Gestão de Conhecimento

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5 dicas para escolher sua plataforma de gestão de conteúdo ou CM

publicado por Rafael Cichini

5 dicas para escolher sua plataforma de gestão de conteúdo ou CMÉ muito comum deparar com empresas que, mesmo antes de definir algumas premissas básicas, já têm definidas qual será ou deverá ser a sua plataforma de gestão de conteúdo. Neste caso estou abordando plataformas de CMS (Content Management System) e não ECM (Enterprise Content Management), que apesar de terem conceitos parecidos tem finalidades completamente diferentes.

Enquanto o CMS é entendido e aplicado para projetos com perfil de conteúdos públicos ou para o mercado externo, os projetos envolvendo ECM são voltados à gestão do conhecimento interno. Algumas plataformas podem trabalhar nas duas necessidades, porém cada uma tem suas características e melhor aderência em cada tipo de projeto.

Este é o primeiro de uma série de artigos em que serão abordadas dicas para escolher sua plataforma de gestão de conteúdo. O tema é: Produto e Projeto.

  1. Produto x Projeto

    A primeira coisa a se ter em mente é: A plataforma já carrega o conceito de produto, porém ainda não está finalizado para o seu negócio. A partir daí que começa a entrar na visão de projeto.

    O produto inicial entrega uma série de features, funcionando basicamente como um grande framework para gestão de conteúdo. Este produto precisa ser lapidado para que atenda as suas necessidades de negócio. No final das contas, você precisa ter em mente que irá comprar um projeto que adaptará um produto inicial, que por fim se transformará no seu produto.

  2. Se adaptar ao produto x Adaptar o produto

    Acabamos de falar sobre o produto na dica um, porém é preciso ter cautela no que será o tal projeto para transformar o produto inicial no seu produto final. Em muitos casos o conceito de desenvolvimento de software nos deixa livre para pensar nisso e tê-lo como algo natural, mas não em uma plataforma de CMS.

    Antes de imaginar o que você quer no seu produto final, é preciso entender o que e como as possíveis soluções de CMS podem fazer. E, dessa forma, saber bem como cada uma delas poupará uma série de dores de cabeça. Portanto, tenha muito cuidado na escolha da sua plataforma de CMS, não se apegue as marcas, se apegue à sua real necessidade de negócio.

  3. MVP – Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável

    Quando falamos de produto, projeto e metas de negócio, estamos falando de algo que todos devem estar mais do que familiarizados. Estamos falando sobre mudança, e projetos e produtos de tecnologia têm uma única certeza: irão mudar.

    Neste caso este é um dos principais requisitos de um bom software. Hoje, a capacidade de mudança, a capacidade de se adaptar rapidamente a novas necessidades de negócio é essencial. Nem todos os CMS estão prontos para esta premissa básica Para ajudar a decidir, pegue seus últimos projetos e faça uma avaliação, quantos deles precisaram mudar? Qual o percentual de funcionalidades implementadas e nunca usadas ou pouco usadas?

    Você precisa ter em mente que para estar pronto para mudanças é preciso usar um conceito de experimentação e aceitação, para isso é necessário trabalhar em pequenos incrementos, pequenos lançamentos, chegar no MVP que atenda a maioria dos casos. E, após isso, avaliar friamente o que deve ser complementado após ter bem definido o seu MVP. Faça isso após ter o seu MVP já em uso. Verá que muitas coisas que imaginou serem necessárias, não fazem falta alguma para o seu produto.

  4. Visão de sucesso do seu produto

    Uma coisa muito comum é não ter claramente quais são as metas de sucesso do produto. Estamos falando de um produto, ele precisa ter vida longa, ser “escalável” e acompanhar a evolução tecnológica e acompanhar suas necessidades de negócio.

    É preciso identificar os motivos que estão o levando a trocar sua plataforma de gestão de conteúdo, ter muito claro quais são as metas de sucesso que esta nova plataforma precisa atingir, para que se olhe e consiga ter certeza de que o investimento foi bem feito e cumpriu os requisitos.

  5. Apego à marca

    Não se apegue a uma marca, fixe as metas de negócio que você precisa atingir. Quando digo marca, quero dizer que você não deve seguir uma única linguagem, um único fabricante, você precisa avaliar todas e ver qual é a que irá atingir as suas metas de sucesso.

Vamos lembrar que o objetivo de uma empresa é gerar lucro perseguindo sua missão, visão e seguindo seus próprios valores. Gerar lucro é consequência de metas bem definidas e que, por sua vez, são devidamente cumpridas. E, isso deve estar totalmente desvinculado de uma marca na escolha da sua plataforma. Você não pode ser fiel a um fabricante, você deve ser fiel a suas metas de negócio, pois elas garantem seu crescimento profissional e o crescimento da sua empresa.

[Crédito da Imagem: Gestão de Conteúdo – ShutterStock]

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Autor

Rafael Cichini é diretor de Operações da Just Digital, empresa especializada em soluções enterprise para gestão de conteúdo e search, e Vice presidente da Drupal Brasil, uma plataforma de código aberto que permite facilmente publicar e gerenciar todos os tipos de conteúdo em sites.

Rafael Cichini

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