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Motivação: a máquina que impulsiona o ser humano. Mas qual o combustível?

publicado por Abner Biasotto

Gestores que buscam resultados ótimos e de forma contínua sabem que para atingi-los precisam de uma equipe motivada. Pessoas que “abraçam a causa” e fazem o que é possível para atingir o resultado final esperado (ou melhor). Não estou mencionando o conhecimento técnico ou específico necessários para isso. Parto do pressuposto que, operacionalmente, o gestor tem todas as ferramentas necessárias para entregar o que é devido, sejam estas recursos humanos, maquinário ou outros.

Gostaria de reiterar a expressão de forma contínua. Atingir resultados apenas uma vez não está diretamente ligado ao fato da equipe estar motivada. Entretanto, atingir os resultados continuamente nos dá alguma dica de que algo está funcionando muito bem.

E como manter a equipe motivada? Como fazer com que os profissionais abracem a causa e desejem atingir os resultados que foram definidos?

Se houvesse resposta direta a essa pergunta, o tema não seria tão debatido entre gestores e profissionais de RH. Entretanto, há indícios que podem ser seguidos e ações que podem ser tomadas para que o desempenho da equipe seja impulsionado por motivação.

A equipe é feita por pessoas, com características únicas e personalidades completamente diferentes. Para alguns, o que é motivante é ter desafios diariamente – o “challenge” diário e a ausência de rotina é fator interessante para eles. Para outros, a execução de tarefas repetitivas é o que os mantém animados com o trabalho – não gostam muito de mudanças.

Há pessoas que são motivadas por condições fisiológicas – um restaurante com boa comida ou snacks machines distribuídas pela empresa ou até a temperatura do ar condicionado que é agradável, outras, ainda,  são motivadas por reconhecimento (seja ele financeiro ou não) e estima.

Há uma teoria sobre a hierarquia de necessidades humanas criadas por Abraham Maslow. Alguns já ouviram falar da expressão “Pirâmide de Maslow”. Se pesquisarem o assunto, verão inúmeros tópicos e discussões (a favor e contrária) sobre essa teoria.

Cabe ao gestor, seja ele da área de TI ou não, identificar cada um dos fatores motivacionais dos membros de sua equipe e tratá-los (se possível) de forma diferenciada.  Há fatores que não são da competência do gestor e que não dependem diretamente dele, mas o correto mapeamento dessas informações permite a ele uma visualização específica de como pode atuar rumo à uma equipe que atinge resultados constantemente.

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Autor

Abner Biasotto trabalha há 17 anos com TI. Atualmente é gerente de TI para clientes globais numa multinacional americana de telecomunicações. Estudante de MBA em Gestão Estratégica de TI na Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado em Administração de Empresas também pela FGV. Certificado ITIL v3, Six Sigma Green Belt (voltada a gestão de serviços), IT Service Management baseado na ISO/IEC 20000 e MOF 4.0 (Microsoft Operations Framework) e com forte conhecimento em segurança da informação baseada na ISO/IEC 27002. Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/abner-biasotto/0/953/31/

Abner Biasotto

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