Carreira

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Gestão por Competências se faz por CHA = Perfil

publicado por Gideão Nery

Em todas as fases de nossa vida passamos por vários aprendizados e com isso adquirindo competências através do conhecimento e das melhores práticas.

Somos capazes de aperfeiçoar habilidades e comportamentos, e no mundo corporativo isso se evidencia diante das funções exercidas e de como a empresa trata seu recurso humano, que hoje falamos em colaboradores.

Há uma tríade que compõe bem o perfil de um indivíduo:

C – Conhecimento (aprendizado)
H –  Habilidade (domínio do conhecimento)
A – Atitudes (ou ações)

De um modo geral todos passamos por níveis de aprendizado onde formamos nossas competências e passamos a exercer nossas características do perfil profissional, onde não se pode desvincular as características pessoais inerentes.
Para exemplificar os níveis do CHA veja o infográfico abaixo:

II – Podemos representar esse nível pela seguinte frase: “não sei que não sei”. Essa fase determina o quanto somos incompetentes inconscientemente, sem saber nem mesmo o quanto não sabemos. É o estado de ignorância mediante habilidades a serem descobertas, fase inicial da carreira.

CI – Nessa fase pode-se representar com a seguinte frase: “tenho certeza que não sei”. Saindo do modelo anterior, cabe a cada um ter a consciência de que determinada habilidade ainda não faz parte do seu perfil, então se sabe que há uma lacuna a ser preenchida e com isso busca-se conhecimento para evoluir e crescer. Evidentemente em alguma área de nossa vida sempre estaremos nesse nível, pois vivemos sempre aprendendo. O que move o aprendizado é a decisão da busca pelo conhecimento.

CC – Nesse nível temos domínio das habilidades a que conhecemos e conscientemente sabemos lidar com as variáveis que permeiam o conhecimento e aprendizado, para executar alguma habilidade. Nessa fase as escolhas são determinadas pelo saber ou não saber, porém conscientemente optando por continuar sem saber ou procurar aprender, estimulando novas habilidades. O que marca essa fase é a repetição, uma vez que quanto mais se pratica mais se aprende e consolida o conhecimento.

IC – Nesse estágio as ações fluem naturalmente, sem muito esforço. Foi alcançada expertise na habilidade através do conhecimento e atitudes, claro que com muitos erros e acertos. Nessa fase corre-se grande risco de ações da primeira fase (Inconscientemente Incompetente), quando se sabe que uma determinada habilidade é pratica de forma excelente, mas pelo dinamismo das competências, vem à insistência de que não há outra forma de executar tal ação. Seria o mesmo que dizer: “sempre fiz assim e sempre deu certo, porque mudar?”.

 

Portanto, o que irá mover sua consciência em sempre buscar um crescimento e aprendizado é exatamente o “inconformismo” ou “insatisfação” consigo mesmo, ou seja, buscando sempre melhorar, aprender, crescer, ser e praticar. Sem esquecer que em toda nossa vida sempre teremos um pouco de cada fase intrinsecamente, pois a vida é dinâmica e existem muitos caminhos para se fazer a mesma coisa.

Cabe então a área competente da empresa avaliar as competências de cada colaborador e fazer gestão diante do ambiente corporativo definido pela missão e visão empresariais.

É isso aí…

Abraços.
E até o próximo artigo…

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Minimum Way

Autor

Profissional da área de TI há mais de 12 anos. Formado em Sistemas de Informação com MBA Gestão Estratégica de Empresas,, atua em projetos de BI Business Intelligence a mais de 10 anos como Consultor. Especialista em Planejamento e execução de projetos de Gestão da Informação dentro das organizações, já participou de projetos de médio e grande porte em empresas localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte MG de vários segmentos de mercado. Focado em resultados e nas melhores práticas na qualidade das informações das empresas para tomada de decisão. Linkedin: https://www.linkedin.com/in/gideaonery Todos os artigos escritos por Gideão Nery no portal TI Especialistas são baseados em estudos de mercado, cases e experiências adquiridas.

Gideão Nery

Comentários

4 Comments

  • Podemos dizer que ficamos pouco tempo no CC e no CI, pois nossa busca constante por conhecimento faz a gente voltar para o CI. E como a área de TI é dinâmica, ficamos pouco tempo no CI.

  • Correção….
    Podemos dizer que ficamos pouco tempo no CC e no CI, pois nossa busca constante por conhecimento faz a gente voltar para o CI. E como a área de TI é dinâmica, ficamos pouco tempo no IC.

  • Uma excelente forma de “fugir” dos riscos que o “IC” nos proporciona é sempre estar “aberto” ao novo e ao dinamismo que a TI tem hoje em dia, como disse, com expertise, nosso amigo Sergio Resende !!

  • Tenho muito o que me preocupar, começando agora no “II”. Gostei do post!

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