Carreira

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Como éramos e como devemos ser em TI

publicado por Everton Almeida

Como eramos e como devemos ser em TIIniciarei com este artigo uma série que espero agregar a vida profissional e ética de todos que atuam com Tecnologia e Negócios na atualidade, esta série terá como foco temas sobre:

E para falar de assuntos como estes iniciarei enfatizando o papel e a postura dos profissionais de TI e suas ramificações.

Considero os pontos citados acima de suma importância para a atividade desenvolvida na  carreira, visão de mercado e negócio.

Nossa História

Tempos atrás a Tecnologia era tratada como apenas uma peça de todo o “quebra cabeça do negócio”, por questões óbvias o profissional de Informática (como era conhecido na época), também era parte deste contexto limitador que as empresas condicionavam.

Alguns anos depois, grandes instituições, organizações e a indústria como um todo perceberam a relevância da Tecnologia da Informação no âmbito de negócio, bem como sua participação ativa, iniciando uma era a qual profissionais até então considerados extremamente técnicos, receberam a oportunidade de desenvolverem novas habilidades focadas no negócio da empresa.

Aos poucos foram conquistando uma cadeira, hoje cativa em reuniões para tomada de decisões estratégicas,  privilégio não apenas em grandes empresas, mas de médio e em alguns casos pequeno porte também.

O Mercado

A competitividade acirrada em tempos extremamente dinâmicos, são conduzidos por pilares que fornecedores  de produtos e serviços são cobrados os quais destacam-se: qualidade, velocidade na entrega e Preço são eles o combustível do mercado consumidor.

Produtividade

Com esta sucinta visão histórica e de mercado, rapidamente um ponto interessante surge, a produção individual, que ligada a personalidade, visão de futuro, perspectiva de carreira e somada a outros gera a Produtividade, que apesar de ser conhecida de longa data do trabalho em série, hoje é vista com bons olhos quando é acompanhada da Proatividade.

Privilegiados

Pois bem, profissionais de TI são privilegiados ante diversas áreas existentes atualmente (sem desmerecer nenhuma claro), mas estes profissionais possuem características impressionantes, motivadoras, adaptativas, autodidatas, articuladoras entre outras.  Mas apesar de possuírem tais habilidades, muitos ainda não se deram conta de como podem utilizá-las a seu favor e em benefício de sua empresa.

Temas como:

  1. Sistemas de Gestão e Segurança da Informação;
  2. Formalização, modelagem, categorização e otimização de processos;
  3. Continuidade de Negócios;

São assuntos de pouco conhecimento da alta administração de uma empresa, em muitos casos são de alguns analistas e gerentes de TI também.

Existe um abismo muito grande entre o cenário ideal e o real nas organizações e cabe a nós especialistas, consultores, gerentes e analistas, conscientizarmos e tornar real e palpável nas empresas estes temas não apenas evidenciando o que falta ou  o que se pode melhorar, mas sim, entendendo o negócio, vislumbrando: redução de custos, benefícios e ganhos financeiros ao produto ou serviço final.

Primeiro ponto de atenção

Não sabemos vender bem nossas idéias, somos extremamente objetivos nestes momentos expositivos, uma característica louvável para esta área de atuação, porém falha em momentos que precisamos “vender”, seja interna ou externamente nossas sugestões de melhoria e de ganhos significativos para as empresas.

Segundo ponto de atenção

Poucas pessoas pensam “logicamente” como nós com tanta facilidade, somos treinados há anos neste segmento e focados na resolução de problemas. Desta forma muitos de nós pensamos que toda a empresa ou os colegas de outros departamentos possuem obrigação de pensar igual ou chegar ao mesmo denominador rapidamente. Este é um  grande erro e talvez o maior deles pois o ponto citado anteriormente está intimamente ligado com este assunto.

Terceiro ponto de atenção

Precisamos desenvolver algumas habilidades ainda inatas em nossa geração de profissionais de TI.

Quero citar rapidamente algumas das habilidades antes de concluir:

  • Visão do Macro Negócio;
  • Gestão “coerente” de pessoas;
  • Equilíbrio (entre o ideal e o real) de propostas de melhorias;
  • Vocabulário compreensível sem “tecniquês”;

Gostaria de citar muitos outros e detalhar cada um porém o tempo não nos permite, espero que tenham se identificado com o conteúdo deste primeiro artigo.

 

Continuem com os feedbacks!

[Crédito da imagem: Como devemos ser em TI – ShutterStock]

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Minimum Way

Autor

Everton Almeida possui experiência de 8 anos na área de Tecnologia da Informação, atuou em diversos projetos de consultoria, assessoria e auditoria nos mais variados segmentos, dentre eles indústria, metalúrgicas, bancos, prestadores de serviços e governo os quais se destacam: TECBAN (Banco 24 horas), TIVIT, CIP ( Comissão Interbancária de pagamentos) e SESGE ( Secretaria de Segurança de Grandes Eventos), sendo este último o projeto de integração dos sistemas das forças armadas e corporações governamentais, atualmente é Analista de Governança Sr. no Atacadista Roldão. Linkedin: br.linkedin.com/in/evertonalmeid/

Everton Almeida

Comentários

4 Comments

  • Muito bom o artigo!!!! Parabéns Everton.
    Aguardo os próximos artigos 🙂

  • Parabens, Everton gostei muito do seu artigo, espero que voce sempre escreva artigo como este.

  • Parabéns pelo post Everton!
    Abs
    Rodolfo Medeiros

  • Gostei da publicação, Everton. Parabéns.

    Se possível, creio eu que seria de grande valia difundir mais publicações sobre Gestão de Processos, Auditoria, etc. Trabalho há 3 anos na área de TI. Hoje, estou interessada na área de processos, bem como sua otimização.

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