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	<title>TI Especialistas &#187; Vicente Lucas Seabra Zotti</title>
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		<title>Tablet sendo utilizado para força de venda, funciona?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos sabem que a febre dos tablets só existe hoje devido a uma invenção chamado Ipad. O Ipad foi desenvolvido para se tornar um equipamento de fins multimídia ou até sendo mais simplista, ser um "Iphone grandão".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabem que a febre dos tablets só existe hoje devido a uma invenção chamado Ipad. O Ipad foi desenvolvido para se tornar um equipamento de fins multimídia ou até sendo mais simplista, ser um &#8220;Iphone grandão&#8221;. Atualmente o Iphone, Ipod e Ipad Touch, utilizam o mesmo sistema operacional e tem as mesmas funções, porém, o Ipad por ter uma tela maior, se tornou mais amigável para fins multimídia. Com isso acabou ganhando um espaço no mundo dos executivos que podem responder seus emails, ler seu jornal, assistir a vídeos ou filmes, digitalizar seus catálogos de produtos e até mesmo tirar fotos com o dispositivo de forma rápida e eficiente.</p>
<p>Todos esses pontos acima foram desenvolvidos e até mesmo melhorados por alguns fornecedores de equipamentos e desenvolvedores de software. Atualmente temos metade dos utilizadores do mundo utilizando o Tablet Ipad e o restante do mercado dividido entre outras marcas, sendo que a concorrente mais próxima é a Samsung com o Tablet Galaxy Tab 10. Não querendo tomar partido de qual Tablet é o melhor, mais rápido, mais bonito, mais&#8230; O certo é que os Tablets vem ganhando espaço após a empresa Google ter disponibilizado um sistema operacional livre para Smartphones e Tablets que se chama Android. Depois da invenção do Tablet, o sistema operacional Android é o causador da segunda revolução deste tipo de equipamento, com ele, indústrias conseguiram rapidamente entrar no mercado de Tablets por já ter uma plataforma pronta para seu equipamento e podendo assim, com uma maior oferta de Tablets, popularizar com equipamentos mais baratos.</p>
<p>Após esse breve contexto, vamos ao ponto, o Tablet está pronto para ir a força de venda?</p>
<p>Trabalho atualmente em uma das maiores distribuidoras de medicamentos do país e estamos passando por um processo de análise de tecnologia para a troca de equipamentos da força de venda. Um dos equipamentos mais solicitados pela gerência e diretoria é o Tablet (Como descrito no contexto acima, os primeiro usuários), mas acredito este ser o &#8220;escolhido&#8221; por ser sinônimo de inovação tecnológica e por incrível que pareça, status. Acredito que o Tablet em um futuro bem próximo seja o substituto de dispositivos PDAs, mas atualmente, ele é para alguns setores do nosso mercado, uma ferramenta frágil e de difícil utilização.</p>
<p>Em um país que segundo o Censo 2010 tem cerca de 9,63%, de analfabetismo digital, sendo o maior da América Latina, necessitamos primeiro ter pessoas que consigam se adaptar, bem como já dizia Charles Darwin:<br />
&#8220;Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças&#8221;</p>
<p>Portanto, primeiro é necessário ter pessoas capazes e dispostas a serem treinadas e em segundo lugar e não tão distante, vem a necessidade de adaptarmos e criarmos novos softwares que sejam mais intuitivos e de fácil utilização, já que os utilizadores não usaram mais um teclado ou uma &#8220;caneta&#8221; para operar o dispositivo portátil e sim os dedos.Por último e não menos importante, é necessário termos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos.</p>
<p>Atualmente compor todas essas características em um Tablet não é uma tarefa fácil, porém, acredito que em breve teremos equipamentos aptos a ir a campo junto com a força de venda. Tanto é que em a indústria Panasonic desenvolveu o Tablet Toughpad A1, descrito como o Tablet mais resistente do mercado, porém, um de seus pontos fracos será o peso.<br />
O Tablet é praticamente indestrutível, resistente a quedas (Inclusive de lado e com a tela virada para baixo), resistente a água, resistente a pressão na tela, resistente a risco e ao calor, a e ainda tem mais, ele poderá ser integrado a uma série de dispositivos como impressoras, teclados, leitor de código de barras e outros, esta duvidando?rs<br />
Veja o vídeo de demonstrativo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AYL9o1Icr5g">http://www.youtube.com/watch?v=AYL9o1Icr5g</a></p>
<p>Acredito que agora com o lançamento deste Tablet outras industrias conseguiram ver neste nicho de mercado uma grande oportunidade e assim com uma maior concorrência, em breve teremos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos, porém por hora, acredito que estamos longe de entregar belos, frágeis e caros equipamentos a nossa força de venda.</p>
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		<title>Como ser o herói de seu cliente</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 18:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Helpdesk]]></category>
		<category><![CDATA[herói]]></category>
		<category><![CDATA[suporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de começar escrevendo esse post com uma definição mais clara de quem é seu cliente. Cliente é aquela pessoa a qual você se relaciona diretamente ou indiretamente, a qual realiza tarefas junto ou para esta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de começar escrevendo esse post com uma definição mais clara de quem é seu cliente. Cliente é aquela pessoa a qual você se relaciona diretamente ou indiretamente, a qual realiza tarefas junto ou para esta, portanto, cliente pode ser seu amigo, seu chefe, alguém da sua família ou até mesmo seu animal de estimação. Definido assim o que é cliente, sabe-se que hora sou cliente outra hora sou&#8230; Aí que entra o nosso problema.</p>
<p>Em um centro de suporte de excelência ou mesmo para nossa vida pessoal e profissional, ser o herói de seu cliente pode te trazer benefícios os quais você nunca imaginou, sendo de um breve sorriso daquela pessoa ranzinza, a uma promoção em seu emprego a qual você tanto esperava.</p>
<p>Devemos ter uma sólida base sobre a estratégia, padrões e satisfação do cliente. Conhecendo esses pontos, os quais na maioria das vezes são pontos individuais, fica mais fácil atingir a satisfação dele. Gostaria de colocar os três papeis para se tornar um Herói para seu cliente.</p>
<p><strong>Um Executor</strong><br />
Uma pessoa que tem eficácia em executar. Embora possa conseguir reconhecimento pelo seu conhecimento e ter experiência no que faz, ela só se sentira satisfeita se puder executar. O impacto nos negócios e a urgência do problema são pontos vitais para se atingir a prioridade de um incidente. Deve-se encontrar a solução mais rápida e eficaz possível para que a solução cause o um fortalecimento da relação com o cliente.</p>
<p><strong>Um Especialista</strong><br />
Uma pessoa com alto nível de conhecimento, técnica ou experiência em determinada área. Se você é um profissional com 2 meses ou 2 anos, aos olhos do cliente, você sempre será um especialista. Como tal, use todo seu conhecimento adquirido para resolver as questões do cliente com velocidade e eficiência.</p>
<p><strong>Um Herói do Cliente</strong><br />
Uma pessoa que promove ativamente a imagem e os serviços de seu setor/departamento e dá suporte às necessidades do cliente. Como um herói do cliente, você é a pessoa a qual luta e tem um verdadeiro interesse e consideração por ele. O modo em que os problemas são resolvidos e como faz o cliente se sentir, são tão ou mais importantes quanto o serviço que você presta.</p>
<p>Nós estamos sempre desempenhando esses papéis, porém, saber que estamos sempre em uma posição de influenciar positivamente com as ações tomadas e conseguindo atingir os três níveis citados, faz com que criemos relações internas e com nossos clientes cada vez mais sólidas e valiosas. Nenhum desses três papéis devem ser desempenhados de forma isolada. Desempenhando cada um deles, alcançaremos a excelência e elevaremos sempre a satisfação de nosso cliente.</p>
<p>Então quando alguém lhe pedir aquele favor ou mesmo seu cachorro latir, saiba entender a importância do solicitado, como ele gostaria da solução e como a solução proposta por você, conseguiria atingir a satisfação dele. Acredite que o papel de herói é o mais importante, para que assim quando você for cliente, possa colher aquilo que plantou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: HDI Costumer Service Representative.</p>
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		<title>Quanto maior a incidência de problemas, maior será sua equipe de TI?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 17:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[suporte]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses dias de oscilação no mercado externo, bolsas caindo e  eminência de uma crise mundial, é normal que as empresas brasileiras já comecem a se preocupar e se preparar para caso o Brasil também passe por uma crise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses dias de oscilação no mercado externo, bolsas caindo e  eminência de uma crise mundial, é normal que as empresas brasileiras já comecem a se preocupar e se preparar para caso o Brasil também passe por uma crise. Para algumas empresas a primeira medida é reduzir custos. Refletindo sobre isso iniciei um raciocínio lógico, onde pensei no departamento que tenho o papel de líder, um centro de suporte.</p>
<p>Um centro de suporte é inicialmente um receptor de incidentes (Infra-estrutura ou Software) e quando o mesmo busca a excelência, traz consigo métricas para ações pró-ativas, registros de cada incidente, acordos de tempo e níveis de serviço (SLA &#8211; Service Level Agreement) e a busca incessante pela satisfação do cliente.</p>
<p>Então analisando os pontos de um centro de suporte de excelência, temos todos os pontos a serem melhorados e possivelmente as ações vão se tornar mais claras e de fácil execução. Vejam vocês que no caso da área de TI tudo irá começar no começo!</p>
<p>Ao ser questionado da necessidade de aumento de pontos de rede, você simplesmente pensar em soluções práticas e rápidas que muitas vezes irão funcionar por meses, não esta sendo levantado os impactos e riscos da solução proposta e com isso, seu centro de suporte provavelmente terá um aumento nos incidentes quando esta solução começar a apresentar problemas.</p>
<p>Ao ser questionado sobre a necessidade de um software para por exemplo controle de contas a receber, você simplesmente não buscar a fundo a análise de software, conhecer a real necessidade e se discutir todas as soluções possíveis, inicialmente o solicitado será resolvido, mas novamente o centro de suporte será afetado diretamente por escolhas sem parâmetros.</p>
<p>Ao ser questionado do porque aquele equipamento é 30 ou 40% mais caro que a segunda opção, o funcionário não tiver as respostas e os argumentos para provar que o investimento terá o melhor custo benefício, o que vai acontecer???? Óbvio que as corporações irão escolher sempre o mais barato, portanto, conhecer o que se está oferecendo e ter argumentos sobre a sua indicação, auxilia nas decisões de pessoas sem o conhecimento do tema.</p>
<p>Isso que estamos vivenciando, é fruto, em alguns casos, do que outros plantaram, portanto, temos um centro de suporte cada vez maior para atender a incidentes causados por falta de um projeto, planejamento e análise. Claro que em alguns casos e particularmente acredito que teremos um centro de suporte maior pela busca na qualidade do serviço ou pelo aumento da demanda pelo crescimento das corporações.</p>
<p>Atualmente vivemos em empresas muito dinâmicas e que necessitam de mudanças a todo o instante e exatamente por isto, se necessita de gerentes que pensam no amanhã e não somente no hoje, assim ajudam as corporações a economizarem dinheiro, otimizar seu departamento de TI e se preparar para o futuro.</p>
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		<title>IPV6 &#8211; A salvação da web?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2011/06/ipv6-a-salvacao-da-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Helio Crestana Guardia]]></category>
		<category><![CDATA[endereços ip]]></category>
		<category><![CDATA[internet protocol]]></category>
		<category><![CDATA[ip]]></category>
		<category><![CDATA[ipv6]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[World IPV6 Day]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando cursei a pós-graduação em redes, senti falta de um tópico que vem causando alvoroço na comunidade de Infra-estrutura, IPV6. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando cursei a pós-graduação em redes, senti falta de um tópico que vem causando alvoroço na comunidade de Infra-estrutura, IPV6. Este protocolo talvez não tenha sido abordado, por até hoje a implementação e utilização ser para muitos um mistério. Lendo na internet sobre sobre IPV6, li que no dia 8 de junho acontecerá um evento denominado &#8220;World IPV6 Day&#8221; (<a href="http://isoc.org/wp/worldipv6day/">http://isoc.org/wp/worldipv6day/</a>), onde por 24 horas, vários provedores de conteúdo fornecerão seus serviços apoiados no protocolo IPV6, mas isto me causou várias dúvidas que acredito que as compartilho com várias pessoas.</p>
<p>Para sanar tais duvidas, fiz um bate-papo virtual com o Prof. Dr. Helio Crestana Guardia, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), onde compartilho com vocês os seguintes pontos:</p>
<blockquote><p><strong>Como uma pessoa engajada na divulgação e treinamento da comunidade de TI, como vê o avanço das provedoras de acesso (ISP) em fornecer endereços IPV6?</strong><br />
&#8220;Aparentemente, todos os provedores estão preocupados em poder prestar serviços de comunicação usando IPv6.<br />
Para tanto, a maioria deles está se capacitando para isso, obtendo conjuntos de endereços para atribuição aos clientes e formando técnicos para prover suporte adequado. Desse modo, parece-me que o fator limitante na adoção desta tecnologia são os usuários, que ainda não sentem necessidade de passar a usar a versão 6 do protocolo IP.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No dia 8 de junho de 2011 acontecerá o evento denominado &#8220;World IPV6 Day&#8221;, onde vários provedores de conteúdo como Google, Yahoo, Facebook entre outros, fornecerão acesso a seus sites por 24 horas através de endereços IPV6. Você acredita que através deste evento, a comunidade acreditará que está breve a mudança para o protocolo IPV6?<br />
</strong>&#8220;Vejo esse evento com grande expectativa. Enquanto não for preciso alterar as configurações de endereçamento<br />
para acessar os principais serviços na Internet, parece-me que os usuários não se sentirão motivados para a transição. Ao mesmo tempo, parece que grandes servidores na Internet também não se sentem pressionados a realizar a mudança uma vez que os usuários continuam usando a versão 4 do protocolo. Com o movimento previsto para esse evento, é possível que todos vejamos que mudança é viável. Por outro lado, também é possível que ocorram falhas em vários níveis de configuração e de programas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Yahoo, estimou que cerca de 1.000.000 de seus usuários terão problemas ao acessar seu site em quanto ocorrer o evento devido a vários fatores, como sistemas operacionais que não estão configurados ou não suportam IPV6, provedores (ISP) que estão com seus roteadores desconfigurados para o protocolo entre outros. Como você vê o impacto para os analistas de rede, call center e os usuários?</strong>&#8220;Imagino que as pessoas envolvidas com a infraestrutura de rede devem estar ansiosas e motivadas para viabilizar a operação do protocolo IPv6 na Internet. Nesse caso, parece-em que qualquer problema vai ser tratado com bastante empenho. Do ponto de vista dos usuários, contudo, é possível que ocorram experiências bem frustrantes. O acesso à Internet é essencial para muitos usuários e, além disso, estamos todos nos acostumando com acesso cada vez mais veloz e eficiente. Assim, se houver falha, é possível que os usuários não sejam muito tolerantes.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apesar de saber que o protocolo IPV6 deverá entrar em operação a toque de caixa, você acredita que a comunidade de tecnologia esta pronta para implementar ou analisar o novo protocolo?</strong><br />
&#8220;IPv6 já está em uso em várias partes da infraestrutura da rede há algum tempo e parece que há um grau de maturidade das implementações e dos administradores nos principais backbones. Imagino que o tratamento dos pacotes em firewalls deverá ser um problema significativo, contudo. É possível que redes deixem se comunicar devido à filtragem de tráfego não liberado explicitamente. Também imagino que brechas de acesso em redes poderão surgir onde o modelo de restrição de acesso impede os tipos de tráfego indesejados e permite os demais.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os endereços IPV6 inicialmente serão amplamente disseminados para novos dominíos, e novos blocos IPs aos provedores de acesso (ISP). Você acredita que em quanto tempo teremos endereços IPV6 em nossos dispositivos residências?</strong><br />
&#8220;Há uma fartura de endereços para atribuição, o que pode permitir que tenhamos muitos dispositivos em nossas residências conectados à Internet com endereços válidos. Por outro lado, talvez os provedores ainda precisem aperfeiçoar políticas para atribuição de endereços aos usuários residenciais. Isso pode demorar até que os equipamentos de conexão mais populares estejam aptos a tratar os novos endereços sem exigir elevado conhecimento técnico dos usuários.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ultima pergunta, você acredita que pode existir um &#8220;buraco negro&#8221; onde não será possível contratar um novo plano de internet ou criar um novo domínio pela demora na aplicação dos novos endereços IP?</strong><br />
&#8220;Parece-me provável que as duas versões do protocolo IP, 4 e 6, vão coexistir por bastante tempo. Assim, não acho que vai haver descontinuidade significativa da operação da Internet.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para finalizar gostaria de agradecer ao tempo concedido e a opinião expressada pelo Sr. Hélio Crestana Guardia e divulgar um belo conteúdo para aprendizado sobre o protocolo IPV6 (<a href="http://curso.ipv6.br">http://</a><strong><a href="http://curso.ipv6.br">curso</a></strong><a href="http://curso.ipv6.br">.</a><strong><a href="http://curso.ipv6.br">ipv6</a></strong><a href="http://curso.ipv6.br">.br</a>).</p>
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		<title>Ambiente Virtualizado, vou ganhar o que com isso?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2011/05/ambiente-virtualizado-vou-ganhar-o-que-com-isso/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 17:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[economia de energia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>

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		<description><![CDATA[A virtualização em ambientes de infraestrutura de TI traz consigo uma série de benefícios, embora muitas vezes associamos virtualização apenas a economia de energia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A virtualização em ambientes de infraestrutura de TI traz consigo uma série de benefícios, embora muitas vezes associamos virtualização apenas a economia de energia. Descrevo a seguir os principais pontos para que um ambiente possa ser virtualizado:</p>
<p>Economia de Energia: A economia dos recursos de empresas é um dos principais benefícios da virtualização. Quando pensamos em virtualização, a economia de energia é um dos benefícios principais, pois traz diretamente economia dos recursos da empresa. Se imaginarmos que cerca de 85% do poder computacional fica ocioso durante a maior parte do tempo e calcularmos que em um ambiente de backbones temos centenas de servidores, podemos ver o quanto de energia elétrica está sendo desperdiçada. Este desperdício não se resume a energia elétrica e sim a um conjunto de equipamentos necessários para que o datacenter funcione, como por exemplo, o sistema de refrigeração. Economizar significa hoje ter capacidade para modernizar o ambiente de tecnologia e, portanto, vantagem competitiva no mercado.</p>
<p>Otimização de Espaço: A taxa de redução proporcionada no ambiente virtualizado é cerca de 90%, portanto para um parque de cem servidores físicos, pode-se converte-los em máquinas virtuais e reduzir este número a 10 equipamentos.</p>
<p>Tarefas administrativas de TI: Após a virtualização de seu ambiente de servidores, são otimizadas as tarefas de rotinas administrativas do departamente de TI em cerca de 73% . Esta mesma pesquisa aponta que cerca de 90% dos departamentos de TI gastam mais da metade do tempo em tarefas administrativas de rotina e que 73% das empresas que usam virtualização classificam suas áreas de TI como responsivas ou bastante responsivas. A recuperação de desastres é uma das causas em que os departamentos de TI gastam a maior parte de seu tempo. Com um ambiente virtualizado, contudo, o tempo gasto com a resolução de desastres é muito otimizado, pois dentro das soluções de virtualização existem recursos disponívies, como os Snapshots dos sistemas, que possibilitam restaurar o estado das máquinas virtualizadas antes do desastre em pouco tempo, diminuindo assim os tempos de parada.</p>
<p>Agrupamento de recursos dispersos: Cada vez mais os departamentos de TI sofrem com a missão de fazer sempre mais com menos, à medida que novos sistemas exigem mais do hardware e quase sempre o investimento nos equipamentos não acompanha a mesma evolução. Desta forma, a virtualização ajuda criando pools compartilháveis, aos quais se pode agregar os servidores já existentes nos departamentos de TI e, quando necessário, agregar novos servidores ao mesmo pool. Migrar as máquinas virtuais entre os servidores e otimizar o desempenho das máquinas virtuais eventualemente é uma necessidade de todos os departamentos de TI. Com a estrutura tradicional de servidores físicos essa tarefa é praticamente impossível de ser realizada, pois cada servidor possui um hardware diferente, o que dificulta tal migração. Neste sentido, a virtualização vem trazendo avanços importantes ao balancemaneto de serviços nos datacenters.</p>
<p>Transformar ambientes de estrutura tradicional em ambientes de estrutura virtualizada não é um tarefa facíl. É necessário um projeto e análise, onde sejam classificados os candidatos a virtualização, identifiquem-se os hosts que vão hospedar os sistemas virtuais convidados e transformem-se os hard drives (discos rigídos) em discos virtualizados. Exemplos destas ferramentas de conversão são WinImage e VMware Converter.<br />
Fontes:<br />
COMPUTERWORLD, E. B. Virtualização, eficiência sob medida.<br />
Disponível em: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2009/03/25/virtualizacao-eficiencia-sob-medida<br />
VMWARE, I. Proteção e eficácia &#8211; benefícios da Virtualização em PMEs.<br />
Disponível em: http://www.timaster.com.br/revista/materias/main materia.asp?codigo=1718</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Balanceamento de Máquinas Virtuais</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2011/05/balanceamento-de-maquinas-virtuais/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 11:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[live migration]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o ambiente já virtualizado, podem existir picos de uso da máquina virtualizada, algumas vezes por falhas no escalonamento do projeto de virtualização, de forma que a máquina física não suporte toda a carga e cause lentidão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o ambiente já virtualizado, podem existir picos de uso da máquina virtualizada, algumas vezes por falhas no escalonamento do projeto de virtualização, de forma que a máquina física não suporte toda a carga e cause lentidão. Ao mesmo tempo, é possível que existam outras máquinas físicas disponíveis e ociosas. Assim, para um melhor aproveitamento da capacidade dos servidores, os operadores de TI podem efetuar migrações de máquinas virtualizadas para outras máquinas físicas, melhorando a velocidade de todos os processos e aproveitando ao máximo os benefícios da virtualização. Migrações podem ocorrer de três formas:</p>
<ul>
<li>Static Migration: Quando a máquina virtual é desligada usando os métodos de seu sistema operacional e logo em seguida é movida para outra máquina física.</li>
<li>Cold Migration: É quando a máquina virtual é suspensa (exemplo: Hibernar do sistema Windows), usando métodos de seu sistema operacional ou acionada a função de Snapshot que salva o estado atual da máquina virtualizada. Após acionado um dos dois procedimentos citados, a máquina virtualizada é movida para outra máquina física e iniciado o sistema virtualizado em seu estado anterior.</li>
<li>Live Migration: É quando o próprio monitor de máquinas virtuais, que executa a máquina virtualizada se incumbe de fazer a migração sem paradas. Live Migration per- mite o equilíbrio de carga dinâmica de associações virtualizadas do recurso, a manutenção do hardware sem tempo ocioso da máquina virtualizada e o apoio dinâmico contra falhas do sistema.</li>
</ul>
<p>O maior desafio da migração de máquinas virtuais é que, após a migração da máquina virtualizada entre os servidores físicos ocorrer, a máquina virtualizada deve se comportar da mesma forma como antes da migração.</p>
<p>Visando avaliar a eficiência dos mecanismos de live migration adequados para uso em datacenters, efetuei uma avaliação dos mecanismos existentes para permitir que servidores fiquem disponíveis a moir parte do tempo possível. Este método de migração traz consigo beneficios como, não necessitar de parada, não necessitar de reinicialização do sistema virtualizado e ser de fácil operação. Descrevo dois monitores de máquinas virtuais que dão suporte ao método de migração live migration, o KVM/QEMU, que é um hypervisor livre e robusto, e o VirtualBox, que também é de uso livre, porém, ainda não conta com um número grande de utilizadores. Para que possamos entender melhor o que acontece quando iniciamos o processo de migração de cada máquina virtual, segue abaixo o algoritmo da migração através de live migration:<br />
1. Inicialização da máquina virtual no destino, ativando-se uma página de log.<br />
2. Transferência de memória. A máquina virtualizada continua a funcionar. Primeiramente é transferida uma cópia de toda a memória e depois são transferidas as páginas utilizadas enquanto era realizada a transferência de memória.<br />
3. A máquina virtualizada aparece para o gerenciador como se estivesse em pausa. Neste momento é ativada a sincronização dos discos rígidos e a transferência de estado. É executado o mais rápido possível, sem limitação de largura de banda, uma vez que informações de todos os dispositivos e a página de estados ainda estão sendo transferidos.</p>
<p>Para ilustrar melhor o que seria esta migração, como funciona e como se faz, publiquei dois vídeos com visões diferentes da migração de máquinas virtuais para equipamentos físicos distintos, seguem abaixo :<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HdyAyMuRAn0">Migrate KVM/QEMU via Console<br />
</a><span style="color: #0000ee"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ItX2AQ3Ad5o">Migrate KVM/QEMU &#8211; Visão externa</a></span></p>
Number of View :1733]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hypervisors, MMV, VMM e ferramenta de gestão, onde isso se encaixa?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 19:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hypervisors]]></category>
		<category><![CDATA[maquina virtual]]></category>
		<category><![CDATA[MMV]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VMM]]></category>

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		<description><![CDATA[Como em várias vezes escutamos expressões desconhecidas sobre virtualização, uma dessas vezes escutamos sobre os Monitores de Máquinas Virtuais que também podem ser chamados de Hypervisor ou Machine Monitor Virtual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como em várias vezes escutamos expressões desconhecidas sobre virtualização, uma dessas vezes escutamos sobre os Monitores de Máquinas Virtuais que também podem ser chamados de Hypervisor ou Machine Monitor Virtual. O hypervisor é uma plataforma de virtualização que possibilita a execução de vários sistemas operacionais em um único hardware. Cada instância de um sistema operacional convidado é chamado de máquina virtual (VM), já que o seu hardware é virtualizado, trabalhando de forma dedicada entre as máquinas virtuais.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-7226" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2011/04/vmm-300x119.png" alt="" width="300" height="119" /></p>
<p style="text-align: center">Arquitetura simples que ilustra uma virtualização do hardware.</p>
<p>Na figura acima, o monitor de máquinas virtuais é a camada de software que fornece o hardware virtualizado às máquinas subjacentes. Nem todas as soluções de virtualização utilizam o mesmo estilo. Os sistemas operacionais virtualizam acesso aos recursos subjacentes da máquina aos processos. Os monitores de máquinas virtuais fazem a mesma coisa mas, em vez dos processos, eles executam essa tarefa para os sistemas operacionais convidados inteiros. Citrix e Vmware são exemplos de hypervisors, porem, existem várias soluções para varias situações. Como já postado anteriormente, existem 3 tipos de soluções em virtualização (Emulation, Full-Virtualization e Para-Virtualization), cada desenvolvedor fabrica seus monitores de máquinas virtuais para trabalharem com um tipo de virtualização, resta escolher a ferramente ideal para a solução desejada.</p>
<p>Embora muitas soluções de virtualização sejam livres, ferramentas de gestão apropriadas são geralmente caras. Além disso, muitas vezes é necessário para cada solução de virtualização uma ferramenta de gestão diferente. Para resolver estes problemas, a biblioteca libvirt foi desenvolvida. Libvirt é uma API desenvolvida em linguagem C, que é executada entre o software de virtualização e a ferramenta de gestão, que oferece um conjunto de ferramentas de gerenciamento. Exemplos destas ferramentas são Virt-Manager e virsh. Até o primeiro semestre de 2011, o libvirt oferece suporte aos seguintes monitores de máquinas virtuais:<br />
• Xen, hypervisor linux e Solaris.<br />
• QEMU, emulador e KVM, hypervisor Linux.<br />
• LXC, sistema de container Linux.<br />
• OpenVZ, sistema de container Linux.<br />
• User Mode Linux, kernel para-virtualizados.<br />
• VirtualBox, hypervisor com suporte a vários Sistemas Operacionais.<br />
• VMware ESX e GSX, hypervisor.</p>
<p>Na Figura abaixo, é ilustrado o funcionamento da biblioteca libvirt juntamente aos monitores de máquinas virtuais distintos, sendo gerenciado por três ferramentas de gerenciamento distintas, porém todos compatibilizados pelo libvirt.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-7775" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2011/04/hypervisors-mmv-vmm-e-ferramenta-de-gestao-onde-isso-se-encaixa/libvirt/"><img class="aligncenter size-full wp-image-7775" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2011/04/libvirt.png" alt="" width="550" height="421" /></a></p>
<p>A biblioteca libvirt permite o acesso a monitores de máquinas virtuais que estiverem remotos, através de conexões devidamente autenticadas e encriptadas. Na máquina remota, o daemon libvirtd deve estar em execução, e é necessário informar à ferramenta de gerenciamento local que você desejar acessar um recurso remoto. Para isso, deve-se informar o nome do host ou IP a ser acessado, que em seguida é passado ao virConnectOpen. De um ponto de vista da API, além da mudança de onde se estará acessando as informações, é necessário que as chamadas comuns sejam encaminhadas através da conexão remota de forma transparente e que os valores ou erros do lado remoto sejam devolvidos como se estivessem acontecido localmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<br />
JONES, M. T. Anatomia de um hypervisor linux.<br />
Disponível em: http://www.ibm.com/developerworks/br/library- /l-hypervisor/<br />
LIBVIRT. libvirt Virtualization API.<br />
Disponível em: http://libvirt-.org/goals.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :1686]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Fabricantes de processadores estão prontos para virtualização?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2011/04/fabricantes-de-processadores-estao-prontos-para-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 19:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[AMD Virtualization]]></category>
		<category><![CDATA[AMD-V]]></category>
		<category><![CDATA[eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Intel VT]]></category>
		<category><![CDATA[Machine Device Queues]]></category>
		<category><![CDATA[processador]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualization Technology]]></category>
		<category><![CDATA[VMDq]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o primeiro semestre de 2011, existem duas arquiteturas de processadores que suportam virtualização por hardware: Intel VT (Virtualization Technology) e AMD-V (AMD Virtualization). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o primeiro semestre de 2011, existem duas arquiteturas de processadores que suportam virtualização por hardware: Intel VT (Virtualization Technology) e AMD-V (AMD Virtualization). O suporte à virtualização por hardware não substitui a infraestrutura virtual, mas visa prover uma maior eficiência no seu funcionamento. Estes processadores com suporte a arquitetura de virtualização, atualmente já estão disponíveis em vários computadores e não se restringe mais a servidores, com isso, os fabricantes estão fornecendo processadores cada vez mais potentes e com capacidade para virtualizar.</p>
<p><strong>Intel VT</strong><br />
Intel Virtualization Technology (Intel VT) é a tecnologia de virtualização Intel, assistida por hardware que, associada a um conjunto de melhorias para monitores de máquinas virtuais, acelerará o desempenho do sistema e sua aplicação em ambientes virtualizados. Virtual Machine Device Queues (VMDq) é uma tecnologia que faz parte do Intel VT para conectividade, orientada para a melhoria de desempenho da rede e traz também a redução na utilização do CPU.<br />
Processadores com tecnologia Intel VT possuem um conjunto de instruções extra chamado Virtual Machine Extensions (VMX). Até o primeiro semestre de 2010 eram comercializados dois tipos de processadores com tecnologia de virtualização, sendo o VT-x para suporte a virtualização de processadores IA-32, e a tecnologia VT-i, que traz suporte à virtualização de processadores da linha Itanuim. Intel VT-x, traz duas formas de operação da CPU: execução VMX root e execução VMX não root. A execução em modo VMX root se destina para uso de um monitor de máquinas virtuais e seu comportamento é muito semelhante ao IA-32 sem VT-x. Execução em modo não root do VMX não oferece um ambiente alternativo para um controlador de monitor de máquinas virtuais. Intel VT-i expande a arquitetura Itanium com extensões para o hardware do processador e o firmware Processor Abstraction Layer (PAL) . A tecnologia VT-i permite que sistemas operacionais possam ser executados no nível de previlégio para os quais foram concebidos e cria interceptações para um monitor de máquinas virtuais, necessárias para a criação de uma máquina virtual completa.<br />
<strong><br />
AMD-V<br />
</strong>A tecnologia de virtualização que a fabricante de processadores AMD (Advanced Micro Devices) desenvolveu é chamada de AMD-V (AMD Virtualization). A tecnologia AMD-V é baseada em plataforma 64 bits e suas principais características são:<br />
Extensões de virtualização para o conjunto de instruções x86. Este conjunto de instruções permite criar máquinas virtuais para que vários sistemas operacionais e suas aplicações possam ser executadas simultaneamente.<br />
Translation Look-Aside Buffer (TLB), é um buffer que armazena traduções de endereços de memória. A cada referência de memória, o processador verifica o TLB para determinar se é necessária a tradução, caso esta tradução estiver armazenda, a instrução é simplesmente executada.<br />
Rapid Virtualization Indexing (RVI), ajuda a acelerar o desempenho de muitos aplicativos virtualizados. A tecnologia RVI permite ao monitor de máquinas virtuais dar instruções ao hardware e assim eliminar a necessidade de páginas de sombra. Páginas de sombra armazenam informações sobra a localização física na memória dos hóspedes. Afim de deixar as páginas de sombra mais coerentes com as tabelas do convidado, o monitor de máquinas virtuais causa um overhead na execução, para os quais o convidado tinha que atualizar frequentemente as suas estruturas de tabela de página. Afim de resolver este problema, foi desenvolvida a tecnologia RVI a qual remove a maior parte do overhead incorrido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-linuxvirt/</p>
<p>http://www.vmware.com/pdf/virtualization.pdf</p>
<p>http://www.intel.com/technology/platformtechnology/virtualization/VMDq whitepaper.pdf</p>
<p>http://sites.amd.com/us/business/it-solutions/virtualization/Pages/amd-v.aspx</p>
<p>http://developer.amd.com/assets/NPT-WP-1%201-final-TM.pdf</p>
<p>http://www.vmware.com/pdf/RVI performance.pdf</p>
<p>http://www.intel.com/technology/itj-/2006/v10i3/1-hardware/1-abstract.htm?iid=tech vt tech+itj</p>
Number of View :2291]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que virtualizar e quais os tipos de virtualização?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2011/02/porque-virtualizar-e-quais-os-tipos-de-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[cumputação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[Emulação de hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[hardware emulation]]></category>
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		<category><![CDATA[para-virtualization]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização completa]]></category>
		<category><![CDATA[vmware]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas revelam que cerca de 85% do poder computacional fica ocioso durante a maior parte do tempo. A preocupação com a otimização do uso de energia, o custo operacional e o melhor aproveitamento do harware dos servidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas revelam que cerca de 85% do poder computacional fica ocioso durante a maior parte do tempo. A preocupação com a otimização do uso de energia, o custo operacional e o melhor aproveitamento do harware dos servidores, segundo pesquisa realizada, são os principais motivos para que haja a migração de servidores físicos para sistemas operacionais virtualizados.</p>
<p>O desenvolvedor de soluções em virtualização VMware, por exemplo, disponibilizou uma calculadora virtual, onde é possível simular a economia quando é adotada a solução de virtualização. A utilização de máquinas virtuais vem sendo proposta desde os anos 1980, no entanto, as recentes evoluçoes desta área justificam o crescimento de 22,5% na comercialização de estrutura para virtualização de servidores.</p>
<p>VMWARE. VMware Savings Calculator Disponível em:<br />
<a href="http://www.vmware.com/solutions/green/calculator.html">http://www.vmware.com/solutions/green/calculator.html</a></p>
<p>Existem três tipos de virtualização: Emulação de hardware (hardware emulation), Virtualização completa (full-virtualization) e Para-Virtualização (para-virtualization). A virtualização por emulação de hardware é considerada mais complexa pelo fato de ter que emular de maneira idêntica o comportamento do hardware. Isto implica em emular os ciclos de clock, o conjunto de instruções, os estados de execução (pipeline) do processador e até mesmo a memória cache. Por estas características, esse tipo de virtualização se torna ideal para desenvolvedores de firmware, pois desta forma a solução pode ser validada sem a necessidade do hardware real esteja disponível. A grande desvantagem deste tipo de virtualização é a lentidão com qual a emulação acontece, podendo ser até 1000 vezes mais lenta que o suposto hardware real. O hardware a ser emulado sofre a demora pela diferença sobre o hardware real, sobre o qual o sistema de virtualização está hospedando.<br />
Emulação por hardware pode ser exemplificada quando você roda um sistema operacional modificado destinado a um PowerPC em um hospedeiro portando um processados ARM. Você pode rodar múltiplas máquinas virtuais e cada uma delas executar um processador diferente.</p>
<p>Virtualização completa é a técnica utilizada para que seja executado qualquer software sem existir nenhuma alteração. Para isso, está técnica faz uma simulação completa do hardware da máquina de modo que qualquer sistema operacional possa ser executado. Esta simulação implica em representar o conjunto de instruções de um processador, memória principal, interrupções, exceções e acesso aos diversos dispositivos existentes.Uma das características deste tipo de virtuaização, é que necessita-se obrigatoriamente de um hardware com características específicas, uma vez que as instruções de execução privilegiada, como por exemplo o acesso a I/O, devem ser interceptadas e somente serem executadas de acordo com o que está definido pela camada do monitor de máquinas virtuais. Diferentemente da emulação, a virtualização completa é realizada com maior eficácia, pois não necessita representar os estados de execução do hardware. A virtualização completa do hardware feita por esta técnica de virtualização, geralmente, simula dispositivos padrões do mercado de modo a facilitar a instalação e configuração dos sistemas virtualizados. Exemplos de VMM que têm a capacidade de fazer esta virtualização são a ferramenta VMware ESX e o KVM (Kernel Virtual Machine). Quando uma destas ferramentas é instalada, uma interface de rede 3Com, por exemplo, pode ser simulada para o ambiente virtualizado como uma placa de rede AMD PCNet. E esta simulação se repete também para placas de vídeos, chipset e discos rígidos.</p>
<p>Já na para-virtualização existe uma técnica de virtualização onde existe uma Application Programming Interface (API) para as máquinas virtuais. Essa API é parecida com o hardware real. Esta técnica de virtualização necessita que o sistema operacional virtualizado seja explicitamente capacitado a permitir sua execução. Desenvolvedores de sistemas para-virtualizados propuseram um acordo para criar os hypercalls, que são os &#8221;system calls&#8221; para o hypervisor. Desta forma, ao invés das &#8220;system calls&#8221; do sistema operacional virtualizado trabalharem diretamente no hardware real, elas trabalharão sobre o hardware virtualizado pela VMM (Virtual Machine Monitor) que é responsável pela execução das instruções vindas de todas as máquinas virtuais, como</p>
<p>Este artigo referente a Balanceamento de Serviços em Servidor virtualizados foi desenvolvido no ano de 2010 na Universidade Federal de São Carlos ao qual fui o autor. Dentre essas próximas semanas, serão divulgados o conteúdos deste artigo de forma gradual e que facilite o entendimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:<br />
COMPUTERWORLD<br />
Disponível em: http://computerworld.uol.com-.br/gestao/2009/03/25/virtualizacao-eficiencia-sob-medida.<br />
VMWARE, I. BRING EFFICIENCY, CONTROL AND FLEXIBILITY TOYOUR IT INFRASTRUCTURE.<br />
Disponível em: http://www-.vmware.com/products/</p>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :3845]]></content:encoded>
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