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Estamos abrindo (quase) tudo o que fazemos. Explicamos o porquê

publicado por Gary Barnett

Figura - Estamos abrindo (quase) tudo o que fazemos. Explicamos o porquêA tecnologia quer ser aberta. Este conceito – de proporcionar às pessoas as ferramentas e liberdade para criar novos aplicativos, baseados em APIs abertas – está brotando em todos os cantos da tecnologia.

Para ilustrar a natureza perturbadora desse movimento, pense no iPhone. O iPhone original, lançado em 29 de junho de 2007, pré-configurado com os aplicativos que os programadores da Apple desenvolveram – um bloco de notas, um aplicativo do clima e um de mensagens de texto, uma calculadora, etc. Coisas muito simples.

251 dias depois, a Apple lançou uma plataforma de desenvolvimento de software, proporcionando às pessoas as ferramentas para construir seus próprios aplicativos para o iPhone.

De um dia para outro, pequenos e curiosos aplicativos começaram a aparecer na App Store. Hoje, existem mais de 1,3 milhão de aplicativos para iPhone – desde os mega-jogos como o Candy Crush e o Angry Birds, até os fenômenos como Instagram, Tinder e Snapchat.

Teria sido impossível para a Apple desenvolver 1,3 milhão de aplicativos em 6,5 anos (mais de 500 novos aplicativos por dia) e, até mesmo se conseguissem, os aplicativos não seriam tão criativos como aqueles que as pessoas inventaram sozinhas.

O conceito de abertura não é isolado para telefones móveis, também afeta os computadores pessoais, a Web, dispositivos vestíveis, e muitos outros setores.

Agora é a vez das comunicações empresariais.

Durante a maior parte da história da nossa indústria, os produtos de comunicação de classe empresarial têm sido sistemas proprietários muito fechados, devido ao fato de que os produtos que vendemos são focados no hardware. No passado, se você precisasse de um aplicativo personalizado incorporado, por exemplo, um software que permitisse que o seu contact center enviasse os dados dos clientes para um escritório remoto – o processo de desenvolvimento poderia ser lento e custoso.

Conforme virtualizamos partes significativas de nosso portfólio de soluções, abrir a infraestrutura técnica desses produtos tem se tornado cada vez mais viável. Os clientes desejam que o tempo para o desenvolvimento de software seja mais rápido e querem poder fazê-lo eles mesmos. Só assim podem ter um maior controle sobre sua experiência de comunicações empresariais.

Exemplos disso são projetos que – se baseados em tecnologia fechada – poderiam levar um ano para ser entregues e que, por meio do estímulo a comunidades de desenvolvedores, ficam prontos em um fim de semana, apenas.

Assim, a abertura das plataformas de tecnologia é essencialmente benéfica para a indústria, para os nossos clientes e, em última instância, para as centenas de milhões de pessoas que trabalham em todo o mundo e que, todos os dias, podem contar com comunicações de alta qualidade e de nível empresarial.

[Crédito da Imagem: API – ShutterStock]

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Autor

Gary Barnett é vice-presidente e gerente geral de Colaboração da Avaya

Gary Barnett

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