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Sua empresa investe em treinamentos?

publicado por Cleber Henrique Estevan

Um dos, senão o maior dos, “calcanhares de Aquílis” do mundo empresarial, em especial das empresas de TI, sem dúvida são os famigerados treinamentos dos novos funcionários. Não há companhia desse imenso seguimento que não tenha problemas estruturais quando se fala em preparar um novo colaborador para exercer a função a qual ele foi contratado.

Em todas as empresas que já trabalhei ou mesmo nas que tive algum tipo de relacionamento, sempre ouvi a máxima “Não temos como te pegar pela mão e te preparar como deveríamos”, o que quer dizer exatamente “Não nos planejamos para a mudança, para o crescimento e para guiar o profissional contratado pelo caminho mais curto na rota da busca pelo nosso próprio resultado”.

Oras, pensem comigo. Se contratamos alguém, é porque estamos necessitando de força de trabalho para executar uma função a qual nossa empresa já não pode realizar, ou por estar crescendo ou por (o que é pior) termos perdido um recurso de maior ou menor importância. Nesse cenário, é absolutamente inadmissível que não tenhamos condições de preparar essa pessoa para execuar suas funções na empresa num curto espaço de tempo. Primeiro porque estamos admitindo uma incompetência em não nos planejar e, segundo, por manter uma pessoa sedenta por demonstrar seu trabalho e capacidade num período de ociosidade burra no escritório.

Se, “time is money”, como é dito desde os primórdios dos debates empresariais, algo tem que ser feito no intuito de fazer a curva de aprendizado dos novos colaboradores ser cada vez mais ascendente, com material de qualidade, profissionais focados em treinamentos, indicadores de performance de aprendizado e aplicação de testes para aferir se o indivíduo recém contratado já está realmente pronto para ir a campo e colocar em prática o que ele aprendeu, até porque um recurso parado dentro da empresa é prejuízo certo e prejuízo é exatamente o que o empresário não pode e não quer arcar.

Cabe ao empresário e ao gestor nomeado planejar muito bem como será conduzido todo e qualquer treinamento na empresa para garantir que a formação dos colaboradores seja cada vez mais assertiva e que a rotatividade natural desse tipo de seguimento não atrapalhe aquilo que move toda e qualquer companhia – “o resultado“, porém sem deixar de lado a premissa que rege (ainda bem) o mundo nesses tempos modernos, que é o bem estar das pessoas, pois, tão ruim quanto a falta de treinamento, é a exploração dos cidadãos nas corporações, que leva à desmotivação, ao retrabalho e à falta de foco.

O caminho é longo, porém não é tão difícil quanto parece. Tudo, nesse sentido, é uma questão de planejamento e visão de futuro, pois, afinal, o colaborador é a linha de frente, o motor e a vida da empresa e ele não pode falar de algo que ele nunca viu ou mesmo desenvolver algo que ele, apesar de experiências anteriores, não tenha sido apresentado nessa nova realidade. Essa é a hora do verdadeiro gestor avaliar sua estrutura e se preparar para esse mercado tão promissor, formando bem os talentos de sua empresa.

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Autor

Publicitário, gerente de suporte e gerente comercial. Trabalho com eProcurement, criação e manutenção de site, marketing corporativo e desenvolvimento de produtos.

Cleber Henrique Estevan

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