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Redes Sociais Corporativas – Uma questão de valor

publicado por João Ricardo Martins Cezar

Redes Sociais Corporativas - Uma questão de valor“Domingo 11h, comendo um cachorro quente na praia de Copacabana”, talvez esta informação seja importante para alguém, mas deixemos este tipo de informação para as mídias sociais tradicionais, socialmente pode até ter valor, isto não está em questão, mas não agrega em nada ao ambiente corporativo.

Então para que as Redes Sociais Corporativas não virem mais uma iniciativa sem sentido e de alto custo, a importância de se estabelecer os objetivos e a abrangência é vital. E que realmente possa trazer informações relevantes e contribuições que agreguem ao ambiente de negócio.

Sou um profissional adepto e defensor da mentalidade enxuta (Lean) nas organizações, em suas administrações e iniciativas. Assim, vou usar dois princípios – Valor e Fluxo de ValorToda iniciativa dentro de uma organização tem que efetivamente aumentar o impacto destes dois princípios. Valor que seja percebido e reconhecido pelos atores do processo (interno e externo) seja em produtos e serviços, e Fluxo de Valor uma vez que precisamos sempre ser mais eficientes em nossos processos, relacionamentos, colaborações, transparências e resultados.

Se enxergarmos uma única rede dentro da organização, entendo que não se atingirá os efeitos desejados, que são contribuições que agreguem valor, por um único motivo, integrará comunidades, grupos, competências e pessoas heterogêneas com interesses distintos e se tornará mais uma atividade e um peso na rotina do dia a dia, disputando lugar com mídias tradicionais de troca de informação, que com certeza não é o objetivo.

Aprender mais sobre os processos internos, aumentar os ativos do conhecimento, aproximar e melhorar a relação entre colaboradores, parceiros e clientes, permitirá melhor identificação e entendimento estratégico dos processos, etapas, componentes e variáveis; e a capacidade instalada, gargalos, riscos e impactos ao negócio.

Um exemplo do quanto a informação é vital. Um operador de máquina experiente, simplesmente ao se aproximar ou botar a mão na máquina sabe exatamente se há uma trepidação diferente ou um barulho anormal, se é um caso de troca de peça ou de lubrificação. Então, como ampliar esta experiência? Esta informação não é relevante a todos na organização, mas com certeza para determinados grupos é uma informação relevante. Com este exemplo simplório, podemos visualizar uma abrangência de oportunidades em diversos processos, conhecimentos e aplicações empresariais de alto impacto nos negócios.

Percebemos também a ânsia da busca por respostas rápidas e definitivas, que nem sempre são possíveis, pois o esforço é de evolução contínua, às vezes com pequenos ganhos, mas evolutivos. E principalmente, antes das soluções precisamos conhecer bem o(s) problema(s), para que possamos avaliar o real impacto, custo e prioridade. Acompanhamos muitos grupos de trabalho que buscam incansavelmente soluções para seus desafios do dia a dia, mas que pecam pela falta do debate e participação de todos os atores envolvidos, pois na maioria das vezes as iniciativas têm consequências em outros processos / departamentos / grupos / pessoas na organização.

Mas quem é o responsável pela busca destas melhorias? Aqui a rede faz toda diferença. Todos são, é a oportunidade de ampliar a participação, contribuição e colaboração em todos os níveis. As ideias serão sempre bem vindas, temos de dar oportunidade da criação de algo novo e diferenciado, criar mecanismos que motivem a geração de ideias e soluções em todos os níveis, do operacional ao gerencial, criando um ambiente favorável a melhorias dos processos e inovação. Sim, sei que não é fácil, mas é possível e se caracteriza com um diferencial competitivo de alto impacto nos negócios.

Assim adotar uma Rede Social Corporativa faz todo sentido se formos capazes de estabelecer objetivos e ganhos específicos. Perceberemos que não será uma única, mas um complexo encadear de redes e iniciativas, pequenas, mas de alto valor agregado, que ao se conectarem formarão sim uma vigorosa Rede Social Corporativa, viva e colaborativa, e de alto impacto na dinâmica organizacional.

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Autor

João Ricardo Martins Cezar - profissional de TI com mais de 20 anos de experiência em projetos de Gestão Empresarial, de diversos portes e complexidade, formado em Economia e especializado em Processos Empresariais, colabora com artigos para este site, diretor na EBS IT Software, desenvolve projetos de Social Business e Redes Sociais Corporativas, ainda dentro das expertises e alianças projetos de Gestão Empresarial (ERP) e Gestão de Recursos Humanos (RH).

João Ricardo Martins Cezar

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