Cloud Computing

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Mas afinal, quanto custa ter um Datacenter?

publicado por Guilherme Costa

Em meio a grande discussão sobre a adoção de Cloud Computingterceirização de serviços de TI,fortes argumentos a favor e contra, um de nossos executivos disparou: Mas afinal, quanto custa para se ter um Data Center? Começamos o levantamento de investimentos e despesas para se ter uma ideia de quanto custa um data Center.

Em maio de 2003, Nicholas G. Carr sentenciava: “IT Doesn’t Matter”. Iniciava-se então, a polêmica. Uma onda gigantesca de artigos foram escritos pelo mundo afora, debatendo sobre o que ele disse e o que ele queria dizer,alguns concordando e muitos outros discordando da afirmação.

Pois já se passaram 8 anos e se há alguma coisa que todos podemos com certeza afirmar é que Tecnologia da Informação fez, faz e fará toda a diferença nos processos de negócio existentes e somente ela tem dado a condição de criar empreendimentos que eram impensados há décadas. A TI é importante e faz a diferença.

Durante o trabalho que dava a resposta sobre a questão que motivou esta escrita, outras perguntas impediam a minha concentração: considerando as novas tecnologias e as ofertas existentes no mercado, por que alguém decidiria construir um Data Center? Quais são as razões (levadas em conta) ao tomar a decisão de investir em racks, cabos, calhas, pisos, ar-condicionado, sala segura, nobreak, gerador, além de uma centena de outros itens de investimento, recursos humanos e serviços que são necessários para ,minimamente, garantir a segurança da informação e serem capazes de cumprir os requisitos regulatórios?

Sem a pretensão de voltar à discussão sobre a importância da TI para o negócio (acho que Mr. Carr durante estes oitos anos já deu explicações suficientes sobre o assunto), o fato é que, principalmente por uma melhor qualidade na oferta, o serviço de Data Center tornou-se um commodities e sua contratação é técnica e economicamente viável. A decisão em terceirizar este serviço (assim como foram tantos outros casos de terceirização) deve ter base na estratégia de cada uma das empresas.

Em relação a comoditização da infraestrutura de TI temos que concordar que Nicholas G. Carr foi profético.

Com o levantamento de despesas e investimentos concluído, baseado nas informações coletadas com fornecedores, técnicos e especialistas, foi possível dar a ideia de grandeza e responder a questão apresentada. Este levantamento será apenas mais um dos itens a ser considerado para a tomada de decisão.
Agora é aguardar.

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Autor

Graduado em Administração de Empresas e com MBA em Gestão da Tecnologia da Informação, Guilherme Costa é profissional com mais de 30 anos de experiência com passagem pelas empresas Olvebra, Petróleo Ipiranga, Claro Digital e Doux Frangosul. Atualmente é o responsável pela Gestão da Governança e do Planejamento de TI do Banco Matone.

Guilherme Costa

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