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O mercado sem fronteiras das grandes empresas de TI

publicado por Vladimir Sabatino

O mercado sem fronteiras das grandes empresas de TIÉ verdade que o mundo da tecnologia vem sofrendo mudanças a uma velocidade cada vez maior, onde não temos tempo nem mesmo de adaptação ao novo, pois antes mesmo de termos totalmente nos adaptado a ele, ele já sofreu alterações e novas versões já foram lançadas. E por vezes, muitas eu diria, este novo já ficou obsoleto.

Há alguns anos atrás era comum associarmos grandes empresas de tecnologia a nomes como IBM, Microsoft e HP.

Os tempos mudaram e hoje, com certeza, temos uma associação diferente de quais são essas grandes empresas.

Hoje falamos de Google, Facebook, Amazon e a Apple, que ocupam lugar de destaque nas disputas do mercado de tecnologia e no cenário mundial, como algumas das maiores empresas do mundo.

O jornal “The Wall Street Journal” publicou no final de 2012, que a disputa entre Google, Apple, Amazon e Facebook em 2013 seria cada vez maior, uma vez que, elas estão invadindo o território umas das outras na conquista de novos produtos e serviços.

Com a compra de US $ 12,5 bilhões da Motorola Mobility a Google planeja usar o fabricante de telefones para lançar novos dispositivos Android, com o objetivo de competir com o iPhone da Apple.

No próximo ano, a gigante de busca deve investir ainda mais no site de vídeos YouTube, no seu sistema de buscas e em novos serviços como o Google Wallet, que permite que as pessoas usem seus smartphones como uma carteira digital.

O Google também vem expandindo seus negócios com os varejistas que competem com a Amazon, ajudando-os a atingir os consumidores através do seu serviço de busca e do seu conhecimento nessa área. Ou seja, está declarada a estratégia do Google em bater de frente com a Amazon.

A Amazon por sua vez, também vem aumentando a aposta na diversificação de mercado, e deve entrar na guerra dos tablets com o seu Kindle Fire.

Ela também vem testando e pode lançar seu próprio smartphone em parceria com a HTC, que a colocaria também no mercado de smartphones contra o iPhone da Apple e dos fabricantes de dispositivos que constroem smartphones Android, como a Samsung.

Mas a ideia da Amazon é incentivar os consumidores a experimentar as mercadorias e mais tarde comprá-las on-line, em lojas de varejo; uma prática conhecida como showrooming. O objetivo é lucrar com a venda de mercadorias e serviços exclusivos, como e-books, jogos e aplicativos, dentre outros.

A Apple vai continuar a sua busca por novos serviços, tornando os seus dispositivos ainda mais úteis para os usuários e não deve perder a principal ideologia da empresa: trazer a melhor experiência em computação pessoal com inovação.

No próximo ano a Apple deve ter maior atenção não apenas aos smartphones, uma área onde ela detém uma boa fatia do mercado, apesar do aumento da concorrência com o crescimento eminente da Samsung, mas nos iPads. Isso porque os tablets Android estão ganhando terreno.

Para defender o seu território, a Apple, que este ano se tornou a empresa mais valiosa dos EUA na história, lançou recentemente o Mini iPad: um tablet mais barato destinado a competir com a enorme quantidade de tablets menores que já estão no mercado.

O Facebook deve continuar a expandir sua oferta de serviços. Em 2012 foi o ano da oferta pública inicial. Agora o foco é continuar a transformação da rede social, com maior diversificação de investimentos em produtos e serviços móveis. Isso para também ocupar uma fatia desse mercado e entrar no jogo contra Google, Apple e Samsung.

O e-commerce também vem se tornando cada vez mais importante para o Facebook, como serviços que permitam comercializar produtos. Com certeza existe uma ameaça para a Amazon, especialmente por que o Facebook vem aumentando os seus parceiros de varejo.

Em resumo, podemos esperar uma grande batalha entre as quatro empresas nos próximos anos, pois além de terem um perfil de “modus operandi” e objetivos similares, não há mais fronteiras de mercado e serviços entre eles: todos estão invadindo o território uns dos outros.

O que é certo é que se o concorrente pode ofertar um determinado serviço e ter lucro, nada impede que outras empresas possam também ofertar o mesmo produto. Afinal, entrar na concorrência é só uma questão de tempo e não mais apenas de estratégia.

Até o próximo artigo.

[Crédito da Imagem: Grandes Empresas – ShutterStock]

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Autor

Especialista em TI, Governança e Processos ITIL. Email: vladimir.sabatino@uol.com.br Mais de 15 anos de experiência na área de tecnologia da informação, em governança, gerenciamento de serviços e processos ITIL.

Vladimir Sabatino

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