Gestão de Processos

Ξ 2 comentários

Descontrole interno e des-governança de TI

publicado por Mariana Lima

É muito interessante saber que muitos especialistas vêm escrevendo sobre governança de TI, mas quando visitamos as empresas ou até mesmo em sala de aula, apresentamos alguns fatos, possibilidades de controles, riscos e gestão de TI, mas ainda me surpreendo, e negativamente com os problemas apresentados.

O mais engraçado, se é que podemos achar graça, é que muitos dizem: “professor, mas isso é lógico…”, mas aprendi a duras penas, que esta “tal lógica” não é tão simples assim.

Os profissionais até têm boa intenção na implementação de uma gestão de TI com maior segurança, eficiência e efetividade, mas emperram na “gestão financeira de caixa”, e as palavras custos e despesas estão a todo o momento em qualquer reunião de comitê ou de diretoria sobre o assunto TI, mas basta um apagão, uma enchente, uma greve de transportes coletivos, para cobrarem ações de contingência, sejam da TI, compliance, gestores, gerentes, entre outras áreas, não é mesmo?

Mas a TI é custo ou investimento? Eu entendo como investimento, mas mal planejado e aplicado vira custo sim, e ainda pode causar inúmeras despesas indesejadas e inesperadas.

Portanto, Compliance, Controles Internos, Governança Corporativa, Segurança da Informação, Gestão de Riscos, Governança de TI, Gestão Financeira, Gestão de Continuidade de Negócios, tem alguma coisa em comum? Depende da empresa e da cultura de gestão implementada, muitas empresas querem fazer, as emperram na falta de profissionais, mas quando têm os profissionais, não dão recursos, e acham que todos somos alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, portanto somos da Ordem da Fenix liderados pelo Harry Potter.

Necessitamos mudar nosso foco na forma de apresentar as soluções para evitar a tal dês-governança corporativa ou de TI, ou até o descontrole interno ou mesmo a in-segurança da informação, mas de que forma podemos atingir a consciência dos gestores? Apresentar fatos terriveis, parece que não causa mais o mesmo efeito. E isso serve para qualquer atividade na empresa, pois são inúmeros profissionais exercendo varias atividades que a cada dia necessitam de mais conhecimento, de mais especialização e de mais apoio daqueles que nos cobram quando alguma coisa dá errado, sejam paradas das atividades, perdas da dados, fraudes, erros “não intencionais”m entre outras inúmeras possibilidades.
Pense nisso e identifique onde você está inserido neste processo.
Descontrole interno e des-governança de TI será o tema abordado por Marcos Assi na 6ª. Ediçãod GRM 2011.

6ª Edição Global Risk Meeting
Data : 12 de Setembro
Local : Fábrica de Negócios
Av. Monsenhor Tabosa, 740 – Praia de Iracema – Fortaleza – CE
Inscrições: www.globalriskmeeting.com.br
Tel.: (11) 3285.6539

Sobre o Global Risk Meeting
Com o objetivo de fomentar no mercado nacional cada vez mais as melhores práticas internacionais o evento reunirá as maiores organizações para discutir demandas atuais e tendências mundiais relacionadas às melhores práticas sobre os temas de: Gestão de Riscos, Segurança da Informação, e Controles Internos.
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Compare preços de Uber, 99 e Taxi

Minimum Way

Autor

Mariana Lima - Analista em marketing digital na Daryus Strategic Risk Consulting, Graduada em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda pela Universidade Cruzeiro do Sul –SP. Social Media, Blogueira no www.marymusuc.wordpress.com e colunista em outros blogs.

Mariana Lima

Comentários

2 Comments

  • Mariana,

    gostei muito do artigo. Parabéns!

    Muitas empresas encaram a TIC somente como um custo operacional e não com a ótica de que será um investimento na otimização de processos gerenciais, projetos de TIC devem ser avaliados como quaisquer outros projetos do core business da empresa e usando as metodologias padrões por estarem simbioticamente ligados, nem que seja para montar um planilhazinha mostrando o Payback de projeto só para saber se ele realmente é viável. É fácil e mostrará aos gestores financeiros os principais atrativos da novidade, uma quebra de paradigma.

    Depois que o projeto for executado pode virar uma operação, se for rentável ou não para a empresa é o que deve ser decidido pelos gestores após uma avaliação se está trazendo benefícios ou não. Uma vez fui numa empresa onde implementaram uma caríssima Intranet visando a diminuição da comunicação por e-mail através de upload de arquivos e ninguém usava, a cultura da empresa não permitia um empreendimento deste tipo, e todo mundo continuava a enviar arquivos gigantes por e-mail que iam para o provedor para depois voltar para a infraestrutura de internet da empresa, uso dobrado da banda!

    Acredito que a TIC deve ser utilizada na otimização de processos e francamente, acho que muita gente enxerga de maneira desconfiada porque muitos profissionais da área não sabem explicar COMO utilizar a tecnologia para alavancar a empresa em seu core business. Se no caso da Intranet que citei acima o gestor de TIC elaborasse uma política de uso do sistema e organizasse treinamentos o investimento não seria em vão.

    O que me deixa mais preocupado? Muitas empresas funcionam com essa TIC capenga. E dão lucro. Imagina no dia em que souberem utilizar a tecnologia na mais pura e simples forma: a correta.

  • Muito bom Mariana,

    Tem alguma literatura de referência, foi você quem escreveu o artigo ?

    abs

You must be logged in to post a comment.

Busca

Patrocínio

Publicidade




Siga-nos!

Newsletter: Inscreva-se

Para se inscrever em nossa newsletter preencha o formulário.