Carreira

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O profissional de TI é um campeão ou uma vítima?

publicado por Erik Bertelli

Até um ano atrás, o Profissional de TI precisava se especializar em uma ferramenta, um conhecimento, e isso já bastava mas hoje, com a necessidade de tempo e mão de obra qualificada o perfil esta mudando para um multitarefa, um profissional flex, aquele que agrega vários conhecimentos tem a oferecer um pacote mais completo para a empresa por um custo muito baixo do tipo leve 2 pague 1.

Mas isso não e fácil obter, porque a personalidade do individuo propicia ou não esse tipo de atuação. Tem os técnicos, que conhecem bem a ferramenta, sabem desenvolver uma solução plausível para o produto em contrapartida, existem os funcionais, ou seja, aqueles que sabem articular, destrinchar informações relevantes para o desenvolvimento do mesmo, conseguem tirar do cliente dados importantes, que o técnico, não tendo essa aptidão, precisa do segundo e vice-versa.

Um profissional flex é aquele que agrega traços tanto de um quanto de outro, e oferece a empresa maior qualidade em menor preço, pois ao invés de contratar dois, contrata-se apenas um para desempenhar o serviço requisitado. Mas espere ai! Isso não é acumular função?

Hoje, a corrida desse profissional é para o aprimoramento da sua inteligência emocional, o que há algum tempo, não era importante. Fazendo alusão a evolução tecnológica, o ser humano precisa de ferramentas, conhecimento para a sua própria evolução, que esta disponível e em grande quantidade devido à disseminação dessas informações na internet, como artigos, livros, revistas digitais, enfim, uma infinidade de recursos para esse upgrade pessoal. Mas nem sempre tão barato asim, um curso de banco de dados por exemplo custa em média pouco mais de dois mil reais, tudo bem que tem alguns sites que disponibilizam conteúdo para esse tipo de curso, mas os que realmente precisa ser presencial custa caro e são sem dúvida alguma os melhores para a minha opinião, sendo que hoje em dia um analista de suporte precisa saber e entender um pouco de banco de dados.

Mas como tudo na vida tem os pros e contras, essa necessidade faz com que o individuo procure sua própria evolução, mas as empresas cobram de um empregado o que seria serviço de dois, por razão de tempo, recursos financeiros e prazos a cumprir.

Isso recai sobre outro assunto, que e o perfil profissional dos consultores e funcionários fixos. Os primeiros executam serviços de menor tempo, pontuais, enquanto os outros conhecem a vida e cotidiano da empresa, desempenhando papeis contundentes na vida administrativa e técnica da empresa. Pode-se ver ai uma distinção grande entre cada perfil, ate a maneira como cada um constrói sua vida profissional, e pessoal consequentemente. Por isso, a gestão de um projeto precisa ser bem definida de acordo com esses perfis, saber ao certo aonde se quer chegar, mas com respeito aos funcionários, que são seres humanos, e apesar de trabalharem com a informação tecnológica, não executam tarefas em serie, como um sistema pipeline, em que um mecanismo e implementado com base no conceito original de canalização, um conjunto de processos encadeados através de seus fluxos padrão, de forma que a saída de um processo é utilizada como entrada do processo seguinte. Cada conexão é implementada através de um pipe anônimo e frequentemente são utilizados filtros nos dados transferidos entre os programas.

Em alguns anos de experiência, notei que há uma divisão bem distinta entre os que são contratados de uma empresa e os que prestam serviço. Os primeiros costumam se formar, fazer especializações, pós-graduação, para assim poderem ascender em suas carreiras, ou seja, acabam tornando-se multitarefas, enquanto os segundos, alguns nem terminam a graduação, vão direto para certificações, ou fizeram especializações, MBA’s. Vamos pegar São Paulo, há algumas escolas que oferecem cursos de especialização em Banco de Dados, Sistemas ERP, SAP, e os alunos em sua maioria são prestadores de serviço, sem vinculo empregatício com as empresas, os famosos consultores.

Portanto, a necessidade agora do mercado e daquele profissional que quer conhecer, esta em posição de aprendiz, pois quanto mais conhecimento, melhor, e isso reflete diretamente no seu modo de encarar a vida, como reage aos desafios e se coloca em posição de vitima ou de campeão.

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Autor

Com 11 anos na área de TI tenho sólida experiência em redes coorporativas (administração e gerenciamento) e suporte técnico (hardware e software). Procuro sempre fazer o melhor de minhas tarefas e com isso deixar meus clientes satisfeitos. Minhas habilidades são: . Configuração e administração de Servidores Windows 2003 Server; . Configuração de rotinas de Backup através do software Arcserver; . Configuração do RAS ( Remote Access Service ) Serviço de Acesso Remoto, . Configuração e administração do DHCP; . Configuração do DNS ( Domain Name System); . Configuração e administração do Active Directory; . Implantação, configuração e administração do Domain Controller; . Administração do Exchange Server 2003 integrado com o AD; . Administração do ISA Server como Firewall; . Configuração de Políticas de Grupo Locais ou do Domínio ( GPMC ); . Publicação de Sites via IIS; . Publicação de Componentes via COM+; . Execução de scripts e análise de falhas;

Erik Bertelli

Comentários

3 Comments

  • Erik, qualificação técnica é muito importante, mas acho que a disposição para aprender e a criatividade (a capacidade de ter ideias capazes de aperfeiçoar os processos de trabalho) são ainda mais importantes que isso. Eu estou dentro dessa categoria de profissional multitarefa – basta dar uma olhada no meu perfil no Linkedin – , mas também temos que começar a nos preocupar com outra coisa: quando isso deixa de ser uma característica positiva para se tornar algo negativo, estressante e sufocar o profissional. Tenho conseguido separar minha vida em “caixinhas”, aproveitando sempre ao máximo meu pouco tempo de lazer e relaxamento. Já tive problemas com estresse que consegui superar com essa nova filosofia de vida: preciso estar sempre bem e fazer o melhor de mim, o resto está fora do meu controle. Mas muitos profissionais não conseguem, e aí? As empresas também precisam começar a se preocupar com isso e adotar medidas para evitar ter profissionais estressados e infelizes, que não farão um bom trabalho. Ótimo artigo! []s!

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