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Fazer diferente

publicado por Rodrigo Thedim

Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Após um longo e tenebroso outono e um quase inverno completo, eu retorno. E o tema escolhido para hoje é fazer diferente: como as empresas perdem oportunidades de fazer diferente e nadar de braçada em função do medo.

Como disse lá no primeiro texto, odeio os gurus e estas palavras que são repetidas tantas vezes que acabam por ter seus significados e ideais diluídos em sua quase totalidade, como se colocássemos mais e mais água quente num chá de camomila.

Fazer diferente requer alguns requisitos culturais da empresa e das pessoas. O primeiro, e mais importante, e a capacidade de correção e aprendizado: fazer diferente significa errar muitas vezes, portanto deve ser natural documentar, corrigir e se preparar para o próximo erro.

O segundo é aceitar e incentivar pessoas que queriam fazer diferente. E na prática. Estas pessoas normalmente são consideradas como seres estranhos que não “fazem as coisas como sempre foram feitas” ou pior, como “o mercado vem fazendo”. Este vídeo é uma preciosidade para explicar isso.

E aí pego o gancho para a última característica: o mercado não é um ser infalível e que está sempre correto. Todas as grandes oportunidades de negócio dos últimos anos foram a partir de coisas não praticadas pelo mercado, haja vista o Google aquele buscador que não permitia banners ou qualquer outro conteúdo em sua página inicial (!!).

Muitas empresas se esquecem de pensar por si próprias e simplesmente seguem uma cartilha composta por “melhores práticas” e “experiências anteriores”, sem nem ao menos avaliar realmente o que estão fazendo.

Enfrentar a concorrência não é fazer melhor ou mais barato, mas sim fazer diferente. Colocar a disputa em um patamar que a concorrência não está preparada (ainda) permite que se ganhe valiosa fatia de mercado e lustra a imagem.

Resumindo:

(1)  Cuidado para não desprezar seu capital interno;

(2)  Nem tudo que funciona em um lugar funciona em outro;

(3)  Seja ágil para fazer;

(4)  Seja mais ágil para documentar os erros e acertá-los;

(5)  Volte ao item 1.
Até a próxima edição !

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Autor

Designer, com especialização em Design Digital, MBA em Marketing e uma pós-graduação em Estatística. Carreira desenvolvida nas áreas de Marketing e Tecnologia da Informação na indústria de serviços financeiros (seguros e birôs de informação) e um curioso nato. Atualmente responsável por Serviços ao Consumidor, na diretoria de Inovação e Sustentabilidade.

Rodrigo Thedim

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