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Business Intelligence: Mentes fixas ou de crescimento?

publicado por Melissa Adimari

Com o crescimento exponencial das empresas em empregarem o Business Intelligence – BI a sua rotina gerencial nota-se a enorme oferta de emprego nesta área, portanto o que tenho notado e que os recrutadores solicitam é conhecimento em ferramentas como Cognos, Microstrategy, Hyperion, Business Objects, Oracle, SAP, entre outras, porem o grande desafio esta em desenvolver estratégias, de o candidato ter uma visão analítica e capacidade de desenvolver situações que mais se aproximem do atual quadro corporativo para a tomada de decisão sem muitos Gaps.

São escolhidos profissionais que sabem construir cubos, KPIs, mas a maioria sem conhecimento gerencial, de planejamento, de teorias como Efeito Borboleta – Teoria do Caos, Fibonacci, Projeções Estatísticas, Market Share, pesquisas de dados secundários. Trabalhar com uma ferramenta qualquer pessoa, o mínimo curiosa, consegue desenvolver alguma coisa, mas nesse e em muitos outros casos, o que realmente importa e o conteúdo.

A meu ver, esse profissional precisaria ter os dois braços, ou seja, conhecer tanto a parte tecnológica quanto estratégica, pois há casos em que o consultor, formado, por exemplo, em Administração de Empresas ou Marketing, não gosta e nem se importa como funciona um banco de dados, por exemplo, o que seria essencial pra poder desenvolver um bom trabalho em equipe, diminuindo tempo, aumentando produtividade e assim teria mais agilidade, em contrapartida, o profissional de TI, nem sempre objetiva o aprendizado teórico, disciplinas como Empreendedorismo, o conhecimento de estratégias, e assim a empresa quase sempre patina em projetos nos quais sua própria equipe não se integra. E vou mais a fundo, nem sempre, um MBA em Business Intelligence capacita o profissional para extrair da ferramenta o que seria relevante para a corporação.

Isso tem a ver com resistência, o livro Mindset: The New Psychology of Success, de Carol S. Dweck (Ballantine Books, 2007) aborda as crenças que definem o nosso modo de ver o mundo e a nos mesmos, havendo dois tipos de mentalidades, a fixa e a de crescimento, na primeira, as pessoas acreditam que talento e inato, na segunda, o talento e resultado de trabalho árduo e pode crescer indefinidamente, depende exclusivamente de você.

Enfim, o profissional pode se tornar mais inovador, que deriva do latim innovatione, significando renovar, e se refere a uma ideia, objeto ou método, criado, e que rompe com os padrões anteriores. O ser humano tem a tendência de se relacionar apenas com pessoas de determinadas área, às vezes da sua mesma, portanto para que haja inovação, e preciso que as pessoas não tenham medo, receio da pluralidade, convergência de ciências, aproveitando o poder da tecnologia para haver a intersecção das ideias e tornando as empresas mais inovadoras, e porque não mais assertivas.

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Autor

Sou consultora Marketing B2B & BI, tenho conhecimento em várias ferramentas, como Oracle, Microsoft, Tableau. Cursei faculdade de Ciência da Computação e Marketing Estratégico, gosto de assuntos relacionados a tecnologia, psicologia, administração, estratégias. Defendo o empreendedorismo no Brasil, além de ações sociais voltadas ao meio ambiente, pois para crescer precisamos plantar, adubar, regar e assim colher frutos bons.

Melissa Adimari

Comentários

4 Comments

  • Melissa,

    Muito boa sua colocação. Parabéns pelo post.

    Gideão.

  • Olá Melissa.
    Estou começando em BI e tenho estudado o máximo sobre as duas áreas em torno do BI: Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação: Kimball é meu livro de cabeceira e BSC/KPI são os termos mais usados no meu google 😀
    Mas fiquei surpreso quanto ao seu comentário sobre teorias como Efeito Borboleta (Teoria do Caos), Fibonacci, Projeções Estatísticas, Market Share, pesquisas de dados secundários
    Humildemente, gostaria que você explicasse um pouco mais sobre isso e a relação com BI.
    Obrigado por sua atenção.

    Um abraço

    • Jorge, obrigada pelo comentário. O que quis dizer é simples, saia do “apenas técnico”, BI requer conhecimento de estratégia, administração, Efeito Borboleta por exemplo, o bater das asas de uma borboleta reverbera com maior intensidade tempos depois, ha uma distância maior. Fibonacci por exemplo te ajuda a desenvolver seu raciocínio, o que muita gente não entendeu até hoje pra que serve cálculo na faculdade. Ler, compreender e repassar precisa de muita leitura, o que um técnico na maioria das vezes não faz. Boa leitura e sucesso no seu caminho.

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