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TI – Muita tecnologia e pouca informação

publicado por João Ricardo Martins Cezar

Muita tecnologia e pouca informaçãoA abordagem desta matéria pretende olhar um pouco além das iniciativas tradicionais dos sistemas transacionais de gestão empresarial, que apesar de fundamentais, se mostram limitados para o atendimento de alguns processos estratégicos, que acabam ficando à margem dentro das organizações, sendo tratados de forma pessoal e não sistêmica.

Independente do porte e objetivo, deve estar claro que todas as iniciativas para garantia e conformidade da informação são importantes. Ressaltamos a arquitetura da solução e governança como atividades fundamentais, e podemos destacar a maturidade do embasamento tecnológico e metodológico.

Na visão da Solução, como trabalhamos em camadas a partir dos requisitos dos diversos projetos, o atendimento das especificações permite que se reduza ou elimine falhas. Estas camadas são de infraestrutura, plataformas e software. Não vou entrar no detalhamento, mas alguns assuntos serão tratados, como: segurança, banco de dados, sistema operacional, aplicativos de apoio, hardware, etc.., o que determina a arquitetura da solução.

Na visão Corporativa, dependendo do porte e relacionamento institucional com o mercado, deverá apresentar ainda informações relevantes de como será realizada sua gestão. Podemos citar algumas políticas de: Plano de Armazenamento e Acesso a Informação, Plano de Contingência, Convergência de Serviços, Segurança da Informação, Disaster Recovery, Redundâncias de Hardware e Comunicação, Aceleração e Balanceamento, Políticas de Uso dos Recursos Tecnológicos e da Informação, Gerenciamento e Conformidade, Política de Continuidade de Negócios, enfim, a Governança de TI.

Nada errado com estas visões, que devem ser tratadas com o máximo de preocupação e comprometimento, pois todas estas iniciativas garantem a disponibilidade, o uso e recuperação do ambiente de software, onde estão os principais ativos das empresas.

Mas podemos afirmar que todas estas práticas e esforços na arquitetura da solução, metodologias, políticas e práticas da organização garantem o máximo em termos de qualidade da informação? Como Metodologia e Tecnologia com certeza, como Qualidade e Disponibilidade da Informação, nem sempre.

Com anos de investimento em sistemas de gestão empresarial, que tornaram-se sistemas estratégicos e indispensáveis, o resultado destas iniciativas atende de forma diferente aos usuários da organização de acordo com níveis de necessidade e expectativas.

A pressão por novos ambientes de Informação acompanha o volume de novas fontes e meios de informação, como por exemplo a WEB, e também novas abordagens, antes fora de foco devido as ações estruturantes, como os próprios ambientes de gestão transacional (ERPs), mas vemos que o caminho é contínuo e necessário.

Processos estratégicos e de alto impacto nos negócios, ainda apresentam uma estrutura informal, não integrada e pessoal. Será necessário tratar processos, como Gestão Estratégica, Marketing, e Novos Negócios, somente para citar alguns, como tratamos outros processos de gestão nas organizações, como Físico/Materiais, Financeiro, Contábil e Fiscal (que é a coluna vertebral dos ERPs).

Mas, enfim, de quem são estas informações? Da organização, dos departamentos, das pessoas, dos órgãos fiscais e reguladores? O que vemos é que por mais estruturados que sejam estes sistemas, por mais metodologia, arquitetura e conformidade, observamos que ainda há muito o que fazer para melhorar a base de informação para a tomada de decisão, que possa contribuir para melhorias de processos, competitividade, lucratividade e novas ações estratégicas. Isto somente corrobora com o que acompanhamos nas corporações, que é o aumento da pressão para que TI se aproxime cada vez mais do negócio da empresa.

Assim, cresce o nível de necessidades e maturidade de ambientes de gestão do conhecimento, a partir do tratamento de novas estruturas de informação, para o implemento de novas iniciativas, sejam processuais (novos processos de negócio), informacionais (novos ambientes de informação), ou adaptativas (tratamento de casos específicos da dinâmica de negócios que impactem na estratégia e resultados da organização).

Então cabe perguntar, será que as organizações realmente estão atendidas quando o assunto é informação?

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Autor

João Ricardo Martins Cezar - profissional de TI com mais de 20 anos de experiência em projetos de Gestão Empresarial, de diversos portes e complexidade, formado em Economia e especializado em Processos Empresariais, colabora com artigos para este site, diretor na EBS IT Software, desenvolve projetos de Social Business e Redes Sociais Corporativas, ainda dentro das expertises e alianças projetos de Gestão Empresarial (ERP) e Gestão de Recursos Humanos (RH).

João Ricardo Martins Cezar

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