Cloud Computing

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Reflexões sobre Cloud Computing

publicado por Pedro Rodrigues

Reflexões sobre Cloud Computing Transições por definição são complicadas. Na natureza uma transição pode demorar milhares de anos e extinguir um ecossistema, um organismo ou até mesmo uma espécie. Hoje o mercado de Tecnologia da Informação passa por uma das suas maiores transições desde a era dos mainframes para plataforma baixa. Pela primeira vez, uma revolução ocorreu da empresa para fora, com tecnologias como banda larga e smartphones democratizando o acesso a informação e trazendo novos paradigmas.

Um dos maiores tentáculos desta “revolução do usuário” é o advento da computação na nuvem, Cloud Computing. Serviços que antes só eram possíveis para grandes corporações estão disponíveis a pequenas e médias empresas, profissionais liberais e consumidores finais com preços competitivos.

Agora, uma pequena empresa pode ter um servidor que execute a última versão do mais poderoso software de e-mail, permitindo que um grupo de funcionários possa acessar facilmente documentos, compromissos e arquivos por meio de qualquer dispositivo conectado à Internet.

Para se adaptar a essa nova realidade, o profissional de TI precisa mudar a forma com que ele encara as demandas. Para ele, não importa mais qual software é usado e nem onde é encontrado, se em nuvem ou em um sistema local, o que interessa mesmo são os dados. Seguindo dessa forma, os serviços ficarão melhores e mais ágeis, possibilitando que TI controle todo o processo de segurança da informação, não importando o método de acesso do usuário, seja por smartphones, tablets, serviços web ou aplicativos desktop. Assim, a Tecnologia da Informação ajudará a área de negócios a enfrentar os novos desafios do mercado.

Em curto prazo, alguns mercados podem não adotar a computação em nuvem. Setores onde a informação é altamente sigilosa como o mercado financeiro e agências de segurança tendem a não usar o Cloud Computing. Para estes mercados a nuvem traz muito mais dúvidas e incertezas do que facilidades. No entanto, essas empresas podem fazer uso de “rede privada” ou “private cloud”, que é uma rede segura, gerenciada pela área de TI e sem acesso à Internet pública. Já são encontradas no mercado iniciativas neste sentido.

Na era do usuário como Rei, TI precisa mostrar que está pronta para as batalhas que surgirão.

[Crédito da imagem: Computação em Nuvem – ShutterStock]

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Autor

Pedro Rodrigues é analista de suporte de projetos da Stone Age desde 2006. É tecnólogo em processamento de dados, com experiência de mais de 15 anos no setor de infraestrutura de TI.

Pedro Rodrigues

Comentários

4 Comments

  • Excelente artigo Pedro Rodrigues. Falta agora que os líderes de TI adotem esta mentalidade em suas empresas onde os “dados devem seguir os usuários e não os usuários seguirem os dados”. Ter que ir ou ligar para a empresa para acessar dados é algo improdutivo (com as devidas exceções aos dados realmente sigilosos). Não importa onde estejamos, sempre teremos canais de acesso aos nossos dados hoje em dia. Sou um entusiasta da computação em nuvem não como modismo, mas como uma nova plataforma de computação que entrega resultados rápidos. Também não acho que devemos mistificar, ou sofisticar esta tecnologia para parecer que ela é voltada apenas para grandes empresas, não, é bem provável que as PME´s façam melhor proveito como citado por você. Parabéns!

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