Ignorar é mais fácil que remediar, infelizmente

por Pablo Jesus Camargo Correia
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Figura - Um Mergulho na Deep Web - Parte 1/5Um Mergulho na Deep Web - Parte 1/5

Figura - Ignorar é mais fácil que remediar, infelizmenteUm breve estudo de caso.

Dia 16/10, por volta das 22:15 horas, identifiquei anomalias no tráfego da rede pertinente a minha residência.

Imediatamente acessei o painel de administração do meu roteador com o objetivo de verificar padrões de Segurança e/ou possíveis alterações sem autorização, no entanto, toda a configuração estava inalterada mantido os padrões de Segurança.

Em seguida fiz o mesmo procedimento no roteador do fornecedor de serviço de internet onde identifiquei um provável ataque DDoS.

No dia posterior, em 17/10, fiz contato com o provedor de serviço, sendo instruído a encaminhar e-mail ao suporte avançado mensurando o ocorrido, posteriormente solicitando retorno e providências conforme e-mail (imagem 1).

Na mesma data recebo retorno do provedor informando que o FIREWALL HAVIA SIDO DESABILITADO para que o roteador fosse atualizado e que possivelmente o ataque DDoS identificado e reportado por mim poderia ter ocorrido (imagem 2). Por fim o mesmo finaliza afirmando que a rede é bem protegida e configurações estão sempre sendo atualizadas para que não haja problemas no futuro “(imagem 2).

Pontos de atenção:

  • Firewall sendo desabilitado para suposta atualização de roteador;
  • Ausência de ativo (backup’s de equipamentos);
  • Ausência de Gerenciamento de Mudanças;
  • Ausência do Plano de Contingência;
  • Ausência do Plano de Continuidade de Negócios;
  • Ausência de Análise de Risco para com o procedimento informado e realizado.

Considerações finais:

Sem mais delongas concluo afirmando a notória ausência de um programa de Gestão Eficiente (Pessoas, Processos e Tecnologia), além da inexistência ou ineficiência do Sistema de Gestão de Segurança da Informação, como um todo, pertinente ao fornecedor supra citado

               

 

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