Segurança da Informação

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Segurança da Informação no Espírito Santo

publicado por Paulo Henrique Rabelo Coutinho

O Plano Diretor de Segurança da Informação (PDSI) foi lançado em fevereiro de 2009 e está alinhado com o Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2025. Este apresenta como uma das prioridades aumentar o grau de confiança dos capixabas nas instituições públicas.

Uma das alternativas para alcançar esse objetivo é melhorar o nível de segurança das informações governamentais, o que já está sendo consolidado com primeiro do Data Center do Estado, a ser inaugurado no próximo dia 20 de outubro. Sob a responsabilidade do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest), esse novo ambiente vai reunir, com mais confiabilidade, os dados de todas as secretarias estaduais e de diversos órgãos públicos.

Com um investimento de aproximadamente R$ 22 milhões, o Data Center representa um avanço na segurança da informação do Governo do Estado. Isso porque tem uma infraestrutura que possibilita aos servidores (equipamentos responsáveis pelo processamento de dados) estarem numa sala cofre, local à prova de fumaça, água, fogo, vandalismo, pequenos desmoronamentos e roubos.

Outro requisito que reforça a confiabilidade é a presença de refrigeradores para controle de temperatura e umidade, além de sistemas de detecção e combate a incêndio. A estabilidade dos serviços também será ampliada com nobreaks e geradores, que evitam a paralisação das atividades, quando há problemas no fornecimento de energia.

Com esses recursos, o Data Center contribuirá para melhorar o acesso a diversos serviços públicos estaduais. A razão disso é que vai proporcionar mais segurança para ferramentas importantes, como o Gestão Hospitalar (responsável por verificar a disponibilidade de leitos de urgência e emergência na rede estadual e pela ata de registro de preço de medicamentos), o Farmácia Cidadã (controle do processo de solicitação e de encaminhamento dos medicamentos de alto custo para a população), a Agência Virtual da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), diversos sites governamentais e a Delegacia On-Line.

O novo ambiente vai, ainda, processar as informações do Sistema de Gestão Escolar (disponibiliza o boletim eletrônico de desempenho dos estudantes na web), do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siarhes) e do Sistema de Protocolo Eletrônico (SEP), que controla operações referentes à produção, recebimento, registro e tramitação de processos do Poder Executivo.

A Administração Pública Estadual vai estar numa nova conjuntura tecnológica com o Data Center, que é uma das prioridades do Plano Diretor de Segurança da Informação do Governo do Estado. Este também possui iniciativas focadas para a conscientização do servidor público no sentido de preservar atributos relativos às informações, como a integridade (conteúdo alterado apenas de forma exata), disponibilidade (usuários terem acesso aos serviços quando necessário) e confidencialidade (acesso aos dados somente por pessoas autorizadas).

Inegavelmente, é preciso unir as ações estruturantes com um comportamento profissional que proteja as informações contra destruição, modificação, comercialização, divulgação indevida e acessos não autorizados. Dessa forma, caminharemos para a modernização e a melhoria dos serviços públicos eletrônicos prestados à população.

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Autor

Paulo Henrique Rabelo Coutinho é administrador de empresas formado pela Faesa, em 1983. É pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC). Trabalhou por 27 anos na ArcellorMittal (antiga CST), o último cargo que ocupou na empresa foi o de Gerente de TI, em São Francisco do Sul (SC). Coutinho também teve passagens pela Companhia Vale do Rio Doce e Escelsa (hoje EDP). Em setembro de 2009, assumiu a presidência do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest).

Paulo Henrique Rabelo Coutinho

Comentários

1 Comment

  • Infelizmente, no Brasil, ainda não estão dando a devida atençao ao assunto exposto, em quanto no exterior, até escolas secundárias possuem o pessoal de segurança da informação. Sucesso!

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