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ERP – Desafios e Expectativas

publicado por João Ricardo Martins Cezar

ERP - Desafios e ExpectativasCom certeza muito pode ser feito e muito se espera quando da implantação de um ERP, mas posso dizer sem muitos desvios, diversos projetos que acompanhei não atingiram ao Core do negócio do cliente, em suas atividades principais ou processos mais elaborados.

Projetos que acabam ficando somente nas áreas que chamamos de backoffice, a camada que serve como suporte a operação da empresa. Os processos e controles básicos: Físico, Financeiro, Contábil e Fiscal (mas não menos importantes). Mas e os processos que agregam qualidade e controles como Produção, Projetos, Logísticas entre outros…, processos muitas vezes particulares e quase individuais, mesmo considerando ambientes comuns de negócio.

Os softwares atualmente são extremamente adaptáveis e flexíveis, e trazem uma gama de funcionalidades que permitem ir além, então o que falta?

Na busca de pulverizar e aumentar a penetração no mercado geralmente os players/consultorias focam o desenvolvimento de mão de obra onde há a maior base e necessidade, no backoffice, mas e o Core? Temos ai um funil na disponibilidade de consultores. É onde vemos o maior gargalo das consultorias, poucos consultores geralmente seniores, com bastante tempo de mercado e extremamente disputados.

Para o backoffice a diferenciação entre as soluções não é tão grande, os recursos tecnológicos realmente variam, mas nem sempre é o determinante para a escolha de uma solução. Hoje o grande esforço e desafio dos grandes players é a plataforma única, da infraestrutura a camada de aplicação o que facilita bastante a adoção e administração das soluções. Isto permite construir soluções escaláveis e robustas de gestão (com a adoção de diversas aplicações).

As soluções estão cada vez mais padronizadas e em camadas, o que significa escalabilidade, por sua característica evolutiva e componetizada, que serão agregados com a integração e adoção de novas soluções, e aqui está a grande diferenciação entre as ofertas de mercado.

Resumindo, não existe sistema melhor ou pior, o que determinará se vale ou não investir em determinada solução é a aderência aos requisitos e a expectativa de médio e longo prazo, de crescimento e capacidade das soluções; e dos players envolvidos, na especialização, no entendimento das necessidades e endereçamento adequado dos requisitos do projeto.

Assim, como diz uma máxima de consultoria, pensar grande e executar pequeno, nem sempre é possível se a solução não permitir. Se for uma estratégia adotar uma solução paliativa, existem várias, que será descontinuada quando da adoção de uma solução mais robusta e com mais recursos, enfim, a decisão muito se apoia na estratégia adotada (tecnológica e financeira), e pode ser um transtorno a médio e longo prazo, resta fazer contas, aconselha-se um fluxo financeiro, acrescente também a infra e os serviços necessários e estará perto de um custo total envolvido na solução, o que ajudará na escolha.

[Crédito da Imagem: ERP – ShutterStock]

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Autor

João Ricardo Martins Cezar - profissional de TI com mais de 20 anos de experiência em projetos de Gestão Empresarial, de diversos portes e complexidade, formado em Economia e especializado em Processos Empresariais, colabora com artigos para este site, diretor na EBS IT Software, desenvolve projetos de Social Business e Redes Sociais Corporativas, ainda dentro das expertises e alianças projetos de Gestão Empresarial (ERP) e Gestão de Recursos Humanos (RH).

João Ricardo Martins Cezar

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