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Você lembra o que queria ser quando crescer? E agora que cresceu o que quer para a sua vida?

publicado por Alberto Parada

Figura - Você lembra o que queria ser quando crescer? E agora que cresceu o quer para a sua vida?Dizem que as crianças são sonhadoras e vivem na ilusão, que o mundo delas é feito de brincadeiras; será que as crianças vivem mesmo em um mundo de ilusões? Quando você era pequeno, o que você queria ser quando crescer? Consegue lembrar quais eram as brincadeiras que fazia?

Não é difícil nem para quem já rompeu a terceira idade lembrar quais eram os sonhos e os desejos quando crescesse: ser médico, professor, bombeiro, policial, bailarina; brincávamos de bola, polícia e ladrão, escritório; as meninas de mamãe, de casinha, e uma quantidade enorme de profissões, todas reais e absolutamente palpáveis.

Os anseios dos pequenos, tanto antigamente quanto hoje, era ser igual aos seus ídolos, pai, mãe, tio ou alguém que passou a admirar através da televisão, internet ou até em games.

Interessante notar que os desejos profissionais dos pequenos mudavam e mudam diversas vezes durante a infância; em alguns momentos até se tornam menos palpáveis e de difícil realização como: ser um Neymar, um Luciano Huck, Bill Gates e, infelizmente para alguns, até ser um traficante. Mas, mesmo mudando, todos os sonhos estão sempre ligados a fatos reais e mensuráveis.

Com o fim da infância e a chegada da adolescência as brincadeiras diminuem e os sonhos começam a dar sinais que poderão, com muito trabalho, ter chance de se tornarem realidade; os garotos percebem que jogar futebol não é para todos e que estudar é o caminho; as meninas continuam sonhando com a maternidade e aprendem que para brincar de casinha é necessário estudar, porque ter uma casa e filhos não é simples e muito menos barato.

Contudo, ainda não consegui determinar e peço a ajuda aos mais estudados, para entender em qual momento acontece a ruptura neurológica que faz com que os adultos rompam a barreira da lógica infantil e se transformem em seres que vivem de ilusão e de anseios absolutamente subjetivos e impossíveis de qualificação. Se você não entendeu nada, experimente perguntar a qualquer profissional ou empresário dos 25 aos 60 anos o que eles desejam para daqui a dois anos.

Receberá como respostas, na esmagadora maioria das vezes: quero ter sucesso, quero ter poder, quero ter dinheiro, quero viajar, quero paz, quero felicidade, raramente você encontrará respostas objetivas, mensuráveis e realistas.

Como são palavras subjetivas e de difícil definição, até porque tem sentidos e intensidades diferentes para cada ser humano, além de mudar constantemente, torna-se absolutamente impossível alcançar seu objetivo, até porque ele mesmo muda com freqüência. Desse modo, temos como resultado adultos frustrados que trabalham em coisas que odeiam, suportam situações pessoais que não gostam em busca de alguma coisa que com certeza nem eles sabem direito se é o que querem.

A pergunta que fica é: Como fazer com que esses adultos que vivem na ilusão do impossível, voltem a ser crianças e assim passem a viver a realidade do ponderável?

[Crédito da Imagem: Ser quando crescer – ShutterStock]

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Fundador do : descomplicandocarreiras.com.br

Alberto Parada

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