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Métricas que evidenciam sua eficiência. Como criá-las?

publicado por TODP (Thiago O. de Paula)

Indicadores são ferramentas poderosas que auxiliam no gerenciamento e controle de um determinado objetivo. Este objetivo deve apoiar uma estratégia corporativa trazendo bons resultados para a empresa.

Orientado pela estratégia corporativa, selecione os indicadores adequados à necessidade de sua empresa. Lembre-se, que estes podem gerar números desconexos que ao final não terão representatividade e lhe trará uma grande dor de cabeça. Entretanto, se os indicadores estiverem corretamente selecionados, teremos como recurso um painel exibindo a vida do processo ao longo do tempo com suas variações, pontos de checagem e intervenções para o alcance das metas corporativas. Estes sim lhe trarão um benefício corporativo e a visibilidade de uma gestão eficaz.  Então, tome cuidado ao escolher seus indicadores, pois esta fase é crucial para que o processo funcione corretamente.

Indique a periodiocidade para revisão dos indicadores, pois eles necessitam de revisão constante e ajustes ao longo do tempo.  Documente estas mudanças, para que no futuro, elas sejam utilizadas justificando estas variações e apoiando uma tomada de decisão.

Meça o desempenho de sua empresa e entenda onde estão os gargalos no processo. Faça os ajustes necessários para a sua eliminação e acompanhe a evolução do seu desempenho.

Use uma metodologia de melhoria contínua para que seu processo fique mais ágil e menos custoso. Sugiro o PDCA que é simples e bem conceituado no mercado.

Abaixo, insiro o texto de Michael Hammer “MEDIDA NÃO DEVE SER UM INFERNO” que descreve os sete pecados na criação de indicadores.

  1. Vaidade

    Uso de métricas que fazem a organização, sua equipe e, sobretudo, seus diretores parecerem bons. Isto ocorre porque as recompensas e prêmios estão vinculados a resultados medidos nestes indicadores. Se estabelece uma meta baixa que é facilmente cumprida, garantindo os benefícios acordados.

  2. Provincianismo

    Consiste em deixar os limites e preocupações da organização ditar as métricas de desempenho.

  3. Narcisismo

    Fazer a medição do ponto de vista de uma só pessoa, e não da perspectiva do cliente. Muitas empresas medem o desempenho da entrada de pedidos em relação à saída da encomenda na data marcada. Isso interessa apenas para a Companhia em si –os clientes querem saber quando receberão a encomenda.

  4. Preguiça

    Medir o que é fácil ou que sempre mediram, sem se esforçar para apurar o que realmente importa. Partir do pressuposto que sabe o que é importante medir sem refletir suficientemente a respeito.

  5. Mesquinharia

    Medir apenas um pequeno componente daquilo que importa. Um vendedor de sistemas de telecomunicações rejeitou uma proposta de deixar os clientes fazerem seus próprios consertos porque isso exigiria peças de reposição disponíveis nos próprios clientes, o que aumentaria os níveis de estoque das peças – uma métrica-chave para a Companhia. Ele perdeu de vista o fato de que a medição mais ampla e mais significativa era o custo total de manutenção – a soma do custo de trabalho com o custo de estoque– e que o aumento do estoque de peças seria compensando pela recuperação dos custos de trabalho que a nova abordagem traria.

  6. Futilidade

    Medir o acessório ao invés de medir os resultados. Por exemplo, uma cadeia regional de fast-food, especializada em frango, decidiu melhorar seu desempenho financeiro reduzindo o desperdício – o que foi definido como o frango preparado, mas não vendido, e então descartado. Gestores de restaurantes de toda a rede obedientemente responderam banindo a sobra – em muitos casos, dizendo a seus funcionários que não cozinhassem o frango antes que tivesse sido pedido. Isso teve resultado perverso de transformar uma rede de comida rápida numa rede de “comida lenta”; o desperdício diminuiu, mas as vendas caíram ainda mais.

  7. Frivolidade

    Não levar a mensuração a sério. Ao invés de assumir a responsabilidade e atuar nos desvios de resultados, busca desculpas pelo mau desempenho ou terceiros para passar a culpa.

Com isto concluímos que indicadores são ferramentas indispensáveis para a gestão corporativas, trazendo transparência aos processos e permitindo intervir em caso de falta de eficiência, de forma fácil, nos momentos críticos do seu negócio. Use este recurso a seu favor e de brinde receba um controle eficaz de seus processos.

Queridos leitores,

A publicação dos artigos será todo 1° e 15° dia útil do mês. Assim teremos sempre um material de qualidade para apresentar-lhes.

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Autor

Profissional com experiência em: - Planejamento e gestão do alinhamento da TI com a estratégia de negócios corporativa; - Sólidos conhecimentos em gestão de aderência da TI da organização aos padrões Cobit, ITIL V3; - Implementação e gestão da qualidade de processos de TI; - Gerenciamento de projetos de TI baseado no PMI; - Elaboração, negociação e gestão de contratos de serviços de TI; - Análise para tomada de decisão em relação à TI de uma corporação usando multicritérios; - Planejamento da gestão da disponibilidade e segurança de serviços de TI; - Conhecimentos em análise SWOT, BSC, CMMI; - Construção de Planos de Continuidade de Negócios; http://br.linkedin.com/in/thiagopaula

TODP (Thiago O. de Paula)

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