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Gestão esportiva – Instinto vs Análise com Business Intelligence

publicado por Marcelo Kochenborger Krug

Figura - Gestão esportiva – Instinto vs Análise com Business IntelligenceOs principais objetivos impostos na gestão esportiva são: – o âmbito social do desporto; – a busca por melhores resultados; e a melhor monetização a partir das emoções e paixão dos envolvidos. Nem sempre nesta ordem…

Monezitamos as emoções após encontrar características nos fans; Segmentando todo o envolvimento encontrado. Dos fans ao alvo competitivo, como um campeonato.

Há alguns anos a aplicação do pensar Business Intelligence entrou oficialmente no segmento esportivo. Não necessariamente com a passagem da forma de gestão ou responsabilidade corporativa sendo quase uma obrigação. Mas sim quanto a maneira de organização da instituição. Sendo um pequeno clube até uma grande federação internacional.

Cada nível nesta estrutura é diferencialmente tratado na gestão. Quanto mais alto o nível, maior a estrutura associada. Porém quanto mais baixo o nível, mais detalhadamente devemos trabalhar. Em casos de sucesso, o detalhe mais baixo é transversal na estrutura. A gestão é minuciosa e completa em todos os níveis.

Post_BIBrasil.net_ChartO que nos vem logo é uma federação de futebol. Um exemplo fácil de explicar também, mas a gestão completa não está visível para todos. Voltando ao caso da federação, e também de seus filiados. Sendo estes os clubes e outras associações esportivas mais municipalizadas.

Há uma organização e responsabilidade corporativa no nível mais alto e quanto mais baixamos na estrutura, mais direta é feita a gestão completa da instituição. Dos atletas até o orçamento geral.

A gestão do clube é sempre muito ampla. Quando o clube chega ao sucesso em uma competição, consequentemente a estrutura acima também atinge o mesmo, relativamente.

O Business Intelligence pode ser aplicado na camada mais acima e depois instituir recolha de dados dos seus filiados. Gerando informação relevante. Quando há independência ou conflito qualquer, mesmo assim é possível para qualquer uma das partes ter um controle quer seja do “pai”, quer seja do “filho”.

Na prática em um clube de futebol

Coleta de informação

Depois de toda a informação extraída, o BI passa a dar o ritmo. Na maioria dos clubes há o papel do gerente executivo, o CEO do clube.

A informação que o CEO tem do clube deve ser total. Daquilo que compreende o custo por minuto de uma determinada função até o que se está falando na imprensa.

Não é preciso ter sempre a resposta pronta, mas saber que tem meios para chegar a uma conclusão face à situação em que se encontra. Costumo sempre dizer que a melhor forma de explicar o BI é apresentando o mesmo fato por diferentes pontos de vista. Aqui a criatividade deve ser colocada em prática. Estes pontos de vista surgem para o CEO do clube desde o momento que analisa a ausência de cinco atletas da categoria de base por motivo de doença. E que consequentemente implica na derrota no jogo final. O BI deve imaginar diversos pontos de vista sempre. E pensar em associar o fato à situações diferentes do contexto habitual. Consigo saber que historicamente, os atletas do time principal fazem dois gols em 93% dos primeiros 24 minutos do primeiro tempo quando: – acertam o incentivo na mesma semana; quando o jogo é em casa com público lotando pelo menos 80% do estádio e quando não chove. –> Nestes dois últimos aspectos já conseguimos identificar claramente uma tendência. Pois está no nosso hábito. O restante é o BI que relacionou ao fato.

No próximo paper trago uma aplicação prática desta situação.

[Crédito da Image: Business Intelligence – ShutterStock]

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Minimum Way

Autor

Sou o Marcelo K Krug e nos últimos 12 anos tenho trabalhado com Business Intelligence e suporte técnico especializado na suite Microsoft SQL Server. Trabalho no mercado de Business Intelligence em Portugal e Europa há 6 anos. Trabalhei em projetos de companhias petroquímicas, telefônicas, bancos, gestão de supermercados e shoppings centers, tecnologias, instituições de ensino, gestão de processamentos de pagamentos e companhias aéreas. Atualmente tenho trabalhado em cima de fortalecimento do Business Intelligence. Desmistificando algumas situações que foram criadas pelo mercado. Muito a partir de participação em fóruns, congressos e pelo site www.bibrasil.net.

Marcelo Kochenborger Krug

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