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B2B torna-se mais eficiente percebendo os hábitos do consumidor da Internet e com mutirões virtuais

publicado por Hans Bukow

B2B torna-se mais eficiente percebendo os hábitos do consumidor da Internet e com mutirões virtuaisTornar as coisas mais eficientes é o que realmente dá valor. Como uma pessoa fundamentalmente orientada a produtos, constatei isso por ter criado startups baseadas em tecnologia pelos últimos vinte anos no Vale do Silício. É sinônimo de evolução. O coletivo em forma de empresas e corporações usará seus recursos com prazer e investirá uma grande quantia de dinheiro para fazer mais coisas acontecerem por menos.

No Brasil e em qualquer lugar do mundo, as pessoas são geralmente obcecadas em fazer por menos. A revista Exame estampou uma charge em sua capa em que cinco trabalhadores brasileiros equivaliam a um trabalhador norte-americano. Mesmo com todas as reclamações nos Estados Unidos sobre como o país está se tornando um moderno Império Romano, a lacuna da produtividade dos americanos ainda está crescendo contra o resto do mundo. As tendências no Vale do Silício mostram claramente que às últimas ondas de inovação pedem eficiência.

A Enterprise Software (um negócio B2B) está de volta à popularidade e, em contrapartida, conseguindo mais fundos do que negócios B2C. Por quê? Por diversos motivos, um deles está claramente relacionado à megatendência de ser mais eficiente usando recursos compartilhados, também conhecida como trabalhar na “nuvem”.

Outro jeito de capitalizar o conhecimento adquirido no trabalho ou os hábitos que pegamos quando usamos serviços da internet todos os dias. Essa noção que vem se tornando popular é chamada de “consumerização” de software de negócios. Isso significa que o software de negócios deve ser desenvolvido empregando uma interface de usuário e interações que se pareçam muito com o que você faz quando navega na web. Dessa maneira, não há uma curva de aprendizado muito intensa.

Os funcionários usam os sistemas corporativos baseados no que fazem todos os dias na web quando interagem com sites como Google, Facebook, Twitter, Amazon, ebay, etc. Bater papo, escrever em blogs, postar fotos, pesquisar, usar carrinhos de compra de e-commerce já são atividades com as quais estamos muito familiarizados e exercitamos diariamente – faça o que precisa ser feito para sua empresa da mesma forma. A falta de novos treinamentos, ou não precisar memorizar novas maneiras de fazer as coisas, aumenta eficiência pela qual as pessoas pagarão.

Crowd doing (frequentemente discutida com exemplos de crowdsourcing ou funding) é também uma nova tendência em fazer as coisas mais eficientes. Trabalhos realmente grandes por definição frequentemente requerem grandes quantidades de coordenação e gerenciamento. Um serviço de web desenhado para ser muito colaborativo e compartilhado torna-se algo mais rápido e fácil de ser resolvido. Com as contribuições de uma multidão, é mais fácil resolver um problema. Em outras palavras, para mais eficiência, pegue um monte de trabalho e divida-o em esforços muito menores, altamente conectados e rapidamente sincronizados, que são distribuídos para vários participantes. O movimento de crowdsourcing é a nova rede social.

Então, para melhores resultados, simplesmente crie um conceito de crowdsourcing, que tenha aspecto familiar ao usuário, que pareça justamente um serviço da web muito popular que você e todo mundo na internet use regularmente – na nuvem, é claro.

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Autor

Hans Bukow, vice-presidente de Estratégias e CEO Estados Unidos da JExperts, empresa desenvolvedora de soluções de software e serviços destinados à melhoria das práticas de gestão nas empresas.

Hans Bukow

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