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Business Intelligence e psicologia

publicado por Marcelo Kochenborger Krug

Figura - Business Intelligence e psicologiaO Business Intelligence está muito aliado aos processos para de uma forma ou de outra ajudar pessoas à atingirem suas necessidades.

A pirâmide contempla a hierarquia de necessidades proposta por Abraham Maslow, psicólogo americano. De acordo com Maslow, temos que percorrer ou melhor, suprir estas necessidades até atingirmos nossa realização pessoal.
As necessidades estão amplamente referenciadas, mas são compostas por necessidades menores em cada um dos Piramide Hierarquica Maslowseus graus hierárquicos.

Direto ao ponto: Tendo o mínimo de conhecimento de vendas, conseguem imaginar um produto no mercado que não atenda à nenhuma destas necessidades? Com a resposta, conseguem ver que é possível enriquecer as bases de dados com informações de ações visando suprir necessidades de cada um dos clientes?

Muitas empresas que fazem o Business Intelligence acontecer, contam com profissionais das mais variadas especializações nas suas equipes. Departamentos de BI começam a contar com especialistas em Direito e em psicologia para compreender melhor o comportamento das pessoas. Isso é cada dia mais visto e necessário.

Vamos ao que interessa neste artigo. Na prática, o profissional BI vai estar pensando na base de dados, na extração e transformação, no modelo analítico e ainda na entrega da informação. Quer satisfazer a necessidade. Muito da informação vai ser retirada das aplicações e bases de dados transacionais. Mas também muitos fatores estarão fora do contexto que é visto no primeiro momento. Este momento é muitas vezes técnico, e precisa levar uma carga de interpretação. De compreensão do comportamento.

Hoje conseguimos prever o sucesso de um produto ao colocar análises em redes sociais. É o comportamento “racional” de cada um de nós que define o sucesso disso ou daquilo. Vejam um exemplo: Quando vou comprar uma televisão pela internet, antes de fechar a compra tenho duas possibilidades. Uma delas é um aparelho da marca ABC que é vendido por R$ 1.000. E, nos comentários tenho 92 que dizem que é uma boa compra e 8 que dizem que é ruim e não vale a pena. E o outro aparelho, da marca XYZ, custa R$ 950 e não há qualquer comentário. Pesquisas mostram que os compradores decidem por comprar a mais cara. Pois psicologicamente temos um gatilho que nos diz que temos alguma vantagem.

A escolha de dados: Em conjunto com o psicólogo, o perfil mais técnico consegue perceber como a informação está relacionada ao meu fato;

As equipes com estas capacidades conseguem produzir informações interessantes. Que geram resultados reais e dependendo do negócio que está sendo analisado, fazem a diferença. Não é um robô que está comprando do outro lado. É uma cabeça que tem emoções, que se estressa quando a página demora mais que 3 segundos para abrir. Hoje em dia, se nosso cliente está lendo um e-mail extenso com nossos produtos e “aparece” a barrinha do aplicativo de mensagens, done!, perdemos o cliente. Ele até pode ler, raro isso, até o fim. Mas o interesse dele agora é na mensagem recebida.

diversas análises no mercado de Business Intelligence sobre métodos. Acredita-se que com o método adequado é possível gerar resultados diferentes na análise de informações. O certo é que temos cada vez mais especialistas de outras áreas de atuação vindo para o Business Intelligence. Físicos, psicólogos, advogados até.

São pontos de encontro de diversos estudos e o Business Intelligence é uma maneira de leitura da informação gerada ao externarmos nossas emoções. E cada vez mais geramos informação. E cada vez mais a informação gerada é armazenada. Claro que temos análise em cima de dados mecânicos, mas a ocorrência de derrapagens de percurso são mínimas em relação às variâncias emocionais.

[Crédito da Imagem: Business Intelligence – ShutterStock]

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Autor

Sou o Marcelo K Krug e nos últimos 12 anos tenho trabalhado com Business Intelligence e suporte técnico especializado na suite Microsoft SQL Server. Trabalho no mercado de Business Intelligence em Portugal e Europa há 6 anos. Trabalhei em projetos de companhias petroquímicas, telefônicas, bancos, gestão de supermercados e shoppings centers, tecnologias, instituições de ensino, gestão de processamentos de pagamentos e companhias aéreas. Atualmente tenho trabalhado em cima de fortalecimento do Business Intelligence. Desmistificando algumas situações que foram criadas pelo mercado. Muito a partir de participação em fóruns, congressos e pelo site www.bibrasil.net.

Marcelo Kochenborger Krug

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