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	<title>TI Especialistas</title>
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		<title>Cuidado ao matar moscas. Elefantes podem estar passando sem você ver</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plinio Vitorelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de problemas]]></category>
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		<description><![CDATA[Um gestor vive seu dia a dia tomando decisões, acompanhando as tarefas, gerenciando sua equipe, enviando report para seus superiores, entre outros. Porém, um ponto muito importante que eu gostaria de abordar (que é vital para atingir os objetivos traçados), é como o gestor gerencia os problemas e imprevistos que surgem pelo caminho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria inicialmente de agradecer a oportunidade em participar do grupo, compartilhando um pouco da minha experiência obtida ao longo desses anos. O tema que será abordado hoje está relacionado a gestão.</p>
<p>Um gestor vive seu dia a dia tomando decisões, acompanhando as tarefas, gerenciando sua equipe, enviando report para seus superiores, entre outros. Porém, um ponto muito importante que eu gostaria de abordar (que é vital para atingir os objetivos traçados), é como o gestor gerencia os problemas e imprevistos que surgem pelo caminho. Esses são fatores não previsíveis, simplesmente aparecem sem serem chamados (e muitas vezes chegam na pior hora).</p>
<p>Vamos separar os problemas em dois grupos: o grupo das moscas e o grupo dos elefantes. O grupo das moscas é conhecido por ser algo leve e facilmente resolvido. Você até consegue conviver com ela, embora aquele zunido no final lhe cause algum incômodo. O grupo dos elefantes (também conhecido como os famosos abacaxis ou pepinos) já é algo bem mais pesado, está claramente na sua frente, não se consegue fingir que não existe. Consequentemente requer maior habilidade (e muitas vezes experiência) por parte do gestor.</p>
<p>Primeiramente, o gestor precisa aprender a separar as moscas dos elefantes. Embora essa tarefa pareça ser a mais simples, muitos gestores têm dificuldades com isso. Quantas vezes vemos empregados insatisfeitos porque seus superiores não deram atenção a problemas graves por estarem ocupados com assuntos sem relevância? Esse é um aspecto importante, pois pode gerar descrédito junto a equipe.</p>
<p>Outro fator relevante que o gestor precisa ter ciência: uma mosca pode virar um elefante. Por não dar atenção a um problema relativamente simples de solução, a mosca pode passar por um processo de &#8220;mutação&#8221; e virar um elefante. Isso pode prejudicar a carreira do gestor, aparentando para os demais do grupo que ainda falta experiência para resolver questões simples.</p>
<p>Uma habilidade importante que o gestor também precisa ter é de identificar possíveis elefantes disfarçados de mosca. Isso requer certo feeling, pois alguns problemas que aparentemente são tranquilos de resolver trazem por trás algo muito mais grave. É como o exemplo de um vazamento, achamos que é algo muito simples de resolver, porém pode estar comprometendo toda a estrutura da casa. Só saberemos realmente se o problema é grave ou não perseverando até o fim.</p>
<p>Para aqueles que estão em nível de supervisão, é extremamente importante ter a característica de perseverança. Muitas vezes um supervisor fica no superficial, somente nas moscas, deixando a responsabilidade dos elefantes para o gerente. Quanto mais elefantes o supervisor resolve, mais ele está demonstrando que é capaz de alcançar cargos maiores na organização, além de servir como experiência para sua carreira.</p>
<p>A forma de matar as moscas e os elefantes também é muito importante, devemos ser eficazes (fazer da melhor forma). Por exemplo, pode-se matar uma mosca usando um inseticida ou dando um tiro de bazooka. As duas formas alcançarão o resultado esperado, porém a primeira opção foi eficaz, enquanto a segunda somente eficiente. Isso é vital nos dias de hoje, pois precisamos de uma equipe com alta performance.</p>
<p>Esteja sempre atento, busque matar todas as moscas eficazmente para garantir que nenhuma delas se torne um elefante. Entretanto, se o temido elefante surgir, saiba priorizar! Lembre-se: não conseguiremos atingir os objetivos por causa dos elefantes que surgem e não das moscas.</p>
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		<title>Dica de Carreira &#8211; Networking &#8211; Você toma café?!</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Miceli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[dica de carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[networking]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Interpessoal]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou falar sobre dicas para expandir seus relacionamentos profissionais ao longo das #dicasdecarreira e por isso, vamos começar do lugar mais óbvio possível: sua empresa atual!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer sem sentido esta pergunta, mas vou explicar a origem desta história&#8230; este é o módulo básico 1 do networking&#8230; <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vou falar sobre dicas para expandir seus relacionamentos profissionais ao longo das #dicasdecarreira e por isso, vamos começar do lugar mais óbvio possível: sua empresa atual!</p>
<p>Se você é um executivo que já chegou lá ou se você  não quer ser executivo e/ou ainda não chegou lá, leia com carinho&#8230; isso pode ser útil&#8230;  &#8221;nada é tão bom que não possa ser melhorado&#8221;!</p>
<p>Se tem um frase que me descreve bem: &#8220;Abençoada por Deus e <em>workaholic</em> por natureza!&#8221; (<em>workaholic</em> = viciado em trabalho)&#8230;  Durante um certo e razoável tempo, achava que bastava ser tecnicamente boa&#8230; produtiva e outras qualidades relacionadas a parte técnica.</p>
<p>Chegava ao ponto que me incomodava ir tomar café e deixar as tarefas&#8230; aí comecei a perceber e felizmente também me &#8220;deram um toques&#8221; que eu precisava ser mais sociável&#8230; <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   - eu comecei a refletir sobre o assunto, sobre minha personalidade, o que fazia sentido para mim&#8230; sobre qual era o plano de ação para eu ir melhorando neste quesito até que chegasse ao ponto que fosse eu &#8220;alto desempenho&#8221; neste item&#8230;</p>
<p>Brinco com alto desempenho, pois uma coisa é uma pessoa que nasceu para vendas &#8211; de 0 a 10 &#8211; talvez ele seja 9 em &#8220;gosto para eventos&#8221;, &#8220;gosto para café&#8221;, &#8220;gosto para relações públicas&#8221;&#8230; eu já sou mais analítica, mais introspectiva, me preocupo em escutar as pessoas e com as pessoas&#8230; gostava  e gosto das pessoas com as quais eu trabalhava, mas se você me perguntar: você prefere uma festa ou um computador/ficar sossegada em casa?! O que vocês acham? (É aquele tal: nem melhor, nem pior &#8211; apenas alinhado com aquele perfil)</p>
<p>O ponto é: você precisa aprender a tomar café &#8211; se você ainda não faz isso&#8230;</p>
<p>Vamos às segregações por &#8220;função&#8221;:</p>
<p><strong>Se você é executivo e tem equipe</strong> - o café pode ser aquela hora para você dar &#8220;aquela quebrada no clima de trabalho, trabalho e trabalho&#8221; e até mesmo melhorar o desempenho da equipe. Se você precisa de uma explicação mais técnica sobre isso, existe bibliografia que comprova: Elton Mayo (Mais detalhes no Google) com a Teoria das Relações Humanas.</p>
<p><strong>Se você não é e/ou não quer ser executivo e está do outro lado da mesa</strong> - isso pode lhe ajudar a melhorar como pessoa e na carreira também&#8230; se você está deste lado, é  óbvio que o café é depois que suas tarefas estiverem sob controle&#8230; e nada de exagero, 30 minutos batendo papo + os minutos de cigarro + a hora para pegar água + 50 minutos de toilette (ah, e agora tem Redes Sociais)&#8230; Faz as contas?!  Se isso acontecer, você vai ter outro problema, com outra interpretação (bem mais crítica) e com muito mais consequências&#8230;</p>
<p>Se você ainda não se convenceu da necessidade disso, meu último argumento&#8230; se você não desenvolver isso, isso poderá ser seu calcanhar de Aquiles&#8230; quando você brilha, você naturalmente incomoda. Aí temos duas consequências:</p>
<p>1. Se você incomodar alguém mais forte que você, esta pessoa pode apontar justamente este ponto: &#8220;Vai vendo, fulano pode ser até muito bom, mas não se relaciona! &#8211; Como vamos promovê-lo?! Um líder precisa ser aceito&#8221;.</p>
<p>2. Se você incomodar alguém igual a você &#8211; se essa pessoa ver que você também é gente boa &#8211; você da melhor e mais ética maneira possível vai desarmá-la&#8230;</p>
<p>Último ponto do Básico 1, você vai aos eventos de happy hour?! Se não vai, coloca na listinha&#8230; este é o segundo passo&#8230; pelo menos um sim, um não, com aparição mínima de 30/50 minutos&#8230; tenha assunto (NEUTRO &#8211; nem trabalho e nem da vida pessoal)&#8230; e SORRIA meu bem&#8230; certamente com o tempo você vai ver que isso &#8220;Pode ser bom ou Pode ser MUITO BOM&#8221; &#8230; <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  , eu me surpreendi muito comigo e com os outros&#8230; comigo, pois me superei&#8230; com os outros, descobri coisas tão legais, tantas qualidades que só melhoraram meu relacionamento com eles&#8230;e ainda tive &#8220;bonus game&#8221;, algumas pessoas foram descobertas tão preciosas que eu ganhei alguns amigos para a vida&#8230;</p>
<p>Ah, última coisa&#8230; &#8220;Take your time&#8221;&#8230;isto é, &#8220;no seu tempo&#8221;&#8230; deixe isso acontecer com calma&#8230;nada maduro muda da noite para o dia&#8230; o importante neste caso é a meta e não o tempo&#8230;</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/" rel="license"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
O trabalho Blog com Dicas de Carreira de <a href="http://deboramiceli.wordpress.com/" rel="cc:attributionURL">Debora Miceli</a> foi licenciado com uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/" rel="license">Creative Commons &#8211; Atribuição &#8211; NãoComercial &#8211; SemDerivados 3.0 Brasil</a>.<br />
Com base no trabalho disponível em <a href="http://deboramiceli.wordpress.com/" rel="dct:source">deboramiceli.wordpress.com</a>.<br />
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em <a href="http://deboramiceli.wordpress.com/" rel="cc:morePermissions">http://deboramiceli.wordpress.com/</a>.</p>
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		<title>Ecos do Escopo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davambe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Mas o tempo era cruel, assim como o relógio que tem ponteiro que não para de movimentar-se de um lado a outro. Um minuto se foi, outro se somou; em pouco tempo eram horas que formavam um dia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Não se preocupe, estou com uns livros a mais, vou incluir como um presente adicional, não custará nada – disse o Tigre.</p>
<p>- Olha, seria muito se pudesse incluir um cartão colorido? Não haverá custo adicional &#8211; concluiu a Gazela.</p>
<p>Foi assim num ritmo carnavalesco que vários itens foram sendo adicionados ao que havia sido combinado.</p>
<p>- Ainda temos recursos financeiros que sobraram do ano passado. Não há problemas em usá-los na compra de canetas, afinal o nosso pessoal merece.</p>
<p>- Eh, não é qualquer um que consegue ficar tanto tempo casado – completou a secretária do Elefante Cinzano.</p>
<p>- Espera ai, isso foi mencionado no escopo?</p>
<p>- Ih de novo? Já não falei que não terá custo adicional?</p>
<p>E assim se estabeleceu aquele diálogo quase monótono e acusações. O Camaleão já vermelho como o chapéu do Papai Noel, saiu sem dizer adeus para verificar o cumprimentou de escopo. Ia verificar, no caminho encontrou o Cágado com quem ficou a conversar esquecendo a atividade inicial.</p>
<p>Mas o tempo era cruel, assim como o relógio que tem ponteiro que não para de movimentar-se de um lado a outro. Um minuto se foi, outro se somou; em pouco tempo eram horas que formavam um dia. Os dias não pararam, semana se passou. O mês imitou as semanas. Chegou outro mês também; foram chegando e partindo, foi então que o Camaleão decidiu analisar o cumprimento do escopo de seu projeto que um dia havia declarado: “Realizar uma festa no âmbito de bodas de prata para todos da floresta que completassem vinte e cinco anos de matrimônio. Presenteá-los com uma passagem para Cabo da Boa Esperança na África do Sul”.</p>
<p>Havia argumento de que todos mereciam conhecer a estátua de Bartolomeu Dias na Cidade do Cabo e saborearem um dos raros vinhos regado às variações climáticas do Atlântico e Índico.</p>
<p>Mas o Camaleão deitou uma lágrima sobre a camisa. Havia dúvida sobre o cumprimento do escopo? A <em>choraminhice </em>era como justificar o distanciamento da declaração inicial e a contemplação de tantos presentinhos além do combinado.</p>
<p>- O que mais te aflige? &#8211; Perguntou o estagiário</p>
<p>- Minha filha anda com dificuldades na disciplina de física &#8211; disse o Camaleão.</p>
<p>- Não, não estou perguntando sobre a sua família.</p>
<p>O estagiário queria saber sobre a angústia que o Camaleão estava a experimentar no exercício de suas atividades. Ele também sabia que a resposta que tinha que dar não era sobre a filha biológica, mas o projeto.</p>
<p>Muito havia sido adicionado gratuitamente ao escopo, de modo que penalidades seriam arbitradas e o camaleão ficaria sem bônus.</p>
<p>- Putz, e agora? &#8211; Perguntou para ninguém ouvir.</p>
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		<title>E-Business: Pontos importantes para a sua realização</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 09:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos de Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[e-business]]></category>
		<category><![CDATA[ebusiness]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem diversos pontos que devem ser considerados e tratados diferentemente na implementação de uma solução de e-business para a empresa. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos pontos que devem ser considerados e tratados diferentemente na implementação de uma solução de e-business para a empresa. Alguns especialistas dizem que existem duas categorias de empresas que usam tecnologia de Internet que são as Dot-Com, empresas nascidas como de Internet e as Wanna-Dot, empresas do mundo real que adaptam seus negócios para o mundo virtual. De uma maneira geral, todas as pessoas acabam utilizando esta classificação.</p>
<p> Analisando a implementação do e-business nas empresas Wanna-Dot, observamos que algumas empresas fazem uma maquiagem, ou seja, alterações sem profundidade nos processos, para iniciar a operação de e-business &#8211; diga-se de passagem, logicamente não resolvem &#8211; e que descaracterizam o negocio e encobrem os problemas, que na verdade, são naturais para qualquer tipo de gerenciamento de mudança e inovação mal conduzido dentro de uma organização. No mercado pode-se verificar casos relacionados não somente a administração pura, mas também a outros tipos de iniciativas como as voltadas para a implementação dos processos de qualidade nas industrias.</p>
<p> Toda gerencia de mudança deve se perguntar os seguintes itens: Porque mudar? Qual será a mudança a ser implementada? Quem fará a mudança? Onde esta mudança devera ocorrer? Como o processo devera ser conduzido? Quanto custara e quanto tempo levara para ser estabelecido?  e Quando devera ser implementado?</p>
<p>Devemos analisar todos os itens sob a perspectiva de abrangência e profundidade de mudança, levando-se em consideração a cultura empresarial e os recursos disponíveis para esta empreitada. A grande verdade é que a mudança de paradigma relacionada a maneira como as pessoas de uma organização enxergam os desafios e a inovação, sejam eles relacionados ao e-business ou não, determinará o sucesso do empreendimento.</p>
<p>Para a implementação de uma cultura empresarial nova são necessários muitos anos e um alto investimento financeiro e de energia no processo de mudança, principalmente dos recursos humanos que devem encarar a inovação como uma oportunidade e abrir a mente para os novos desafios.</p>
<p>Um bom exemplo e o caso da IBM, uma das maiores empresas de e-business do mundo, onde o processo de mudança para o e-business focou o  &#8220;One Company&#8221; Mind-Set.</p>
<p>De uma maneira geral os pontos relacionados a seguir realmente são importantes, mas enfatizo que o e-business, como qualquer outro processo de inovação e mudança já realizado pela humanidade, necessita dos mesmos itens para que seja bem sucedido, ou seja: e-business é mais um processo de inovação e mudança que estamos encarando, portanto o problema relacionado a sua implementação não é de ordem tecnológica, mas sim de caráter humano.</p>
<p>O sucesso de implementação do e-business depende de uma visão maior e completa da realidade e requer repensar o modo de trabalhar da organização, a mudança de paradigmas sobre os clientes, o mercado, a comunicação, tomada de decisões, estilo operacional, comportamento gerencial e a retenção e motivação dos talentos que nada mais são do que os recursos humanos que encaram a inovação e a mudança como um oportunidade e um desafio e não como um mal ou ameaça ao status-quo.</p>
<p><strong>Pontos importantes</strong></p>
<p>Iniciativas descentralizadas e desordenadas, sem uma estratégia corporativa gera maiores custos e não cria uma identidade de Internet na empresa, gerando problemas de integração.</p>
<p>Formação de comitês não resolve nada em nenhuma situação. Não é diferente para a Internet. O líder tem que ter experiência e acreditar na mudança das pessoas. Progredir devagar, sem comprometimento é não progredir em e-business.</p>
<p>Fazer mudanças mínimas não resolve. E necessário repensar os processos e o próprio modelo de negócios e então reinventar a empresa para o e-business.</p>
<p>Fornecedores devem ser pesquisados exaustivamente e uma análise detalhada deve ser feita sobre as diferentes propostas tecnológicas e de negócios. Fornecedores novos devem ser bem vindos para ter uma clara base de comparação com as propostas de fornecedores já homologados pela empresa que de alguma forma podem já estar influenciados pela cultura existente na empresa.</p>
<p>Fazer negócios na WEB é diferente do que fazer negócios no mundo real,  pelo menos no que tange aos aspectos culturais envolvidos. Para gerar um diferencial e ter claramente percebido a real utilidade da implementação do e-business, as vantagens alavancadas e o retorno do investimento precisa-se entender que o que deve ser feito na WEB é algo que não conseguimos fazer no mundo real, pois caso contrário, não existiria a necessidade de estar na WEB. O e-business é mais um canal, e deve ser algo diferente, novo e que agregue.</p>
<p>Todo o universo do e-business (clientes, funcionários, políticas, processos, etc.) deve ser tratado separadamente, caso contrário, o velho universo influenciará através de sua políticas e modo próprio de existir amarrando as novas iniciativas, a mudança e a inovação, burocratizando e gerando ineficiência. Deve ser permitido a quebra das velhas regras.</p>
<p>Necessidade urgente de gerenciar os paradoxos da Internet, centralizando, mesmo que de difícil controle, as iniciativas da empresa em e-business para oferecer uma única face, uma única identidade para o cliente onde quer que ele esteja, não importando o qual grande, global e complexa possa ser a operação da organização.</p>
<p>A base de comparação de performance no e-business não pode ser a mesma utilizada como benchmarking no mundo real. No e-business, um diferente segmento de industria pode atravessar o negocio principal de uma corporação facilmente, baseado em fatores que não seriam lógicos nem tampouco relacionados com o negócio no mundo real, mas que no mundo virtual é totalmente possível. Por exemplo, localização geográfica é um paradigma totalmente diferente e se este ponto era um diferencial competitivo (ou um ponto fraco), no e-business pode não  ser mais.</p>
<p>A disseminação da cultura do e-business na empresa deve ser cautelosamente planejada, evitando a disseminação de más experiências devido a resistência natural à inovação. Novas ferramentas e processos devem ser implementados na organização ao passo que os recursos humanos sejam devidamente preparados.</p>
<p>O e-business deve ser utilizado como uma ferramenta de comunicação, principalmente no que tange ouvir o cliente e responder rapidamente as suas expectativas. Toda comunicação é importante, mas a comunicação com o cliente é a principal.</p>
<p>Quando estamos em dúvida sobre a implementação do e-business devemos criar pequenos experimentos, que não exijam muita mudança e investimento. Uma vez definida a experiência, devemos agir de maneira simples e rápida na obtenção de resultados positivos para então converter os incrédulos para agir em pró a mudança almejada.</p>
<p>Novos negócios necessitam um novo time dedicado a isso, com espaço e autonomia. Um Sponsor  é imprescindível para que esse time trabalhe alinhado com a realidade do negócio e assuma responsabilidade pelo gerenciamento da mudança.</p>
<p>É importante reconhecer que o e-business requer mudanças nos processos, sistemas e conseqüentemente no modo de trabalhar. Trabalhar alinhado com o time que toca o mundo real é onde se encontra a sinergia e também os obstáculos a implementação. Sem o relacionamento e negociação necessária, os obstáculos nunca são realmente vencidos.</p>
<p><strong>Barreiras ao estabelecimento do E-Business</strong></p>
<p>Staff com inadequado nível técnico (WEB)</p>
<p>Clientes e parceiros não querem mudar o comportamento</p>
<p>Recursos insuficientes para a implementação do projeto</p>
<p>Tecnologia inadequada, indisponível ou não confiável na empresa</p>
<p>Parceria não estabelecida</p>
<p>Fornecedores despreparados para a iniciativa</p>
<p>Resistência dos funcionários</p>
<p>Lideres não sabem o que fazer</p>
<p>Lideres não tem a cultura de Internet</p>
<p>Rivalidades entre áreas</p>
<p>Capital a ser investido muito alto</p>
<p>Problemas políticos &#8211; perda de status</p>
<p>Funcionários com medo de perder o emprego</p>
<p>Regras / regulamentações do governo não permitem a iniciativa</p>
<p>Entendimento dos líderes de que a mudança não é necessária</p>
<p>Experiência anterior ruim com inovação tecnológica na empresa</p>
<p>Não ser relevante para o negócio</p>
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		<item>
		<title>Terceirização é parceria e não disputa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Eduardo Improta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falaremos sobre um tema que tem gerado grandes discussões:  terceirização de serviços. Até hoje, as empresas se confundem com os objetivos da terceirização. Não vou citar o histórico dela, pois dará sono em muitos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltei meus amigos, depois de um período conturbado em minha vida, estou de novo na gostosa labuta de escrever e trocar idéias para assim crescermos neste mundo complicado da TI, mas ao mesmo tempo fascinante. Conseguiríamos viver sem ela? Creio que não!</p>
<p>Falaremos sobre um tema que tem gerado grandes discussões:  terceirização de serviços. Até hoje, as empresas se confundem com os objetivos da terceirização. Não vou citar o histórico dela, pois dará sono em muitos. Vamos direto à ferida: porque muitas empresas terceirizam seus serviços apenas para não assumir seus erros de planejamento estratégico mal elaborado e assim poder culpar a curto/médio prazo a empresa contratada por muitas tarefas mal feitas ou atrasadas e que estão impactando o dia-a-dia da empresa?</p>
<p>Temos de aprender que terceirização é parceria, cumplicidade. A contratante necessita saber onde deseja chegar e explicar de maneira clara este objetivo. O que vemos hoje no mercado são empresas preocupadas em realizar/terceirizar tarefas e não atingir o seu objetivo estratégico traçado. Ou pelo menos deveriam ter feito isso no planejamento estratégico.</p>
<p>Muitas vezes um alpinista para chegar ao cume de uma montanha precisa de uma equipe. Poucos conseguem fazer isso isoladamente, pois o risco é grande e que está em jogo é a vida do esportista. Na vida de negócios, não é diferente: os riscos estão presentes a todo instante e para mitigá-los, devemos conhecê-los para tomar a melhor decisão possível. Não podemos terceirizar somente para economizar, isso foi nos primórdios e já provado que isso não dá certo!<br />
A terceirização deve ser encarada como mais um colaborador que irá ajudar a empresa a alcançar o objetivo  traçado no planejamento estratégico pela empresa e bem definido contratualmente na hora de celebrar o acordo entre as partes. Se não se sabe aonde se quer chegar, a terceirização fica estagnada. O contratante pede tudo que deseja (o que está definido no contrato e muito além) e o contratado fica literalmente “doido”, pois por mais que faça, o contratante sempre acha que não está bom. Isto se deve a falta de definição de objetivos a serem atingidos por parte do contratante e a aceitação do contratado dessa situação. No final, ninguém fica satisfeito e surgem às velhas e conhecidas insatisfações. E a parceria se transforma em disputa, numa verdadeira queda de braço. De um lado o “peso” pesado chamado “Contratante” e do outro lado a peso pena denominada “terceirizada” e que na maioria das vezes, através de multas (podemos comparar como um “soco”) o primeiro lutador vai destruindo a resistência, a cada falha, do oponente até que a luta fique sem propósito e sem vencedor ao final, somente perdedores. Mas fica a pergunta: afinal de quem é a culpa? Eu diria de ambos: o primeiro, pois não saber aonde quer chegar, não traçando seu planejamento de forma objetiva e o segundo por aceitar um acordo realizado dessa forma, pois sendo um prestador de serviços deveria orientar a maneira correta de fazerem a parceria, mas sabemos que o objetivo, na maioria das vezes, é somente financeiro. Precisam fechar mais um contrato, não importa o como.</p>
<p>Infelizmente estes fatos têm acontecidos de uma forma impressionante e demonstra despreparo de ambas as partes para conduzir esta situação.</p>
<p>Mas temos bons exemplos de terceirização, onde são estabelecidos objetivos claros e ambos, contratado e contratante, seguem em direção a ele. Basta dar uma boa procurada na internet que encontrará muitos. Não gostaria de citar nomes de empresas para não privilegiar ninguém, até porque começaria pela minha empresa, não é mesmo!</p>
<p>Bom se está pensando em terceirizar serviços, fica o resumo de todo o artigo: primeiro saiba aonde quer chegar, planeje e por fim escolha uma empresa que esteja alinhada com seus objetivos estratégicos. Crie indicadores para medir o desempenho do contrato e não só insira penalidades no contrato, enfatize um prêmio cada vez que uma parte do objetivo for alcançada. Afinal, motivação é necessário em tudo. Fazendo isso, com certeza ao final de cada ciclo traçado,  a cada &#8220;milestone&#8221; atingido ao longo da parceria, haverá uma grande comemoração: a da vitória. Pense bem nisto!</p>
Number of View :262]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PMP ou MBA?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pereira da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[gerencia de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[MBA]]></category>
		<category><![CDATA[pmi]]></category>
		<category><![CDATA[pmo]]></category>
		<category><![CDATA[pmp]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente os profissionais de TI ficam em dúvida sobre como investir na carreira e se perguntam o que seria melhor fazer: Um MBA ou tirar uma certificação PMP. Antes de comparar (ou tentar comparar) é importante saber o que é e para que serve a certificação PMP e o MBA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente os profissionais de TI ficam em dúvida sobre como investir na carreira e se perguntam o que seria melhor fazer: Um MBA ou tirar uma certificação PMP. Antes de comparar (ou tentar comparar) é importante saber o que é e para que serve a certificação PMP e o MBA.</p>
<p>A certificação PMP, como o próprio nome já diz: é um certificado que é expedido pela instituição PMI atestando que você sabe o conteúdo da matéria, ou seja, que você conhece o assunto academicamente falando. A certificação PMP, o PMI tenta melhorar esta definição cobrando do candidato uma quantidade mínima de horas trabalhadas em projetos para que o profissional que está pleiteando o certificado tenha um mínimo de experiência no assunto. Experiência prática, diga-se de passagem. A grande maioria das empresas com produtos consagrados possuem processos de certificação visando colocar no mercado profissionais capacitados e assim garantir que seus clientes sejam bem atendidos. Os exemplos clássicos são a Microsoft, a Oracle, a SAP e a IBM.</p>
<p>Sendo assim, um profissional certificado significa que ele estudou, passou em uma prova (ou mais dependendo da certificação) e a autoridade no assunto (o fabricante do produto ou uma entidade &#8211; PMI, por exemplo) atesta este conhecimento.</p>
<p>Um curso de MBA trata-se de uma formação. A idéia destes cursos é ensinar ao aluno os conceitos básicos e avançados do assunto estudado (estamos falando principalmente de projetos) e, principalmente, mostrar a aderência destes ensinamentos no mercado. Isso é feito através das experiências profissionais transmitidas pelos professores (diferente dos cursos de graduação onde a teoria é cobrada de forma muito mais contundente).</p>
<p>Desta forma, não existe como comparar a certificação com o MBA e o melhor entre eles vai variar de profissional para profissional e do momento da carreira. Pensando em projetos, normalmente quem trabalha em “empresas clientes”, ou seja, as tomadoras de serviços tendem a fazer cursos de MBA para agregar conhecimento teórico e prático e depois adaptar o conhecimento adquirido à realidade de sua empresa. Empresas clientes normalmente não gostam de certificações, pois isso expõe seus funcionários ao mercado tornando seus currículos mais atraentes aos demais players.</p>
<p>Para aqueles que trabalham nas empresas que vendem os serviços de tecnologia, desenvolvimento e projetos, normalmente às certificações são mais almejadas. Esta é uma forma de garantir aos clientes a “senioridade” dos profissionais contratados e que eles reconhecidamente conhecem o assunto em questão.</p>
<p>Olhando exclusivamente para o profissional, o melhor mundo é ter as duas coisas. O MBA traz a troca de experiência na classe entre os estudantes e professores (no meu caso foi muito enriquecedora) além de networking que é fundamental em qualquer carreira. A certificação seria como uma “coroação” deste conhecimento adquirido garantindo de outra maneira que todo aquele conhecimento teórico (e no caso do PMI também prático) foi absorvido de forma satisfatória.</p>
<p>Contudo quem ainda não possui MBA nem certificação é que façam um MBA ou a certificação. Por mais que isso faça bem para o currículo, a falta de experiência prática vai fazer com que as lições das entrelinhas (as discussões em sala, os exemplos apresentados) não sejam 100% compreendidos e por mais que as notas sejam boas, o aprendizado útil para a vida profissional de fato não será pleno. Resumindo, o profissional sai do curso com a sensação que faltou alguma coisa e provavelmente esta alguma coisa estava lá, mas a sua falta de experiência não deixou você absorvê-la.</p>
Number of View :482]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pais analógicos e filhos digitais</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/pais-analogicos-e-filhos-digitais/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[crimes eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a Globalização e a inclusão digital, vivenciamos atualmente a “Revolução Digital”, em que nosso grande capital é a informação, o conhecimento, e consequentemente, o “dado eletrônico”, afinal, a Tecnologia faz parte do nosso cotidiano. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a Globalização e a inclusão digital, vivenciamos atualmente a “Revolução Digital”, em que nosso grande capital é a informação, o conhecimento, e consequentemente, o “dado eletrônico”, afinal, a Tecnologia faz parte do nosso cotidiano. Estamos cada vez mais “conectados” através de celulares, <em>smartphones</em>, <em>netbooks</em>, <em>palmtops</em>, Internet móvel&#8230; É cada vez maior o número de opções que nos oferecem para que possamos acessar a Web de qualquer lugar.<br />
<a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/pais-analogicos-e-filhos-digitais/nik_8956-2_edit/" rel="attachment wp-att-15139"><img class="size-thumbnail wp-image-15139 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/NIK_8956-2_edit-150x150.jpg" alt="Foto: acervo pessoal Gisele Truzzi" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Mas será que estamos preparados para essa nova realidade? Será que sabemos nos comportar nos novos ambientes eletrônicos? Será que as crianças e adolescentes, grandes usuários das redes sociais virtuais, utilizam a Internet de forma prudente?</p>
<p>Para responder a essas e outras questões, precisamos compreender a mudança de cenário que tivemos: nas décadas de 80 e 90, muitos pais deixavam seus filhos frequentemente à mercê da televisão, a “babá eletrônica” da época. Hoje, o computador assumiu este papel. Os pais permitem que os filhos passem horas à frente do computador, sem fornecerem-lhes qualquer tipo de orientação sobre alguns riscos que as novas tecnologias trazem.</p>
<p>Porém, entre a TV dos anos 80/90 e o computador há uma grande diferença: a criança assistia <span style="text-decoration: underline;">passivamente</span> aos programas televisivos, enquanto com o computador, <span style="text-decoration: underline;">ela interage</span>. A Internet é essencialmente interativa! Temos as salas de bate-papo e os comunicadores instantâneos, através dos quais podemos conversar em tempo real com qualquer pessoa; os sites de relacionamento, que permitem a criação de comunidades e discussão de assuntos; as redes P2P (<em>peer-to-peer)</em>, que possibilitam o compartilhamento de arquivos; os blogs, que permitem a publicação de conteúdo como se fossem diários pessoais; entre outros serviços, sem contar na própria navegação, através da qual o jovem internauta pode clicar em tudo o que lhe aparecer à frente&#8230; Tudo isso deixa as crianças e os adolescentes muito vulneráveis aos crimes eletrônicos: calúnia<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn1">[1]</a>, difamação<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn2">[2]</a>, injúria<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn3">[3]</a>, ameaça<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn4">[4]</a>, pedofilia<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn5">[5]</a>, induzimento ao suicídio<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn6">[6]</a>, falsa identidade<a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn7">[7]</a>, fraudes, etc.</p>
<p>Além disso, temos outro fator impactante: em geral, os pais não são muito familiarizados com a Tecnologia, campo em que os mais jovens dominam muito bem, chegando até mesmo a ensinarem os mais velhos.</p>
<p>Diante desta realidade, não há como você ser um pai analógico se o seu filho é digital! Os pais e educadores precisam entender a linguagem e o comportamento dos mais jovens, mesmo nos ambientes virtuais.</p>
<p>Portanto, será que você, sendo pai ou mãe, conseguiria responder às seguintes perguntas?:</p>
<ul>
<li>Você sabe se seu filho está em algum site de relacionamento (Orkut, MySpace, Facebook, etc)?</li>
<li>Sabe quem são os amigos virtuais dele e o tipo de mensagens trocadas?</li>
<li>Sabe quais são as comunidades virtuais das quais seu filho participa?</li>
<li>Tem idéia de quais fotos seu filho coloca no álbum virtual?</li>
<li>Sabe se seu filho tem blog, fotoblog, etc., e o que publica nesse tipo de site?</li>
<li>Deu um celular com câmera para seu filho e alertou-o a respeito de fotografar outras pessoas? Saberia dizer se seu filho filma ou fotografa os amigos e professores e coloca as imagens em sites de vídeo ou nos álbuns virtuais?</li>
<li>Sabe quem está na lista do comunicador instantâneo (MSN, ICQ, Google Talk, IRC, etc.) de seu filho?</li>
<li>Você sabe quais programas seu filho utiliza? Saberia dizer se ele utiliza redes P2P (Kazaa, Emule, Gnutella, etc.) e os arquivos baixados?</li>
<li>Tem idéia dos trabalhos escolares que seu filho faz? Sabe se ele copiou algo da Internet e entregou ao professor?</li>
<li>Você procurou pelo seu filho na Internet? Verificou pelo nome ou apelido dele em sites de buscas, de vídeos, em redes de relacionamento?</li>
<li>Tem idéia se seu filho compartilha a senha dos emails e outros serviços da Internet com algum colega?</li>
</ul>
<p>Se você respondeu negativamente a alguma dessas perguntas, está na hora de fazer parte da vida digital de seu filho!</p>
<p>Fique atento ao que seu filho faz na Web, ao modo como utiliza os ambientes eletrônicos, converse com ele, inclusive por e-mail e comunicadores, mostre que você também domina este mundo virtual do qual ele tanto gosta. Tenho certeza de que se você orientar seu filho e passar a ser mais “digital” também, trocando até mesmo mensagens eletrônicas com ele, certamente essa atitude irá contribuir positivamente para o relacionamento entre vocês, além de diminuir os riscos de seu filho cair em alguns dos perigos que circulam pela Internet.</p>
<p>É importante ressaltar que nossas palavras devem ser materializadas pelo nosso exemplo. Lembrando os ensinamentos do Mestre Paulo Freire, <em>“nossa prática não pode ser negadora do nosso discurso.”</em></p>
<p>Além da orientação no seio da família, é imprescindível destacar o papel da escola na conscientização dos alunos quanto ao uso ético, seguro e legal das novas tecnologias. Afinal, <em>“para a maioria das crianças, é a escola que marca o início da sua atuação pública. É na escola que muitas delas vivenciam o primeiro encontro com a sociedade e têm a oportunidade de, por meio da participação, começar a construir sua autonomia e a exercer sua cidadania.”<strong><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn8">[8]</a></strong></em></p>
<p>A instituição de ensino tem o dever de orientar não somente seus alunos, bem como todos os educadores acerca dos perigos trazidos pelo mundo tecnológico. Como responsável pelos menores no ambiente educacional, a escola deve ensinar seus alunos a como se comportarem nos ambientes virtuais, o certo e o errado da era digital, os perigos trazidos pelo mau uso das ferramentas tecnológicas. Cabe também à instituição alertar os educadores quanto ao uso das tecnologias dentro e fora da sala de aula e sobre como repassar este conhecimento aos seus próprios alunos.</p>
<p>Além disso, faz-se necessário que a escola também conscientize os pais, para que estes estejam sempre alertas e possam também reforçar a orientação dada aos filhos.</p>
<p>Somente com educação, conscientização e capacitação é que poderemos transformar nossas crianças e adolescentes em verdadeiros cidadãos. Precisamos quebrar o estigma de que a Internet é um mundo sem leis e mudarmos alguns conceitos diante da nova realidade em que vivemos.</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref1">[1]</a> Art. 138, Código Penal &#8211; <em>Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena &#8211; detenção, de seis (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref2">[2]</a> Art. 139, Cód. Penal &#8211; <em>Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: Pena &#8211; detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref3">[3]</a> Art. 140, Cód. Penal &#8211; <em>Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: Pena &#8211; detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref4">[4]</a> Art. 147, Cód. Penal &#8211;  <em>Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave: Pena &#8211; detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref5">[5]</a>  Art. 241-A, Lei nº 8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente &#8211; alterada pela Lei nº 11829/08) &#8211; <em>Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref6">[6]</a> Art. 122, Cód. Penal &#8211; <em>Induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça: Pena &#8211; reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, se o suicídio se consuma; ou reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, se da tentativa de suicídio resulta lesão corporal de natureza grave.</em></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftnref7">[7]</a> Art. 307, Cód. Penal &#8211; <em>Atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem: Pena &#8211; detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.</em></p>
<p>Art. 308 &#8211; <em>Usar, como próprio, passaporte, título de eleitor, caderneta de reservista ou qualquer documento de identidade alheia ou ceder a outrem, para que dele se utilize, documento dessa natureza, próprio ou de terceiro: Pena &#8211; detenção, de 4 (quatro) meses a 2 (dois) anos, e multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.</em></p>
<p><em><strong><a title="" href="/Users/Gisele%20e%20Raul/Documents/GISELE/Artigos/Artigo_PaisAnalogicos_FilhosDigitais.doc#_ftn8">[8]</a></strong></em> Ângela Antunes, Julia Tomchinsky, Francisca Pini; educadores e membros do Instituto Paulo Freire. Artigo Educar para e pela cidadania desde a infância. Publicado em <a href="http://www.paulofreire.org/Noticias/NoticiaEducarParaEPelaCidadaniaDesdeAInfancia">http://www.paulofreire.org/Noticias/NoticiaEducarParaEPelaCidadaniaDesdeAInfancia</a>. Acesso em 18/03/2009.</p>
<p><em> </em></p>
</div>
</div>
Number of View :585]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Branded Content – Vantagens das Marcas como Conteúdo</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/branded-content-vantagens-das-marcas-como-conteudo/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/branded-content-vantagens-das-marcas-como-conteudo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente mostrou que 68% das empresas americanas entrevistas, já estão migrando parte de seus budgets de iniciativas tradicionais, para a produção de conteúdo utilizando suas marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas como conteúdo, a nova tendência do marketing online.</p>
<p>O Branded Content (sem tradução para o Português), pode ser definido como a produção de conteúdo exclusivo para marcas.</p>
<p>Este novo formato de conexão não interruptiva com o cliente, ganha cada vez mais força como ferramenta de marketing.</p>
<p>Um estudo recente mostrou que 68% das empresas americanas entrevistas, já estão migrando parte de seus budgets de iniciativas tradicionais, para a produção de conteúdo utilizando suas marcas. Podemos ver alguns números no gráfico abaixo:</p>
<p><a href="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/branded-content.png"><img class="alignright size-full wp-image-15167" title="branded-content" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/branded-content.png" alt="" width="328" height="289" /></a></p>
<p>Os gastos com a produção de conteúdo personalizado para marcas, já atingem 29% dos orçamentos de marketing das empresas entrevistadas.</p>
<p>O conteúdo para sites é peça chave para o sucesso de campanhas utilizando este conceito, mas é nas mídias sociais que as ações se baseiam e obtém os melhores resultados.</p>
<p>Para 73% das empresas utilizando estratégias com “branded content”, a combinação entre conteúdo e mídias sociais é a parte mais importante para o sucesso da campanha.</p>
<p>Algumas vantagens de utilizar o Branded Content:</p>
<ul>
<li>Atração de clientes através do entretenimento e/ou informação sobre temas críticos para o público alvo;</li>
<li>Utilização de conteúdo em texto (Blog) e vídeo ( mídia rica e atrativa);</li>
<li>Fomento ao compartilhamento, ou boca a boca, do material produzido nas mídias sociais ou dispositivos móveis;</li>
<li>Custos adaptáveis a realidade de cada empresa;</li>
<li>Ações com maior vida útil e custos menores que um anúncio em uma página de revista em muitos casos;</li>
</ul>
<p>Esses itens são parte do conceito de Inbound Marketing. Os serviços da Madra estão baseados exatamente nesta combinação de sucesso.</p>
Number of View :171]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BYOD: Como lidar com o desafio dos dispositivos móveis pessoais dentro das empresas</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/byod-como-lidar-com-o-desafio-dos-dispositivos-moveis-pessoais-dentro-das-empresas/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/byod-como-lidar-com-o-desafio-dos-dispositivos-moveis-pessoais-dentro-das-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Fabossi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Akcela Software]]></category>
		<category><![CDATA[BYOD]]></category>
		<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[rede corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[segurança rede]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[Tablets]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=14833</guid>
		<description><![CDATA[Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o recesso de final de ano, período de comida abundante, encontros familiares e a tradicional troca de presentes, chegou a hora de retornar ao trabalho. Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.</p>
<p>Será que as empresas brasileiras estão prontas para verificar, de forma eficiente, se este uso está sendo feito de maneira que não prejudique suas redes? E como permitir que esses dispositivos entrem nas redes corporativas com segurança e controle? O BYOD (Bring Your Own Device), termo em inglês que define a idéia de colaboradores trazerem seus próprios dispositivos para utilização dentro das empresas, parece ser um grande desafio a ser enfrentado por muitas empresas.</p>
<p>Imagine que informações sensíveis estarão sendo sincronizadas e acessadas por estes aparelhos de qualquer lugar a qualquer hora adicionando um ponto de vulnerabilidade muito preocupante e ameaçador. Para isto, é bom ficar atento a alguns questionamentos e “preocupações” básicas: &#8211; Quais seriam os danos caso um tablet com este tipo de conteúdo seja esquecido na mesa de um restaurante ou em um lobby de hotel? &#8211; O que fazer caso um smartphone seja roubado? &#8211; Como controlar o acesso e manipulação dos dados? Sem gerenciamento e controle, estes aparelhos podem deixar de ser um aliado aos profissionais e se tornarem um pesadelo! É preciso planejar, criar políticas e utilizar uma solução de gerenciamento específica para este fim, uma solução de MDM.</p>
<p>As soluções de Mobile Device Management (MDM) ganharam muita importância neste cenário com a proposta de prover controle e gerenciamento para que iPhones, iPads, Androids e outros dispositivo móveis para que deixem de ser uma ameaça e sejam ferramentas poderosas de trabalho para profissionais – que estão sempre em movimento. Estas soluções permitem desde apagar remotamente os dados de um aparelho até definir que tipos de aplicativos poderão rodar, obrigar a utilização de senhas, apontar desvios em relação a política de segurança da empresa, gerar relatórios variados e manter controle de inventário. Sem dúvida uma grande ajuda para os gestores de segurança e TI. Em 2012, mobilidade será a tecnologia que mais crescerá no Brasil e na América Latina.</p>
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		<title>Segurança e disponibilidade em Cloud Computing</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/seguranca-e-disponibilidade-em-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing pública]]></category>
		<category><![CDATA[cloud_computing]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, nas muitas palestras e eventos que participei, quase sempre ouvia o questionamento quanto à segurança e disponibilidade das nuvens públicas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011, nas muitas palestras e eventos que participei, quase sempre ouvia o questionamento quanto à segurança e disponibilidade das nuvens públicas. As eventuais falhas que aparecem em nuvens públicas se espalham com muita rapidez com, na minha opinião, excessiva publicidade, pela mídia. Um “cloud data center” é uma infraestrutura complexa, com muita tecnologia envolvida e com alto grau de resiliência. Mas, embora nada seja completamente imune a falhas, com certeza ele será bem mais seguro e confiável que a imensa maioria dos data centers que vemos espalhados pelo Brasil&#8230;</p>
<p>Colocar sua empresa em uma nuvem pública não significa que você vai se omitir das questões de segurança e privacidade. A escolha do provedor é fundamental. Existem provedores focados em usuários finais e empresas muito pequenas, que sofrem menos em termos financeiros e operacionais quando eventualmente seus sistemas saem do ar, e aqueles focados em usuários corporativos, que sabem que um sistema indisponível pode significar milhões de reais em prejuízo. Portanto, existem provedores e provedores&#8230;</p>
<p>Para usar uma nuvem pública, é sempre bom ser cauteloso e fazer uma “due diligence” para se assegurar que o provedor adota práticas de segurança e disponibilidade adequadas. Uma boa fonte de pesquisas e estudos sobre o assunto, bem como certificações de resiliência de data centers pode ser visto no Uptime Intitute. Em tempo no Brasil é http://uptimeinstitute.com/uptime-institute-brasil. Sugiro também ler a autópsia da queda do data center da Amazon, em Dublin, na Irlanda no ano passado, clicando aqui. É importante saber que sempre pode existir uma falha.</p>
<p>Assim, analise as práticas adotadas pelo provedor, o grau de transparência de informações que ele passa e os serviços de recuperação de falhas que ele oferece. Valide se ele adota práticas profissionais como ITIL e se está aderente às regras de segurança ISO/IEC 27001:2005. Uma boa fonte de suporte é a Cloud Security Alliance e seu GRC Stack (Governance, Risk Management and Compliance), que contém vários documentos que ajudam a uma empresa avaliar seu provedor de nuvem pública. Recomendo também, como apoio nesta avaliação, acessar a página do CAMM (Common Assurance Maturity Model) e estudar os seus papers.</p>
<p>Além disso, arquitete seus sistemas para explorar as potencialidades das nuvens públicas e crie condições de resiliência próprias. Isto significa que você não deve simplesmente transferir de olhos fechados seus aplicativos on-premise para a nuvem. Adicione a este processo as práticas de segurança e recuperação adequadas para operar na nuvem. Não esqueça de avaliar cuidadosamente as cláusulas contratuais quanto a estes aspectos. Na prática, a responsabilidade pela gestão dos riscos é compartilhada entre o provedor da nuvem e os seus clientes.</p>
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		<title>A Soma de Todos os Medos</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/a-soma-de-todos-os-medos/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar Van Vossen</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[A Soma de Todos os Medos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[erp]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[The Sum of All Fears]]></category>

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		<description><![CDATA[A implantação de um sistema de ERP poderia muito bem ser  o enredo de um filme que eu vi um tempo atrás  e  que nem é muito recente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt"> A implantação de um sistema de ERP poderia muito bem ser  o enredo de um filme que eu vi um tempo atrás  e  que nem é muito recente. Na trama do filme os medos giram em torno de uma eminente 3ª Guerra Mundial, instigada por um grupo neo-nazista que de forma inteligente induz os governos da Russia e dos Estados Unidos a uma  guerra através de um ataque terrorista.  O roteiro é bom e prende aos que gostam de um filme tenso de  espionagem  e ainda contam com dois ótimos atores:  Bem Affleck e Morgan Freeman</p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/a-soma-de-todos-os-medos/medo/" rel="attachment wp-att-15098"><img class="size-full wp-image-15098 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/medo.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a><br />
Parafraseando o filme &#8220;A Soma de Todos os Medos&#8221; ( The Sum of All Fears-2002); um projeto de  implantação de ERP reúne uma série de condições que de certa forma poderiam ser consideradas como &#8220;medos&#8221;. Ao se enxergar os primeiros esforços do projeto, vários percebem que o sistema atual não é tão ruim quanto imaginavam, que atendem seus processos e que não precisariam ser modificados. Este &#8220;medo&#8221; geralmente incide sobre os usuários, que percebem que terão que mudar sua forma de trabalhar. É uma reação extremamente normal, resultante da resistência a mudança, presente em cada um de nós. Reaprendizado, este é o medo das equipes de TI e de negócios envolvidas no  projeto. Ninguém gosta muito de deixar para trás todo o conhecimento adquirido ao longo de anos e reaprender como fazer em um ambiente totalmente novo e diferente do que conhecia. Surgem as dúvidas quanto a seu desempenho e sua adaptação aos novos processos. Por serem os principais agentes da mudança e junto com consultores os protagonistas, estão em constante evidência e mais expostos; o que acarreta mais medo ainda. Normalmente existem empresas de consultoria envolvidas em projetos deste porte. Elas, por sua vez, também carregam seus receios. Prezam por sua imagem no mercado e contam com o sucesso do projeto para garantir novos projetos e sustentar sua operação. Além da gestão de seu time de consultores, precisa contar com a capacidade de seu cliente interagir no projeto para construção de novos cenários de negócios e de sua avaliação positiva. A Empresa por si só, não poderia ter  medo, mas pode estar representado em sua direção executiva. Como patrocinadora do projeto, ela precisa garantir que o mesmo não cause impactos negativos ao negócio, não afete as operações, sustente seu crescimento e a obtenção de suas metas. Como lhe falta o conhecimento técnico , a confiança na capacidade de suas equipes e nos fornecedores envolvidos torna-se um dos seus principais pontos de apoio. Ao CIO, cabe mais uma parcela dos &#8220;medos&#8221;. Ele está como um pivô do projeto, em meio a discussões técnicas, justificativas de negócio, transferência de conhecimento, reports de status e gestão de pessoas. Figura como um elo de ligação entre todos os envolvidos, dando o suporte necessário as equipes, acompanhando, organizando, motivando e buscando o compromentimento de todos.</p>
<p lang="pt">Bem, aí já se foram medos de todos os tipos. É normal que a complexidade de um projeto desta abrangência cause muita pressão e esta pressão pode causar ainda mais medo. Há também a pressão causada justamente pelo medo. Se é o medo que causa a pressão ou a pressão que causa o medo, não há como saber. Falei de medo como um desconforto, nada paranóico ou em níveis estressantes. O fato é que ele existe e não deveria ser encarado como totalmente negativo. Sem medos, somos muitas vezes relapsos, displicentes e  normalmente não conseguimos entregar nosso melhor.</p>
<p lang="pt">Então tenha medo, administre-o da melhor forma, busque o equilíbrio necessário para reduzir o desconforto e gerar a segurança para lhe permitir ser o melhor que pode ser.</p>
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		<title>Iniciando um projeto de Business Intelligence – BI</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Melissa Adimari</dc:creator>
				<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[BIAdHoc/Query Tool]]></category>
		<category><![CDATA[BPMS]]></category>
		<category><![CDATA[Budgeting]]></category>
		<category><![CDATA[business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[CPMs]]></category>
		<category><![CDATA[Dashboards]]></category>
		<category><![CDATA[Data Mining]]></category>
		<category><![CDATA[EPMs]]></category>
		<category><![CDATA[estimativa]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Forecasting]]></category>
		<category><![CDATA[KPIs]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Periódico]]></category>
		<category><![CDATA[Planning]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
		<category><![CDATA[prognostico]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao iniciar um novo projeto, as empresas precisam primeiro definir o escopo, suas reais necessidades, seus principais objetivos e mensurar um período de construção, implantação e adaptação para o seu funcionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao iniciar um novo projeto, as empresas precisam primeiro definir o escopo, suas reais necessidades, seus principais objetivos e mensurar um período de construção, implantação e adaptação para o seu funcionamento.</p>
<p>Não e difícil entrar em empresas e verificar que não foi feita nenhuma documentação, não foram analisados os cenários das diversas áreas que se pretende automatizar. A equipe responsável por essa tarefa precisa ser composta tanto por profissionais da área técnica quanto os que entendam de gestão, estatística, para poderem trabalhar com as áreas de vendas, compras, marketing, logística, financeira, recursos humanos, entre outras.  Por isso alguns projetos já nascem fadados ao fracasso, pois alguns pensam que BI e simplesmente a elaboração e confecção de relatórios, os dados são pegos dos ERPs, ficheiros de Excel, arquivos txt, depois se executa o ETL – Extract Transform Load, e finalmente, com as ferramentas necessárias, geram os relatórios: AdHoc/Query Tool; Dashboards e KPIs; Data Mining; BPMs, CPMs ou EPMs; Ferramentas de Planejamento (Budgeting (Orçamento Periódico), Planning e Forecasting (previsão, estimativa, prognostico)). </p>
<p>Ferramentas com funções de DataMining e Budgeting, planning, forecasting são as menos usadas, em contrapartida, query, reporting e dashboards estão entre as que as empresas demonstram maior grau de insatisfação, mesmo sendo as mais utilizadas por elas, por não tratarem os dados de forma que forneçam padrões e auxiliem nas projeções e tomadas de decisões mais acertadas.</p>
<p>De acordo com um levantamento feito pela Pricewaterhousecoopers, apenas 25% das grandes empresas não possuem problemas significativos quanto à qualidade das informações.</p>
<p>Portanto, e preciso avaliar as necessidades da empresa, assim como o investimento que esta disposta a fazer, evitando retrabalho, e gastos desnecessários, pois num primeiro momento trabalhando com Dashboards e KPIs podem ser supridas algumas demandas, mas a médio ou longo prazo, dependendo do cenário de Vendas, por exemplo, será preciso fazer uma analise mais refinada, utilizando mineração de dados (Data Mining), Budgeting, Planning e Forecasting.</p>
<p>E preciso atentar para alguns erros que podem ocorrer no inicio de um projeto, com o uso de Dashboards, por exemplo, em que as áreas Comercial e Marketing têm necessidades diferentes, a primeira precisa de informações no que concerne a vendas, canais de distribuição, cross-selling (técnica de vendas em que o vendedor oferece outros produtos e serviços para um carteira de clientes específicos de um produto/serviço, procurando amplia-la, Estratégia de Segmentação), enquanto a segunda espera visualizar a penetração no mercado/segmentos, a eficácia das campanhas de marketing, analise do ciclo de vida do produto/serviço. Desenvolvendo os painéis sem nenhum parâmetro, em serie, pode ocorrer de duplicar, multiplicar informações, apresentar projeções desnecessárias, sobrecarregar o servidor, oferecendo condições redundantes a estratégia de negócios.</p>
<p>Por fim, para ter sucesso em qualquer empreendimento e preciso ter conhecimento suficiente para juntar dados, trata-los e transforma-los em informações claras, concisas, e necessárias as ao cenário empresarial envolvido.</p>
Number of View :390]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desafios do CRM e do Marketing Um a Um</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/desafios-do-crm-e-do-marketing-um-a-um/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 09:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabeth Schaeffer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com o cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aumentar a participação de uma organização em um cliente, é fundamental fortalecer o relacionamento com o mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aumentar a participação de uma organização em um cliente, é fundamental fortalecer o relacionamento com o mesmo.</p>
<p>O problema é que as relações entre pessoas são construídas em cima do tripé confiança, credibilidade e empatia. Para operacionalizá-lo é preciso que todos os colaboradores da organização estejam comprometidos com o sucesso do cliente. Não bastam sistemas, processos e parâmetros. É preciso que as pessoas da organização estejam comprometidas.</em><em></p>
<p>O que acontecia era que a cada nova expectativa que as empresas passassem a ter orientadas segundo a promessa original de marketing, satisfazer as necessidades dos clientes, o que acontecia eram novas decepções, originadas da percepção de que as organizações continuavam vendo seus clientes apenas como uma espécie de massa que deveria ser manipulada.</p>
<p>Paralelamente, as necessidades e demandas destes clientes se sofisticavam, sua paciência se esgotava e, em conseqüência, ia se criando uma legião de consumidores que tinham uma dificuldade cada vez maior de ficar plenamente satisfeitos com o que lhes era oferecido.</p>
<p>Esta nomenclatura CRM=Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, é apoiada em cima de Tecnologia da Informação. As informações do cliente, bem como todas as suas transações com a organização  são lançadas em um sistema de BD, para serem acessadas por toda a organização por qualquer canal, quando o cliente entrar em contato.</p>
<p>Os desafios que a tecnologia “CRM” apresenta deixam expostos claramente o foco do marketing um-a-um. </p>
<p>Concentrar esforços no cliente exige uma excelente tecnologia e requer uma inovação na empresa, a modificação dos processos e, principalmente, uma mudança cultural. Também necessita ter uma boa equipe de TI, ou excelente parceria com terceiro se for software adquirido no mercado.</p>
<p>Um bom sistema de gestão do relacionamento com o cliente (CRM) deve conter a técnica IDIP:Iidentificar, Diferenciar, Interagir e Personalizar. </p>
<p>&#8220;Identificar&#8221; é basicamente a capacidade de classificar o cliente e reconhecê-lo mesmo utilizando abordagens diferentes; &#8220;Diferenciar&#8221; é compará-lo com outros e tratá-lo de forma diferente; &#8220;Interagir&#8221; é obter feedback do cliente, conhecer suas necessidades; &#8220;Personalizar&#8221; é a adaptação de um produto ou serviço ao cliente.</p>
<p>Há muitas técnicas para obter uma boa identificação do cliente, como ex: os programas de milhagem das empresas aéreas, uma identificação automática de entrada num site que permite reconhecer o cliente quando ele retorna.</p>
<p>Para diferenciar os clientes, é preciso fazer-lhes a menor quantidade de perguntas que nos levem à maior quantidade de informação. Uma vez identificados os clientes por valor, escolhe-se o grupo mais valioso e entra-se em contato com seus membros para fazer mais perguntas, diferenciando-os por necessidades.</p>
<p>Há três grupos básicos de clientes em uma empresa: o dos mais valiosos, também conhecido como o dos 20% que proporcionam 80% da lucratividade; o dos potencialmente valiosos, que se podem facilmente conquistar; o formado pelo grosso dos clientes; e o abaixo de zero, ou seja, nulos. Deve-se investir mais nos clientes que poderemos conquistar, quase a mesma quantidade nos mais valiosos, uma cota de &#8220;manutenção&#8221; nos habituais e nada nos abaixo de zero. Esta é a definição do “marketing um a um” com apoio de ferramentas de CRM. </p>
<p>Uma forma de interagir com os clientes sem incomodá-los é pedir-lhes permissão para obter informações a fim de oferecer um serviço melhor. Caso aceitem, a empresa precisa prometer-lhes que nunca essas informações serão compartilhadas com outras pessoas e que eles somente receberão comunicados por parte da empresa. Um acordo de privacidade por escrito é muito importante. </p>
<p>“Se a empresa consegue fazer o cliente se comunicar com ela e dizer-lhe o que necessita, se registra o que ele diz , se presta atenção a suas perguntas, então, aprenderá algo sobre ele e poderá ir adaptando sua conduta com o tempo. Essa realimentação torna o cliente fiel, pois a empresa o conhece. Esse é o chamado relacionamento de aprendizado, ou de colaboração.”  </p>
<p>Toda empresa terá de aprender a adequar seus produtos sob medida ao cliente, porque é a vantagem estratégica mais importante do marketing um-a-um.</p>
<p>Concentrar esforços no cliente exige boa tecnologia e requer uma inovação na empresa, a modificação dos processos e, principalmente uma mudança cultural .</p>
Number of View :298]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Programas portables! Por que ninguém dá, ainda, a devida atenção a eles? Parte 1</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/programas-portables-por-que-ninguem-da-ainda-a-devida-atencao-a-eles-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Henrique Bezerra Sento Sé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[burlar]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[portables]]></category>
		<category><![CDATA[Proxy]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[surf]]></category>
		<category><![CDATA[ultra]]></category>
		<category><![CDATA[ultra surf]]></category>
		<category><![CDATA[ultrasurf]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, falando em segurança da informação mais uma vez, tenho visto artigos variados, principalmente sobre telefonia móvel; claro que estou de acordo com tudo quanto tenho lido, só não entendo e não aceito por que ainda não estão dando a devida atenção aos programas portáveis ou, se preferirem, como temos visto por aí, portables programs. Este artigo, que terá 2 partes, é dedicado a estes potenciais danosos programas e aos amigos que trabalham com segurança da informação! Espero que gostem!</p>
<p>Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!</p>
<p>Programas perigosos para o bom e eficaz gerenciamento da segurança da informação como nmap, Wireshark, Ultra Surf, etc. trarão certamente muita dor de cabeça aos desavisados, eles podem ser baixados e executados sem o menor esforço, mesmo num domínio e com conta comum no AD, ou até mesmo com conta de visitante de micro local. Assim como existem portables programs que verificam atributos de arquivos, suas localizações, quebradores de senhas; existem aqueles que ferem a política sobre direitos de licenciamento, como Photoshop, etc. Não ficarei dando muitos exemplos porque não me pagam por propaganda <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Imaginem como é fácil, principalmente através dos vídeos do Youtube, para um colaborador interno realizar ataques de ARP Spoofing, DNS Poisoning, dentre outros. Isto pode ser evitado de muitas maneiras, alguns exemplos: configuração de GPOs adequadas, após minucioso estudo de funcionalidade de cada portable program, pode ser feito também por meio de antivírus bem configurado, dentre outros meios. Existem também os keyloggers, que até mencionei em outro artigo, existem portables deles também. Que coisa hein!?</p>
<p>Felizmente já descobri meios de impedir o “loading” destes maliciosos “bichos” na memória sublime de meus computadores empresariais, apenas não os divulgarei aqui! Sou muito bem pago para descobrir falhas e não as divulgarei de graça rsrs! É mais gratificante a caminhada para a descoberta, quando é feita por nós mesmos!</p>
<p><strong>Um pouco sobre o Ultra Surf</strong></p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/programas-portables-por-que-ninguem-da-ainda-a-devida-atencao-a-eles-parte-1/ultrasurf/" rel="attachment wp-att-15048"><img class="alignleft size-medium wp-image-15048" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/ultrasurf-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
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<p>[Cout &lt;&lt;] Escaparei com exit 0 leve e rapidamente para um comentário&#8230;</p>
<p>Quanto mais dificultarmos as coisas para as pessoas, mais tentativas farão para transpor estes obstáculos, principalmente se tiverem percepção ambiciosa, desejarem bem-estar próprio ou se virem tais acontecimentos como desafios.</p>
<p>[Cin&gt;&gt;] Algumas empresas, escolas, universidades tentam*** bloquear o acesso à internet, muitas delas falham em muitas das tentativas, no todo ou em parte, algumas até desistem!<br />
Programas do calibre do Ultra Surf tentam burlar, e conseguem muitas vezes furar estes bloqueios, tendo em vista o meio como funcionam.<br />
Segundo o próprio desenvolvedor afirma em seu site, existem três pilares que sustentam o Ultra Surf: (a liberdade de navegar, a privacidade com seus dados e a segurança de acesso). &#8211; Só não disseram segurança de quem, de quê!</p>
<p>Caros leitores, o artigo continuará na parte 2 de 2. Muito em breve.</p>
Number of View :381]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>DynamoDB: a Amazon e o big data</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/dynamodb-a-amazon-e-o-big-data/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mamede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[big data]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[dynamodb]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que pareça irônico, já que se trata de um ambiente virtual e não físico, um dos grandes problemas da computação é a escassez de espaço. O que parece muito está cada vez menor, tamanha a quantidade de informação produzida. Especialistas alertam que as empresas já devem se preocupar em como lidar com o excesso de informação em seus bancos de dados. Um importante avanço para se solucionar este desafio foi dado na última semana, com o lançamento do DynamoDB, da Amazon.</p>
<p>Este serviço de banco de dados NoSQL possui duas grandes vantagens. A primeira é sua capacidade para armazenar volumes gigantescos de dados. Ele funciona na base do troughput provisionado. Ou seja: fornece os serviços na medida certa para as necessidades das empresas. E conforme estas demandas crescem, o throughput também é aumentado.</p>
<p>O DynamoDB é baseado em tabelas hash que geralmente ficam prontas para serem usadas em apenas um minuto ou dois. Cada tabela deve ter um índice primário. Nesta versão, o cliente pode escolher dois tipos de chaves primárias: Hash Keys Simples e Hash Keys Compostas com Intervalo de Chaves.</p>
<p>A outra vantagem é o desempenho operacional. Pelo DynamoDB, você pode começar com 5 leituras e escritas por segundo e escalar até 50 mil leituras / escritas por segundo. Tudo de forma automática e sem alterações ao seu código. “O interessante da Amazon é que ela garante escalabilidade armazenando os dados em quantos servidores forem necessários para garantir performance”, atesta Guilherme Mamede, CEO da <a title="MeltDSP" href="http://www.meltdsp.com" target="_blank">MeltDSP</a>.</p>
<p>Uma pesquisa divulgada em maio de 2011 pelo McKinsey Global Institue (MGI) mostra os benefícios que podem ser obtidos para quem souber trabalhar com <em>big data</em>. Segundo o estudo, um varejista pode aumentar sua margem operacional em mais de 60%. No sistema de saúde americano, o <em>big data</em> usado de forma criativa e eficaz pode gerar mais de 300 bilhões de dólares por ano, sendo dois terços deste valor em forma de redução de despesas. A pesquisa aponta ainda que, usado na melhora da eficiência operacional, o <em>big data</em> poderia render às nações mais desenvolvidas da Europa uma economia de 100 bilhões de euros.</p>
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