Segurança da Informação

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Cyber Security e a escassez de mão de obra qualificada

publicado por Cristiano Pimenta

Figura - Estruturar um processo adequado para Recrutamento e Seleção de um segmento tão especializado, Cyber Security.As organizações hoje entendem a gravidade dos riscos para a reputação corporativa, a boa vontade e a perda da confiança do cliente e, como boas práticas comerciais passam a potencializar investimentos em segurança da informação para proteger de maneira eficaz os dados e a privacidade de seus clientes.

Tais investimentos, passam também por selecionar colaboradores especializados, sabendo que aqueles profissionais que estarão envolvidos na segurança, precisam ter qualificações diferenciadas e avançadas, onde sua importância é tão relevante quanto a escolha da melhor tecnologia que para a mitigação dos riscos.

Com divulgações de violações de segurança, invasões e perda de dados que atingem as notícias todos os dias, os clientes exigem que seus fornecedores e provedores de serviços garantam a segurança adequada de seu ambiente, produtos e serviços, sendo imprescindível um time qualificado.

Por outro lado, o desafio é amplificado, motivado pela notória escassez de profissionais de Segurança, a baixa qualificação, ou mesmo pouca informação para novos interessados, o Brasil possui um número de profissionais em CyberSecurity aquém da capacidade para atendimento a alta demanda. Uma série de situações que potencializam um verdadeiro caos, se não tratado, e ao mesmo tempo uma enorme oportunidade para o desenvolvimento de uma nova geração de profissionais no segmento.

As empresas já sentem a necessidade de mão de obra qualificada, e sem uma ação coordenada, serão impactadas na mitigação dos riscos as quais estão expostas. No contexto da Gestão de Pessoas, estruturar um processo adequado para Recrutamento e Seleção de um segmento tão especializado, Cyber Security, pode tirar o sono de qualquer executivo.

Caminhos diversos ao longo do tempo, tem sido experimentados, onde alguns passam a incorporar na estrutura de Segurança, com o apoio da área de Recursos Humanos o papel de Business Partner, ou o mais conhecido por aqui, Consultor interno de RH, outros com a contratação de empresas generalistas em Recrutamento e Seleção, porém na sua maioria sem o conhecimento adequado do segmento e suas peculiaridades, levando a erros, turnover voluntário e sem dúvida o impacto imediato na operação de segurança da empresa.

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Autor

Cristiano Pimenta, Mestrando em Recursos Humanos y Desarrollo Digital de Talento– IEP/Madri,Espanha. Possui MBA em Serviços de Telecomunicações – UFF/RJ, Pós-graduação em Gestão – Ênfase em Pessoas / Fundação Dom Cabral, Graduação em Tecnologia da Informação – UNISUL/SC. Sua trajetória profissional ao longo de mais de 20 anos de experiência, inclui posição de liderança em empresas como Arcon/Nec Soluções de Segurança Cibernética, Telemig Celular, Amazônia Celular, Vivo | e Modulo Security. Foi executivo responsável por de diversas áreas, tais como: Delivery de IT Security , Operações de IT Security, Recursos Corporativos (Recursos Humanos, Tecnologia da Informação, Qualidade & Processos, Sistemas), Produtos & Alianças, GRC, Segurança da Informação, PMO, SOC - Security Operation Center, Consultoria em Segurança da Informação.

Cristiano Pimenta

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