurrão, a joaninha ganhou a altura. Voou para bem longe  dos Leões e Lagartos.

Gerência de Projetos

Gerenciamento Jiboia e negócio à vista

Gerenciamento Jiboia e negócio à vista

posted by Davambe

“Nunca vi um gajo ordeiro como aquele”, dizia Albertino, coelho observador e madrugador, chegava cedo ao escritório, disputando assiduidade com o seu chefe.

Carreira

Carreira

Sim, há vaga não

Sim, há vaga não

posted by Davambe

Ela consigo pensava, enquanto caminhava: Como doce é a tua voz, na sua sombra pude descansar, a esconder-me daquele sol que parecia do deserto do calahari, a castigar tudo abaixo, menos aquele que tivesse uma sombra generosa como aquela. Foi debaixo daquele sol que prestou atenção de como a sua companheira manipulava a voz, adocicando com toda a suavidade dos céus. Enquanto escutava pensava como a natureza foi demais sábia com todos. Aquela maneira de se expressar não era de uma ave original, a doçura da sua voz que parecia artificial, era de certa forma a contemplação de toda essa miscigenação cultural. Foi esse encontro de várias culturas que modificou seu jeito, sua maneira, tornando-o único, plenipotenciário e soberano. Nessa floresta era tudo estranho, apenas o Elefante Cinzano sabia como as coisas ali funcionavam. As duas aves continuavam a caminhar a esmo. A Codorna que buscava saber da oportunidade, não perdia a chance para perguntar e o Avestruz prontamente respondia:

“Sim, há vaga não”, assim ela respondeu apontando o biquinho para a palhota que estava trancada havia uma semana. Lá ficava o chefe cheio de manias, falares violentos e quase sem entendimento, chegava antes do dia amadurecer e saia com o piar da coruja. Esse chefe chamava a todos de Zé. Era Zé pra lá e Zé pra cá. A maneira como ele tratava seus subordinados desagradava a todos da floresta, afinal tinham nomes que encantavam quando pronunciados, mas o chefe ignorava, gerando descontentamento.

Naquela semana, ninguém sabia se o chefe estava na palhota. Também, quem queria saber? Nem em espiar ninguém quis. Foi então que quando perguntado, o Avestruz não hesitou em apontar o biquinho, afirmando e negando. Mas a Codorna que vinha de outra floresta ficou sem saber qual era a resposta:

“Há vaga ou não há vaga?” Insistiu ansiosa, com pouco fôlego.

Tecnologia

Updatezinho, cafunezinho e tupãzinho em TI

posted by Davambe

O jardim era belo, com flores com as quais paga o dote para os apreciadores de beleza. Era primavera e os dois estavam a caminhar com suas choraminhices.

Carreira

Gerente Ubuntu – Humanidade para Todos

Gerente Ubuntu – Humanidade para Todos

posted by Davambe

“Socorro!”, gritou o Cágado de nome Jarunalete, em uma tentativa de chamar atenção ao que estava acontecer na sua aldeia. Um gerente fora contratado para liderar projeto Oralidade em TI da Floresta Tupicá. Ninguém escutou o grito. A oralidade reinou até o extermínio de sua língua.

Jarunalete foi-lhe permitido viver 113 anos, era a única biblioteca ambulante, que registrara em sua memória os acontecimentos e as tentativas de sobrevivência de sua língua. Não sobreviveu ao projeto Oralidade em TI, não contemplava esse item em seu escopo. As plantas foram catalogadas e suas fórmulas milagrosas transformadas em remédios em grandes laboratórios. Num dia infeliz Jarunalete acordou com mal estar. Foi socorrido por uma sobrinha que o levou ao hospital mais próximo. Diagnóstico? Intestino em greve prendia tudo que entrasse. Com papel branco em mãos apresentou-se diante de um búfalo de branco atrás de balcão que o sentenciou: “Um dinheiro”.

“Um dinheiro!”, repetiu o réptil. Era muito dinheiro, um dinheiro. Lembrou-se que nos tempos de antigamente não precisava pagar para convencer o intestino a soltar os alimentos, bastava mastigar uma folha da planta que ele aprendera em ritos de passagem.

Jarunalete ficou horrorizado. “Aquele gerente do projeto Oralidade me paga”, jurou e voltou a jurar. Foi então que debaixo da jabuticabeira conseguiu reunir mais de mil cágados que reclamavam seus direitos.

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