Carreira

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Atenção: Profissional de TI tem prazo de validade

publicado por Luiz Eduardo Improta

Atenção: Profissional de TI tem prazo de validadeInfelizmente o título do artigo é verdade. Profissional de TI tem prazo de validade e não falo isso teoricamente, mas com fatos. Saí da empresa onde estava e me deparei com um mercado preconceituoso. Se estiver beirando os 50 anos, ou você possui um cargo de confiança (diretoria para cima) ou tem sua própria empresa, senão fica na rua. Não importa o quanto você tenha de todo o perfil solicitado pelas empresas, certificações, graduações, cursos, etc. Tenho amigos na mesma situação que eu (não são poucos), com um currículo bem interessante e estão desempregados, muitos, a quase 1 ano ou mais. As empresas, como aconteceu várias vezes comigo, te chamam para entrevista, durante te elogiam (na época não tinha a data de nascimento em meu currículo) e depois te perguntam o ano de nascimento…pronto, já era! Você aprende a ver pelas expressões faciais do entrevistador o descontentamento. Dá vontade de virar a mesa. Uma empresa me chamou para entrevista, enfrentei chuva, na hora a secretaria da empresa deu uma desculpa, disse que quem iria me fazer entrevista passou mal e saiu mais cedo, contudo me ligaria depois. Ela ligou ou passou e-mail para você meu leitor? Nem para mim. Nesta eu coloquei a minha idade no e-mail que anexei meu currículo. Deve ter visto depois, mas custava me receber e dar outra desculpa, tal como: a vaga foi extinta ou algo parecido. Pelo menos aqui no Rio de Janeiro está assim. Poucas empresas te retornam, nem com aquela famosa desculpa que a vaga foi preenchida mas os dados estão no Banco de currículo para uma futura vaga. Só que a vaga fica anunciada por um bom tempo. Para não me maltratar, digo a mim mesmo, que foi contrato com a anunciante, contrato por mais de 2 meses.

Algumas áreas da TI, como área comercial a incidência deste problema é menor. Mas sinceramente considero a área comercial mas para o lado de marketing/produtos/venda, pois poucos profissionais desta área vieram oriundos de área técnica. Calma: toda a regra tem exceção: vamos encontrar pessoas com mais de 50 anos empregados ou recém empregados, alguns oriundos da área técnica trabalhando na área comercial, etc. Talvez o estado com mais exceção é o de São Paulo, pois lá o mercado de TI é sempre aquecido, mas é preciso se mudar para lá, ter endereço fixo e mesmo assim ter paciência, pois demora a recolocação na maioria dos casos.

Porque a experiência custa caro no Brasil de uma forma geral? Creio que seja cultural, pois na maioria dos países desenvolvidos esse fluxo é inverso. Além do mais, profissionais experientes são muito mais são caros. Algumas empresas preferem pagar menos para profissionais mais novos e correr o risco de tomar um prejuízo principalmente com tempo de resolução de problemas e resolução de conflitos nas equipes (pois essencialmente esses dois itens, exigem experiência para contorna-los ou superá-los). Neste caso, se der certo, o cérebro desta ideia, ganha os louros, que geralmente é o diretor de área. Agora quando dá errado, o gerente é o culpado (não adianta argumentar, pois na visão do alto escalão não soube gerenciar o profissional) e geralmente o que acontece é:  primeiro demite-se o “responsável direto” pelo erro, isto é, o profissional mais novo e depois o gerente. E assim a roda “roda”.

Infelizmente, pelos moldes estratégicos que as empresas nacionais tem adotado, dificilmente este cenário mudará a curto prazo. Até porque realmente há profissionais, da geração cibernética, que temos é de tirar o chapéu pelo conhecimento técnico. O perfil geralmente é: com 7 anos ganhou seu primeiro notebook, com 9 começou a programar em “C”, depois aprendeu a desenvolver suas próprias ferramentas e por aí vai. Os “cinquentões” tem o perfil: com 5 anos começou a jogar bola na chuva, com 7 anos era craque em bola de gude e por aí vai, até chegar com 24 se formou em processamento de dados, programou em “Clipper”, “Dbase…não tem a mínima chance, até porque o salário no mais novo é bem mais baixo do que o do mais, digamos, experiente. Mas o que acontece que um profissional não é formado apenas de conhecimento técnico, mas de outras qualidades, dentre elas “vivência”, o que não se adquire somente em estudando. Mas para alguns isso não traz lucro…para mim traz, mas isso é uma longa discussão.

Para finalizar deixo a minha dica: se está nesta fase e está empregado, não largue seu emprego “nem a pau Juvenal”; se está desempregado não perca tempo: ou abre um negócio (que você conheça, logicamente) ou faça concurso público se ainda tiver paciência. Não duvide deste artigo, pois é verdadeiro. Eu abri minha empresa, pois não tenho paciência de estudar para concurso público. Para quem é mais novo, faça seu “pé-de-meia” para quando chegar com 50 anos, não precisar passar por isso.

[Crédito da Imagem: Contratação – ShutterStock]

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Minimum Way

Autor

Sou profissional com mais de 22 anos de experiência desenvolvida em empresas do setor "outsourcing" em TI e Segurança da Informação. Com 2 Pós graduações e 1 MBA na área de TI e diversas Certificações em Segurança e Tecnologia da Informação, dentre elas: COBIT 4.1, ITIL v2 e v3, ISO27002 e CCSA/CCSE. Meu link no "linkedIn": http://br.linkedin.com/in/limprota007

Luiz Eduardo Improta

Comentários

24 Comments

  • Para os novos não está assim tão bom. Se por um lado não te contratam por ter “experiência” demais, por outro, não contratam um jovem pela falta dela. A área de TI está nojenta!

    • Acredito. Mas não podemos desistir, há uma corrente forte que existem vagas demais e poucos profissionais. Ano passado estava assim, mas devido as incertezas econômicas de nossos país a realidade está se alterando.

  • Fato meu caro, e não só nessa área.

    • Infelizmente.

  • Improta, você retratou muito bem o cenário, e não só no Rio. Felizmente existem algumas exceções – um amigo acaba de ser readmitido aos 63 anos, portanto é da geração anterior ao próprio Clipper.

    Tem também o outro lado da moeda: vários profissionais chegando aos 50 ou pouco depois, acham que não precisam se reinventar… em TI isto é quase um suicídio profissional, pois é uma das áreas que mais muda, e portanto exige atualizações. Poucos seguem seu exemplo de se manter antenado e atualizado. Já vi candidatos que só tinham histórias para contar, mas pouco a contribuir.

    Sucesso na sua empresa! Capacidade e garra eu sei que não faltam.

    • Obrigado meu grande amigo Herrmann…fico contente em ter gostado. Realmente há exceções e ainda bem !!! Conheço pessoas até mais velhas que estão empregadas a pouco tempo (muitas, senão falar a maioria por competência e amizade com alguém do alto escalão, pois ajuda nesta situação…e muito), mas o percentual é muito pouco….entre nas empesas e veja. Tive um cliente que o Gerente Geral que eu tratava, tinha por volta de 55 anos, foi demitido de repente e um jovem de 28 anos assumiu. Sem problemas com isso e também que não sabemos o que houve, mas o fato é: saiu um mais velho que fazia um bom trabalho então (com resultados) e entra um novo. Bola para frente meu amigo….a vida é assim mesmo ! Não se trata de ser justa ou injusta: a vida é assim, faz parte de nossa trajetória. Abraço forte !

  • Pura verdade. Meu esposo, na área de PUBLICIDADE sente isso na pele, e olha que so tem 40. Aqui em GOIANIA É PIOR, as empresas já excluem acima de 40, nem esperam 50.

    • Isso é triste Lilian !! Logo irei aproveitar a uma ideia que minha sócia teve: ano que vem, devo abrir algumas vagas em minha nova empresa, só que para jovens acima de 40 anos. Só criticar e falar não adianta, temos que agir.

  • Luiz Eduardo,

    FANTÁSTICO sua exposição. Tenho 20 anos de TI e hoje estou em sampa, justamente pelo ponto da “exceção”, pois cheguei num ponto que se isso não ocorresse eu já iria partir para outra profissão (vender côco na praia não é tão ruim, vc compra a R$0,50 e vende a R$3,00 em baixa, no verão….)

    Vim do ES e lá é um LIXO o mercado! Chega ser nojento como te tratam e não adianta experiência, certificações, formação, línguas (falo 3), totalmente repugnante!!!

    Este será meu ano de guinada, caso contrário farei parte do último parágrafo do seu texto (own business).

    Se me permite, gostaria de compartilhar seu texto!

    Sucesso!!!

    • Marcio,

      Me sinto honrado com seu e-mail e te falo que o mercado é isso mesmo. Não digo que é impossível arranjar nada com minha idade (50 anos) mas se torna mais difícil a cada ano que passa. Pode compartilhar sim e boa sorte, tenho certeza que terá sucesso.

      Abraços e boa sorte meu amigo,

  • Lastimável, como diz um amigo aí em cima: “Para quem acha que um profissional sai caro, experimente contratar um amador!” Acredito muito que a empresas brasileiras não tem esta visão que acaba prejudicando aqueles que realmente tem experiencia no mercado. Sou de Vitória ES e vejo que em um futuro bem próximo se eu quiser crescer mais vou ter que mudar para outras bandas…

  • Bom, respeito a opinião dos amigos que de uma forma ou de outra não concordam com o artigo, mas a verdade é, se você não concorda com o que foi escrito pelo colega no artigo, sinto em dizer que você está mentindo pra você mesmo. Essa é a mais pura realidade no mercado de TI, e só não enxerga quem trabalhou toda vida em 1 única empresa, nunca passou por um período sem emprego, ou que não tenha ainda atingido a casa dos 40 anos. As vezes não queremos aceitar alguns fatos porque ainda não vivenciamos os mesmos, mas certamente um dia todos irão vivenciar uma experiência dessas, e irão sim se lembrar do artigo do colega. Tudo que foi escrito no artigo se resume em uma única frase, ou seja, é redução de custo. Por que preciso ter uma pessoa de 40 ou 50 anos ganhando R$ 10.000 por mês, se posso ter uma pessoa de 24 anos com mais energia mesmo sem ter todo o conhecimento, ganhando R$ 2800,00 ? A questão é, hoje o mercado não está nenhum pouco preocupado com a questão técnica, mas sim com o custo, pois acredita fortemente que o candidato de 24 anos pode ser preparado a longo prazo, o que é muito comum dentro do regime CLT. O profissional acima de 40 anos é automaticamente considerado um profissional caro em qualquer processo seletivo, e dessa forma a recolocação é muito mais difícil

    • Rodrigo isso é uma realidade, mas sempre explico que toda a regra tem sua exceção e com certeza, como mencionei, existem pessoas empregadas com mais de 50 anos. Contudo falo da grande parte de pessoas que como eu estão passando este período difícil. Não digo que a recolocação é impossível, mas bem mais difícil. Concordo com você também, que temos de respeitar a opinião de todos, pois cada tem tem seu ponto de vista. Mas realmente só pode falar com propriedade sobre “passar fome” quem já passou, pois senão é pura divagação. Uma vez estava em um vôo vindo para RJ e vi um homem discutindo com outro sobre desemprego e falou demais. Eu não aguentei e perguntei: “Desculpe me intrometer, mas você já ficou desempregado?”…ele disse, em um tom baixo: “Não…”, então dei um sorriso para ele e me calei. Então os dois homens um olhou para outro e a conversa parou, até pousar o avião. Existem situações em nossa vida, que se não vivenciarmos nunca poderemos sentir na pele o que acontece. Falar das experiências dos outros é fácil…temos de aprender a falar das nossas e acrescento: a experiência que estou passando, está servindo muito para minhas filhas observarem e refletirem sobre o futuro delas. Inclusive sobre os amigos, pois nessa hora, você conhece a diferença entre o joio e o trigo, entre o amigo e colega. Um abraço e obrigado pelo comentário. Feliz 2014, meu amigo !

  • Descordo. Me envie seu CV. Tenho vagas para GP com seu perfil. Abs

    • Muito obrigado Fernando, pela proposta e pode deixar que enviarei para fazermos uma parceria, pois abri uma empresa e faço este tipo de trabalho também. Respeito demais seu ponto de vista, mas estou falando no “geral” e não apenas de mim. Veja bem tenho muitos amigos na mesma situação que descrevi e muitos já até mudaram de profissão…é sério mesmo. Quanto ao meu CV pode ver pelo “linkedin”: br.linkedin.com/in/limprota007/ .

  • Na minha visão, tudo é uma questão de oferta e procura. Se você encontrar um profissional de 20 anos que consiga fazer a mesma coisa que um de 50 pela metade do preço, a lógica é que a empresa contrate o profissional mais jovem, afinal, hoje em dia para formar um “programador” você só precisar arrastar alguns botões. Por outro lado, existem profissionais na área de TI que são extremamente especializados e que o cargo exige anos de experiência e vivência. Quem seria o maluco que colocaria todos dados da sua empresa na mão de um recém formado? Geralmente nesses casos, a exigência é a de um profissional com muita experiência e consequentemente mais idade; na área de gestão, muitas vezes para tomar decisões acertadas é necessário equilíbrio emocional e muitos anos de experiência, que você não consegue da noite para o dia e as empresas valorizam esse perfil. Então amigo, se você quer manter o seu emprego, arregace as mangas, procure se especializar e se tornar diferenciado no mercado, pois as empresas sempre estão a procura de pessoas competentes e diferenciadas, independente da idade.

    • Primeiramente obrigado pelo comentário, pois sempre ajuda a repensarmos naquilo que escrevi tentando ajudar, contudo tenho algumas observações que acho pertinente. Bem fico feliz de ver que possui uma visão otimista mas te digo e acredite, tem muita gente nesta condições: conheço alguns PMP (faixa de 50 anos, com margem de erro mais ou menos 3), com graduações em TI e outras certificações que estão fora de mercado e pasme: alguns largaram a TI e foram ser, por exemplo, corretores de imóveis. Com um currículo que o meu é fichinha se comparado ao deles. Na verdade não falei de mim isoladamente, falei representando vários amigos, com quais tive a honra de trabalhar e acrescentaram demais em meu aprendizado profissional e social. Eu mesmo errei no meu planejamento por pensar assim como você. Isso não quer dizer que amanhã não vá arrumar um bom emprego, o que estou dizendo é que existe um grupo grande de profissionais extremamente capacitados que por causa da idade estão a margem do mercado, desempregados. Isso não é conceitual é fato. Alguns levam mais de 1 ano desempregados e poucos conseguem emprego depois disso, e ganhando menos de que ganhavam, aceitam por que precisam e também para mostrar que são capazes de fazer a diferença. Certificações, graduações, Pós-graduações concedem conhecimento mais sem experiência, que não se conseguem estudando e sim com vivência, o conhecimento fica, em vários casos, sem utilidade sem a vivência. Conheço colegas que são muito qualificados, possuem muitas certificações e são supervalorizados no mercado, mas não ficam nem 5 meses em nenhum emprego, sabe porque: são arrogantes e não conseguem trabalhar em equipe, pois são as “estrelas” e falo isso com eles, os quais concordam mas não mudam. Respeito a posição deles, mas se fosse minha empresa, não entrariam. Só experiência, vivência aliada ao conhecimento técnico perfaz o bom profissional. Mas voltando ao assunto: sugiro não ignorar este fato de mercado (não é regra imutável…estou falando do que está acontecendo hoje no mercado…pode mudar amanhã e espero que mude), pois passar por isso realmente é horrível. Espero que tenha ajudado.

  • Olá!! Realmente no Brasil e no mundo temos muitos preconceitos em relação a idade, religião, cor, gordinhos, portadores de deficiência e por aí vai. Ainda não cheguei aos 50 nem aos 40, mas o que eu pude observar até agora na minha trajetória profissional é que existe sim o preconceito em relação a idade de algumas empresas, mas a idade (avançada ou pouca demais) é levada em conta junto com outros fatores como tempo de experiência profissional, se você tem QI (rs), adequação do perfil ao cargo, etc; poderíamos escrever um outro artigo tratando da falta de oportunidade dos negros, dos que não tem escolaridade, dos pobres, a lista é imensa. Assim como temos pessoas com idade avançada que tiveram dificuldade em arrumar emprego ( e outros arrumaram ótimos empregos), com certeza também vamos ouvir muitas histórias, por exemplo, da dificuldade do adolescente em arrumar o primeiro emprego, assim como teremos também muitos casos de sucesso. Prefiro acreditar que vivemos em um Brasil de oportunidades, que apesar dos preconceitos e dificuldades (será uma utopia? rs), é possível vencer, desde que estejamos dispostos a arregaçar as mangas e pagar o preço que costuma ser muito trabalho, dedicação e um pouquinho de sorte.

  • Isto ocorre em todas áreas profissionais. No Brasil e em países em desenvolvimento;

  • Eu te digo que concordo em parte com esse artigo, pois como foi dito, para vagas de analistas técnicos, CCNA, CCNP esta cheio de vagas, não temos demanda para analista bilingues, eu não conheço ninguém com inglês avançado ou fluente desempregado, pode não estar ganhando maravilhas, mas estão se virando….acredito ver esse problema nas áreas gerenciais , mas para analistas isso ao meu ver ainda não exite, pois não ha mão de obra para a demanda que esta aí !!!

  • O texto , infelizmente, é muito realista. No meu caso um pouco pior, 33 anos, casada há pouco tempo (ou seja, pode ter filhos e ficar de licença por meses) e Mulher. O mercado não tem perdoado mesmo. Infelizmente essa é a nossa realidade.

  • Concordo que essa seja a realidade, mas não acho que a forma de pensar das empresas seja 100% errada. Talvez a forma como conduzem o assunto sim, poderia ser bem melhor, mas esses preconceitos não surgem do nada, são criados por experiências ruins com profissionais do “mesmo grupo”.

    Não estou dizendo que as pessoas mais velhas não tem nada a contribuir com o mercado, mas muitos não tem a mente aberta para inovação e disrupção, só pensam na aposentadoria. Infelizmente, esse tipo de profissional acaba criando um estereótipo de “antiquado, encostado e cabeça dura” difícil de derrubar.

    E isso não acontece apenas com quem é mais velho. Os profissionais mais novos sofrem de preconceito semelhante, quando não passam em entrevistas “por serem novinhos demais para ter responsabilidade”. Mulheres que tem filhos também sofrem com isso. Tem vários exemplos.

    Agora, eu gostei muito da última frase: “Para quem é mais novo, faça seu pé-de-meia para quando chegar com 50 anos, não precisar passar por isso.”. Muitas vezes deixamos o vento levar a vida, e não pensamos direito na carreira: onde quero chegar? Quais os meus objetivos? Como me imagino aos 70 anos?

    Tenho 34 anos, estou na área há 16, e somente há 3 venho pensando mais sobre o meu futuro profissional. Posso dizer que isso muda a sua vida, porque mudou a minha. Um dos meus projetos de vida, o Desenvolver Idéias (http://desenvolverideias.com), visa ajudar outros profissionais de TI a enxergar isso antes de chegar aos 30, 40 anos, mudando sua forma de ver a carreira e os objetivos de vida.

    Luiz, embora eu não concorde com tudo o que você escreveu, entendo o que você passou, conheço vários profissionais que passaram pelo mesmo problema. Te admiro muito por abrir uma empresa e não desistir, saiba que o mercado tem muita oportunidade pra quem tem “sangue no olho” e quer trabalhar. A diferença entre ter 20 ou 50 anos é a forma como essas oportunidades se manifestam, e como podemos agarra-las.

    Abraço!!

  • Eu tenho 42 anos, vivo também essa realidade, e não tive outra alternativa estudar para concurso. Já faz 4 anos que estou na luta, uns aguardo a nomeação, mas enquanto isso persisto, porque sei que Deus irá dar a minha vitória.

  • Estou com medo do meu futuro na área de TI. Eu comecei nessa área meio tarde ao 26 anos, hoje estou com 31 anos e estou na mesma empresa que me deu a primeira oportunidade para trabalhar na área.

    Acontece que estou no mesmo cargo desde que entrei, por isso tentei procurar algo melhor no mercado. Infelizmente eu senti certa discriminação por eu ter iniciado tarde na área.
    E o salário que era oferecido não condizia com a realidade de um homem casado de 31 anos.

    O pior que quando eu ficar mais velho vou ser discriminado no mercado por ter tido apenas um cargo na área de TI.

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