Segurança da Informação

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Quando um vírus pede o seu emprego

publicado por Cristiano Pimenta

Figura - Quando um vírus pede o seu empregoNo mês de fevereiro (2018), conforme divulgado pelo IBGE, o índice de desemprego registrado foi de 12,7 milhões de pessoas, apesar de todos esforços das comunidades política, econômica e da própria população para que o cenário mude para uma retomada de crescimento. Neste enredo, o volume de candidatos a uma vaga de emprego tem se mostrado bastante elevado, contribuindo para maior exposição de suas informações pessoais e privadas. Além disso, tal posição pode colocá-los também vulneráveis a possíveis golpes.

Do outro lado, estão as empresas que, pela necessidade de ajustar seus quadros funcionais, abrem suas “portas digitais”. Por isso, já fica o alerta: o mar não está só para peixe (aqui leia-se currículos) mas também para documentos contaminados com vírus.

Sabemos que o problema não é novo, já existe menção ao tema desde 2009, contudo a “moda” volta conforme a própria flutuação econômica do país, o que demanda a necessidade de atenção constante. Uma contaminação pode impactar negativamente os processos produtivos, como: indisponibilizar os serviços prestados, afetar o desempenho dos sistemas, comprometer a segurança física e lógica, trazer risco à governança da infraestrutura de IT, além de gerar danos à imagem da organização e, inclusive tomar o seu emprego.

Como regra, recomenda-se que o Gestor adote uma postura de diligente:

Na Identificação das ameaças e vulnerabilidades às quais sua empresa está exposta.

Na Proteção com o desenvolvimento e implementação de mitigadores para garantir os serviços de infraestrutura crítica para o negócio.

Na Detecção dos incidentes gerados por meio de uma monitoração 24×7 de todos os ativos críticos para a segurança do ambiente.

Na Resposta aos incidentes com as medidas apropriadas conforme o grau de risco.

Na Recuperação do Ambiente com planos que possam garantir a resiliência e recuperação em caso de impacto na capacidade operacional da empresa.

Na perspectiva de não contratar um vírus, mantenha a atenção às seguintes medidas:

  • Treine e conscientize seus colaboradores para reconhecer ataques de Engenharia Social
  • Mantenha os computadores protegidos
  • Monitore o ambiente e procure estar atento ao que acontece
  • Programe varreduras de segurança regulares
  • Maximize a segurança com proteção contra fraude on line, phishing e malware
  • Não caia em ofertas falsas de Antivírus
  • Esteja atualizado em relação às novas ameaças

Por fim, para reflexão, a demanda da área de Recursos Humanos por informações de candidatos e/ou recebimento de informações das mais diversas fontes traz um elemento adicional ao fator risco. Assim, elimine do processo o recebimento de currículos de fontes não confiáveis e limite-se a utilizar plataformas digitais destinadas a este fim, que tende a  ser um canal com menor risco e maior qualidade nas informações fornecidas.

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Autor

Cristiano Pimenta é diretor de Serviços da ARCON, empresa especializada em Serviços Gerenciados de Segurança de Tecnologia da Informação. Sua trajetória profissional ao longo de 20 anos de experiência em segurança da informação, tecnologia da informação e recursos humanos, inclui atuações de liderança na Módulo Security, Telemig Celular, Amazônia Celular e Vivo | Telefônica.

Cristiano Pimenta

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