Inteligência Artificial

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Drones ou Homens, o que somos?

publicado por Marcus Vinicius S. A. Reis

Figura - Drones ou Homens, o que somos?Certeza não temos, entretanto o assunto do momento gira em torno da evolução humana, e da crescente capacidade de processamento dos computadores, até o presente momento a lei de Moore não está equivocada em afirmar que o poder de processamento dos computadores dobra a cada 18 meses, esta afirmação nos faz refletir em diversos aspectos, podemos dizer que em algum momento as maquinas poderão superar o raciocínio humano?, ou até mesmo superar o pensamento, os sentimentos e os sentidos, quanto tempo faltará?, o cérebro humano é complexo demais para não ser fruto de uma operação ou simulação de computador.

Em um artigo de Rich Terrile, diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automativo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, ele afirma que vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de “programador” no futuro, e que de acordo com a Lei de Moore, ela permitirá que isso seja teoricamente possível em algum momento, o simulador seria capaz de criar a nossa realidade e simular o curso da humanidade, o poder é tanto que ele seria capaz de controlar todas as bilhões de pessoas que vivem no mundo e fazer com que todas sintam, ajam e nunca desconfiem que estão sob controle. Para Rich Terrile somo máquinas, fruto de simulação e robótica, e somos tão bem programados e configurados que não percebemos que somos apenas máquinas.

Parece estranho, anormal, ou uma filosofia difícil de se acreditar, entretanto não temos noção do futuro a não ser que estejamos nele, não podemos afirmar que a inteligência computacional/artificial será capaz de tamanha arquitetura, a computação é mágica e sofre constante evolução, difícil até de se acompanhar.

Existem drones trabalhando para forças militares, para centros de pesquisa e no dia a dia das pessoas onde a cada ano que passa, com os artifícios da logica fuzzy, algoritmos genéticos, sistemas especialistas e tantas outras técnicas, essas maquinas tem evoluindo constantemente, resta saber como a sociedade encara o futuro da tecnologia e como as organizações governamentais de todo o mundo irá encarar esta mudança a nível de legislação, para conseguir acompanhar as mudanças. Sistemas governamentais burocráticos, lentos e ultrapassados não acompanham o avanço da tecnologia, legislações desatualizadas podem ser um “prato cheio” para o uso indevido da tecnologia, começando pelos profissionais de técnologia da informação que não possuem nem órgão de registro da profissão.

“Pesquisa da ONU (organização das nações unidas) afirma que , civis foram mortos em 33 ataques com drones ao redor do mundo. No Paquistão, de 2.200 a 3.300 pessoas foram mortas por ataques de drones norte-americanos desde 2004, 400 das quais eram civis. De acordo com os últimos dados do Ministério da Defesa do Paquistão, 67 civis foram mortos em ataques de drones no país desde 2008”.

Podemos realmente não ser fruto de inteligência artificial, mas independente de pensamentos, teorias ou filosofias, devemos pensam ou agir para a paz mundial, as máquinas tem muito a nos ensinar, e ajudar, só deve-se possuir a “consciência” ao projetar.

[Crédito da Imagem: Drone ou Humano – ShutterStock]

 

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Autor

Mestrando em Sistemas Computacionais na Universidade Federal Fluminense, Pós-graduado (Lato-Sensu) em Engenharia e Arquitetura de Software pela Universidade Estácio de Sá (2014), Possui graduação em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2012), é Técnico em Estruturas Navais formado pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage (2005). Foi estagiário da Keppel Fells (2007) auxiliando em projetos navais na construção de plataformas de petróleo para Petrobras. Aprovado no concurso para Marinha do Brasil, atua na área marítima, na Delegacia da Capitania dos Portos em Macaé tendo como formação técnica o curso de Escrita e Fazenda no Centro de Instrução Almirante Alexandrino, atuando como escrivão e exercendo atividades de Inspeção de embarcações na Região Norte Fluminense, preservando pelo bom andamento das atividades marítimas e a proteção do meio ambiente, e dando suporte na área de TI da organização militar. Exerceu a atividade de docente, como professor de diversos assuntos relacionados a área de informatica (preparatório para concursos, redes de computadores, informatica profissional, programação web, projeto melhor idade) no curso profissionalizante INDEX em Rio das Ostras (2014). Autor do projeto de graduação de conclusão de curso na Universidade Estácio de Sá, criando com sua equipe um Sistema de Atividades Físicas, incluindo conhecimentos em programação PHP criação de projetos em UML, autor do artigo "MODELAGEM DE SOFTWARE, COM O SUPORTE DA UML E O USO DO PROCESSO UNIFICADO COMO METODOLOGIA ÁGIL: UM ESTUDO DE CASO" para conclusão de pós graduação. Tendo experiência em TI e na área marítima.

Marcus Vinicius S. A. Reis

Comentários

3 Comments

  • Excelente artigo. Se compararmos a capacidade de processamento de máquinas ainda nos anos 80, e traçar a linha de evolição como uma constante dos ultimos 35 anos, para os próximos 35, acredito que esta geração vigente, viverá para ver drones dividindo a terra conosco, ou até descubriremos que os drones somos nós.

    • Bruno almeida, Alan Turing (pai da Inteligência computacional) não tinha ideia que sua maquina seria referência para os dias de hoje, e do quanto evoluimos. Temos muito a evoluir, podemos não descobrir que somos drones, mas poderemos criar drones que não sabem que são. E assim segue o fluxo da humanidade na visão de Terrile.

  • Boa reflexão, o uso da tecnologia com inteligência, trás solução para vários problemas cotidianos, o mal uso, sim acarreta outros transtornos, exigindo assim uma legislação mais específica e pessoas teinadas, inclusive no que diz respeito a segurança da informação!

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