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Tablet sendo utilizado para força de venda, funciona?

publicado por Vicente Lucas Seabra Zotti

Todos sabem que a febre dos tablets só existe hoje devido a uma invenção chamado Ipad. O Ipad foi desenvolvido para se tornar um equipamento de fins multimídia ou até sendo mais simplista, ser um “Iphone grandão”. Atualmente o Iphone, Ipod e Ipad Touch, utilizam o mesmo sistema operacional e tem as mesmas funções, porém, o Ipad por ter uma tela maior, se tornou mais amigável para fins multimídia. Com isso acabou ganhando um espaço no mundo dos executivos que podem responder seus emails, ler seu jornal, assistir a vídeos ou filmes, digitalizar seus catálogos de produtos e até mesmo tirar fotos com o dispositivo de forma rápida e eficiente.

Todos esses pontos acima foram desenvolvidos e até mesmo melhorados por alguns fornecedores de equipamentos e desenvolvedores de software. Atualmente temos metade dos utilizadores do mundo utilizando o Tablet Ipad e o restante do mercado dividido entre outras marcas, sendo que a concorrente mais próxima é a Samsung com o Tablet Galaxy Tab 10. Não querendo tomar partido de qual Tablet é o melhor, mais rápido, mais bonito, mais… O certo é que os Tablets vem ganhando espaço após a empresa Google ter disponibilizado um sistema operacional livre para Smartphones e Tablets que se chama Android. Depois da invenção do Tablet, o sistema operacional Android é o causador da segunda revolução deste tipo de equipamento, com ele, indústrias conseguiram rapidamente entrar no mercado de Tablets por já ter uma plataforma pronta para seu equipamento e podendo assim, com uma maior oferta de Tablets, popularizar com equipamentos mais baratos.

Após esse breve contexto, vamos ao ponto, o Tablet está pronto para ir a força de venda?

Trabalho atualmente em uma das maiores distribuidoras de medicamentos do país e estamos passando por um processo de análise de tecnologia para a troca de equipamentos da força de venda. Um dos equipamentos mais solicitados pela gerência e diretoria é o Tablet (Como descrito no contexto acima, os primeiro usuários), mas acredito este ser o “escolhido” por ser sinônimo de inovação tecnológica e por incrível que pareça, status. Acredito que o Tablet em um futuro bem próximo seja o substituto de dispositivos PDAs, mas atualmente, ele é para alguns setores do nosso mercado, uma ferramenta frágil e de difícil utilização.

Em um país que segundo o Censo 2010 tem cerca de 9,63%, de analfabetismo digital, sendo o maior da América Latina, necessitamos primeiro ter pessoas que consigam se adaptar, bem como já dizia Charles Darwin:
“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”

Portanto, primeiro é necessário ter pessoas capazes e dispostas a serem treinadas e em segundo lugar e não tão distante, vem a necessidade de adaptarmos e criarmos novos softwares que sejam mais intuitivos e de fácil utilização, já que os utilizadores não usaram mais um teclado ou uma “caneta” para operar o dispositivo portátil e sim os dedos.Por último e não menos importante, é necessário termos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos.

Atualmente compor todas essas características em um Tablet não é uma tarefa fácil, porém, acredito que em breve teremos equipamentos aptos a ir a campo junto com a força de venda. Tanto é que em a indústria Panasonic desenvolveu o Tablet Toughpad A1, descrito como o Tablet mais resistente do mercado, porém, um de seus pontos fracos será o peso.
O Tablet é praticamente indestrutível, resistente a quedas (Inclusive de lado e com a tela virada para baixo), resistente a água, resistente a pressão na tela, resistente a risco e ao calor, a e ainda tem mais, ele poderá ser integrado a uma série de dispositivos como impressoras, teclados, leitor de código de barras e outros, esta duvidando?rs
Veja o vídeo de demonstrativo: http://www.youtube.com/watch?v=AYL9o1Icr5g

Acredito que agora com o lançamento deste Tablet outras industrias conseguiram ver neste nicho de mercado uma grande oportunidade e assim com uma maior concorrência, em breve teremos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos, porém por hora, acredito que estamos longe de entregar belos, frágeis e caros equipamentos a nossa força de venda.

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Autor

Formado em Sistemas Informatizados pela Universidade Barão de Mauá, Pós-Graduado em Redes de Computadores pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Atualmente líder do centro de suporte, o qual é responsável pela manutenção e administração dos maiores canais de captação de pedidos da empresa. Exerceu cargos de Analista Administrativo, Analista de Infraestrutura, Técnico em Informática e Instrutor de Informática. Profissional com certificações ITIL V3, HDI - Customer Service Representative e FCP - Furukawa. LinkedIn: http://br.linkedin.com/vicentezotti

Vicente Lucas Seabra Zotti

Comentários

5 Comments

  • Vicente, se sua força de vendas vai utilizar o equipamento apenas para “tirar pedidos”, concordo que um SmartPhone, nem tão smart assim, é suficiente, mas se ela tiver que demonstrar as vantagens de seus produtos, apresentar resultados de pesquisas, e convencer o comprador com muita informação, entendo que o Tablet é a ferramenta mais adequada para ela, caso contrário terá que levar o SmartPhone e mais uma série de documentos, folhetos, livros, revistas, etc.

    • Concordo com seu comentário Walmir.

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