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Enviar e-mail é coisa do passado

publicado por Luciano Döll

Não é novidade pra ninguém o sucesso das redes sociais. Sem dúvida, é uma forma diferente de comunicação pela web, interativa, participativa e, sobretudo, colaborativa. As pessoas passam em média 700 bilhões de minutos por mês no Facebook. Todos os dias são postadas 100 milhões de fotos no Facebook. Só na virada do ano, foram 750 milhões de fotos. Não é sem motivo que, por dia, são armazenadas mais de 25 terabytes de dados nos servidores do Facebook e esta sempre foi uma preocupação de Zuckerberg: evitar que os servidores não aguentassem o tranco, tal como acabou ocorrendo com o Friendster.

Um estudo realizado pela empresa comScore aponta que 99% dos internautas brasileiros estão conectados a pelo menos uma rede social. Só perdemos para os Estados Unidos. Lá, 99,7% acessam sites como twitter ou facebook. A propósito, a criação de Mark Zueckerberg é hoje o endereço mais visitado do mundo, ganhando inclusive do Google. Quanto à intensidade de uso das redes, entretanto, vencemos os norte-americanos, pois visitamos estes sites, em média, 30,6 vezes por mês, enquanto eles o fazem 30,3 vezes.

A geração Y tem usado cada vez mais as redes sociais, deixando o e-mail em segundo plano. Talvez, se a geração X e os baby boomers usassem mais o twitter, teríamos menos spam. Em 2010, de cada 100 e-mails, mais de 89 foram spam. É isso mesmo, um absurdo. Em média, 262 bilhões de e-mails não solicitados foram enviados por dia. E-mail com arquivo pesado de power point é o que mais incomoda. A vantagem do twitter é esta. Você segue quem você quer, e se o cara começa perturbar, basta deixa-lo à deriva. No caso do e-mail, não é bem assim. Quanto mais o seu endereço for conhecido, maior a probabilidade dos chatos te incomodarem. E pouco podemos fazer para nos defender.

São vários os pontos a favor das redes sociais. Uma sacada interessante nos sites é permitir que o internauta compartilhe o conteúdo com seus contatos. Afinal, boas são as chances de ver seu nome divulgado gratuitamente na web. Marketing viral é um conceito até antigo na internet e que ganhou um terreno fértil nas redes sociais. Que o diga, Justin Bieber, que, com mais de 501 milhões de acessos, é o dono do vídeo mais visitado do youtube. Já sei. Você odeia o Justin Bieber. Tudo bem, mas sua produção atrai uma multidão que o idolatra.

Ultimamente, tem circulado na internet uma série de artigos dando dicas para aumentar o número de seguidores do mundo virtual. Esqueça isso. Só existe uma dica: conteúdo. Você precisa produzir conteúdo de qualidade que atinja um público fiel, como o de Bieber. Não caia nessa, também, de querer comprar seguidores, tal como muitas empresas oferecem, prometendo elevar sua audiência no youtube ou twitter. Isso só serve pra alguns políticos que adoram ostentar o número de seguidores. É preferível ter dez seguidores ativos, que leem suas contribuições a ter mil falsos amigos virtuais que nem sabem que você existe, muito menos acompanham seus posts.

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Autor

Mestre em Informática Industrial e Bacharel em Informática. Professor Universitário e Consultor de Tecnologia da Informação. Diretor do Instituto Döll de Tecnologia e Educação. linkedin: http://www.linkedin.com/in/lucianodoll twitter: @lucianodoll

Luciano Döll

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