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Qualidade em TI – Segregação integrada, pode ser o caminho…

publicado por Paul Robert Bergami

Qualidade em TI – Segregação integrada, pode ser o caminho...Em nosso último texto falamos dos processos do desenvolvimento de software que são os inimigos da qualidade. Este trata da segregação integrada que pode ser o caminho para os testes de sistemas desenvolvidos sob a arquitetura SOA – Service-Oriented Architecture.

O que muda com SOA?

Qualidade sob SOA deve ter estratégia e planos diferenciados do tradicional, porém, deve ainda considerar a mesma política de qualidade, os mesmos processos, as mesmas técnicas e a instrumentalização.

Por se deparar com características de concorrência a objetos e componentes, requer atenções especiais e endereçar adequadamente o esforço para testes, testes da segurança, perfil da equipe de testes e estratégia de instrumentalização.

O esforço destinado para testes da camada de serviços certamente será maior em relação ao necessário à camada de sistemas aplicativos, o que implica em diferenciar este nos planos de trabalho e seus orçamentos.

Os testes de segurança deixam de ser efetivos somente ao final do projeto e passam a ser essenciais durante todo o seu ciclo de vida. Novamente há reflexos nos planos de trabalho e orçamentos.

Testes sob SOA devem contar com profissionais com amplo conhecimento de negócio além do conhecimento técnico da arquitetura, o que altera o perfil da equipe.

A abordagem de testes SOA deve contar com estratégia apropriada de instrumentalização, para dar vazão aos múltiplos testes a serem aplicados as diferentes camadas com diferentes versões de módulos.

As principais premissas para a implementação de SOA também devem ser foco da qualidade.

A documentação do Processo de Negócio é crítica em si, e não apenas na camada Web, por utilizar-se de serviços em qualquer tempo do processamento.

Implementação evolutiva, iniciando por um piloto, para entregar resultados ao negócio incrementando-o, passa a ser determinante na estratégia de desenvolvimento.

A implementação deve, também, ter por base a agregação de serviços, provendo alta flexibilidade e contínua redução de custos como foco de qualidade em contraposição a busca do requisito de baixa manuntenabildade.

Interfaces padrão para os serviços é premissa para a integração e a interoperabilidade com outros serviços.

Estas premissas ressaltam os negócios na orientação dos serviços e os serviços na orientação da tecnologia. Em suma, a agilidade para o negócio é qualidade fundamental.

Sua orientação segue na abordagem “top-down” em relação à definição dos requerimentos do processo de negócio, desenho funcional e técnico em alto nível. E segue na abordagem “bottom-up” de testes (testa funções individuais de um serviço, estas compostas em relação a um “set” de serviços e, finalmente, integrando serviços e funcionalidades que sustentam um negócio).

O modelo de testes deve refletir diferentes visões de testes em diferentes níveis de testes e abrange todo o ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas

Assim, os testes irão demandar diversos ambientes para permitir testes simultâneos em módulos/ objetos / componentes que estão recebendo manutenções por diferentes motivos. E, por outro lado, irão demandar testes integrados de serviços que compartilham os mesmos módulos / objetos / componentes, o que impliva na integração deste ambientes em relação a reutilização.

O ambiente de testes necessário é complexo, pois requer suportar testes múltiplos e simultâneos.

Para que todos estes possam funcionar adequadamente a automação do controle de versões será fundamental para a qualidade. Módulos, objetos e componentes precisam ser controlados tanto quanto a suas manutenções em separado, quanto em relação a sua integração para o atendimento aos diversos serviços que os demandam.

A instrumentalização sob SOA deve também ser objeto de especial consideração em tempo de orçamento e seleção de ferramentas.

Daí, que a segregação e integração de ambientes, suportado por ferramentas especializadas não so pode, mas deve ser o caminho para a qualidade sob SOA.

Em nosso próximo texto vamos abordar Qualidade em TI –Segregar para atingir a qualidade.

[Crédito da Imagem: Qualidade – ShutterStock]

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Autor

Professor de Qualidade de Software, Auditoria de Sistemas e MBA/TI, Economista pela FEA-USP com pós em Qualidade e Produtividade pela POLI-USP, especialista em qualidade de software para usuários e fornecedores de TI. Mais de 30 anos como Gestor em TI para Bancos, Consultorias, Marketing, Serviços e Governo. Focado em soluções pragmáticas de TI que aliam resultado e satisfação de clientes e acionistas, experiência internacional em London/UK no desenvolvimento de aplicativos bancários mundiais e Nova York/USA em consultoria para conformidade à Sarbanes & Oxley. br.linkedin.com/in/bergamipaul/

Paul Robert Bergami

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