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“Programa de excelência” atende pessoas com deficiência nos EUA

publicado por Wanderlei Bonifacio

Estive lendo alguns livros sobre superação, metas e desafios e pude perceber que os maiores vencedores do nosso Brasil sem dúvida alguma são as pessoas com algum tipo de deficiência. Eles continuam a ser um recurso pouquíssimo explorado como força de trabalho em nosso país, enfrentando uma altíssima taxa  de desemprego na ordem de 70%.

Nos Eua existe uma organização chamada Nish, sem fins lucrativos que ajuda a obter contratos federais para as agências que empregam pessoas com deficiência por meio do Programa de Javits-Wagner-O’Day, dessa forma estão trabalhando para mudar o status em todo o país.

A organização lançou um novo programa pelo qual entidades são designadas como “Centros de Excelência” servem como mentores de outras agências para ajudar a melhorar a qualidade dos serviços e produtos que fornecem ao governo federal.

O Programa de Javits-Wagner-O’Day é a maior fonte de empregos em os EUA para pessoas com deficiência. Muitas vezes é chamado como o programa JWOD, que oferece oportunidades de emprego para mais de 45.000 pessoas que são cegas ou com outras deficiências graves.

Por meio do programa JWOD, a Nish trabalha com uma rede de mais de 600 agências sem fins lucrativos que empregam e treinam pessoas com deficiência.

O programa decorre da Lei de Wagner-O’Day, aprovada em 1938, que oferecem oportunidades de emprego para cegos, permitindo-lhes a fabricar pincéis e vassouras para vender ao governo federal. Em 1971, o Congresso alterou a lei para incluir pessoas com deficiências graves e para permitir que as agências de prestação de serviços, bem como produtos, venham fazer parte.

De acordo com uma recente pesquisa da Harris Interactive, duas em cada três pessoas com deficiência que não estão trabalhando querem trabalhar, são qualificadas, mas a faltam oportunidades e as questões de acessibilidade os impedem de encontrar um emprego.

Aí percebo que no Brasil esses deficientes são altamente qualificados, em sua maioria cursando ou já formados em nível superior e pós-graduação, alguns até falam outros idiomas e que para se chegar no mercado de trabalho precisam de medidas provisórias feitas pelo governo até para se ter cotas em concursos públicos ou empresas privadas, tamanha a discriminação e de algo que é um direito de todos pela constituição.

O que nós cidadão podemos contribuir para mudar esse cenário? Essa é a pergunta que fica para todos, participe, dando a sua opinião.

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Autor

Wanderlei Bonifácio é Graduado em Análise de Sistemas Pós-graduação Gestão de Projetos pela FGV Pós-graduação em Marketing Digital pela FGV, Mestrando em Ciências da Computação pela Faccamp Cofundador da Infonegócio Treinamentos Empresariais Carreira desenvolvida há mais de 18 anos na área projetos, comercial, fidelização e relacionamentos com clientes, implementando produtos, serviços em Tecnologia da Informação e Telecomunicações. E-mail: wanderlei@outlook.com - Cel.: (11)-98687.7711

Wanderlei Bonifacio

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