Gestão de Conhecimento

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A gestão do conhecimento nas organizações

publicado por Cristina Schnorenberger

Figura - A gestão do conhecimento nas organizaçõesA Gestão do Conhecimento é um dos assuntos do momento. As organizações estão criando espaços em seus organogramas para demonstrar o interesse pelo assunto; os estudantes buscam temas nessa área para desenvolver seus trabalhos de conclusão; e, de forma geral, as pessoas querem saber mais sobre como gerir o conhecimento, visto que estamos vivendo na era do conhecimento. Mas será que sabemos o que é e como fazer a Gestão do Conhecimento?

Primeiro, é importante dizer que as pessoas e as organizações já fazem a Gestão do Conhecimento, mesmo sem saber. Quando estamos buscando nos aperfeiçoar e planejamos a nossa carreira, estamos gerindo o nosso conhecimento. No caso das organizações, quando proporcionam e criam oportunidades para que o conhecimento flua dentro de seus processos, elas também estão gerindo e disseminando o conhecimento.

Koiti Egoshi, autor de “A Gestão do Conhecimento da Era Internet”, afirma que a gestão do conhecimento “é algo novo, revolucionário e sem precedentes na História da Humanidade, porque é sustentada por uma Tecnologia de Informação aliada às melhores Práticas e Teorias de Gestão. Sem esses dois alicerces, não haveria a Gestão do Conhecimento que tanto falam por aí hoje em dia em plena Era Internet”.

Precisamos entender também a diferença entre a gestão do conhecimento e a gestão da informação: a gestão da informação visa adquirir, armazenar, processar e disponibilizar dados e informações a quem deles precisar. (Carvalho, Fábio Câmara Araújo de, p.90). Já a gestão do conhecimento, vai muito além disso, corresponde ao conjunto de ferramentas e processos desenvolvidos para obter, analisar, filtrar, armazenar, utilizar, compartilhar, desenvolver e administrar os conhecimentos que possui a organização e os indivíduos que nela trabalham ou se relacionam, de maneira a proporcionar o desenvolvimento cognitivo, elevando o capital intelectual e promovendo maior produtividade e rentabilidade na organização.

A partir do entendimento do conceito, as empresas precisam estruturar de que forma irão aplicar esse recurso estratégico, que estimula a inovação, com foco na geração de resultados. Não existe uma forma única para estruturar a Gestão do Conhecimento, mas as empresas podem aplicar por meio das atividades dos seus setores: Gestão de Pessoas, que é o responsável pelos processos de gestão de competências, feedback, carreira e reconhecimento, além da gestão de clima, equilíbrio organizacional e comunicação interna; setor de Educação, que tem por finalidade definir, controlar e operacionalizar as ações, metodologias, ferramentas e programas de educação corporativa, visando o desenvolvimento contínuo e sistemático das competências necessárias para a formação profissional dos colaboradores e o Comitê de Gestão que promove e mantém ações relacionadas a Inovação, Práticas de Gestão do Conhecimento, Gestão da Qualidade (processos) e a Gestão Estratégica nos conceitos e padrões recomendados pelas melhores práticas vigentes, bem como disseminar as mesmas no ambiente organizacional; além do setor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e da participação efetiva das lideranças.

[Crédito da Imagem: Gestão do Conhecimento – ShutterStock]

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Autor

Cristina Schnorenberger é Coordenadora de Gestão de Conhecimento da Cigam, fornecedora de software para gestão empresarial (ERP, CRM, BI, RH, BPM e Mobile).

Cristina Schnorenberger

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