Controle seu Risco

por Rogério Di Magalhães
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A Govenança de TI se dá para a empresa por necessidades de controle, onde é necessário ser estabelecido os indicadores que permitam o monitoramento constante e focado em certas áreas de interesse que considere estratégicas e auxiliem a tomada de decisão.

O negócio precisa ser bem conhecido pois para se ter os devidos controles será necessário que os indicadores sejam bem empregados, visando ter o maior nível de abrangência estratégica e assim obtendo maior eficiência e resultados.

Em virtude da demanda constante por controle as organizações devem empregar métodos de mensuração de processos com o intuito de avaliar sua maturidade e assim determinar seus pontos de fraqueza e/ou ameaça  e assim melhor direcionar suas atividades, através de projetos e agrupamentos de projetos que aumentem a eficiência da corporação.

Cada projeto ou grupo de projetos que surgem devem ser co-relacionados a outras matérias que permeiam o mesmo, como Gestão de Mudança, Segurança, Valor, para que assim as medidas cabíveis a cada matéria possam ser melhor geridas. Onde cada stakeholder compreenda seu papel e toda a comunicação e meios de se mitigar possíveis falhas possam ser sabidas de antemão, e assim ter-se melhores resultados em sua implementação.

Portanto cabe afirmar que a necessidade por controle, gera demanda por indicadores, que por sua vez são determinados pela governança de ti aplicada, através da avaliação da maturidade dos processos, que definem como a organização está, como ela gostaria de ser, e da avaliação de GAP surgem os projetos que devem ser implementados para se alcançar a maturidade desejada, cada projeto deve ter em seu escopo de implementação a Gestão de Mudança, Valor e de Segurança como parte integrante do mesmo, portanto é razoável afirmar que é necessário empreender a Gestão de Risco para cada ação a ser empreendida.

Os riscos de cada ação devem ser associados para que  ações de contorno e de mitigação sejam desenvolvidos para cada tarefa a ser implementada, visando uma maior eficiência dos projetos e consequentemente melhor resultado.

Assim temos a Governança de TI alinhada aos objetivos estratégicos, servindo de insumo para a geração de informações que melhor subsidiem a alta direção na sua tomada de decisão.

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2 comentários

Ivan Kallas 18 de março de 2011 - 13:22

Rogério
Vc toca num dos pontos mais difíceis de TI. A mensuração de resultados.
Minha tese tinha um tomo sobre Valores e Cultura do Desenvolvimento.
Só para mudar o conceito de stockholder para stakeholder, hoje consolidado, levamos duas décadas. Conseguimos.
Mas a mensuração de processos dinâmicos é ainda mais desafiadora.
Vamos em frente.

Rogério Di Magalhães 18 de março de 2011 - 18:15

Ivan,

Com certeza, porém a maturidade adequada para que tenhamos esses quesitos completados também é um processo.
Obter indicadores de controle, demonstrar o valor entregue e gerir os riscos são os objetivos dessa abordagem atual em Governança de TI.
“Vamos em frente”.
Muito obrigado por sua participação, acredito que discussões em torno do tema é o que gerará as dúvidas, questionamentos necessários para se mudarem os processos vigentes para um modelo mais aperfeiçoado.
Grande abraço.

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