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…e você, é quem!?!?

publicado por José Vasconcellos Dias Jr

...e você, é quem!?!?Lembram do “Profissional-de-TI-Desalocado”?

Então!? Nosso amigo está de volta ao ataque ou, melhor dizendo, de volta para contar mais uma, mesmo porque, se tem uma coisa que nosso “herói” aprendeu (e aprendeu muito bem) é que “o melhor ataque, realmente é a defesa”. Então em defesa de sua, já combalida, sanidade, aqui vai mais uma aventura – com todos os ares de desventura – do “Profissional-de-TI-Desalocado”.

Tempos atrás (e bota tempo nisso, viu!?) o “Profissional-de-TI-Desalocado” apareceu com o “causo” Bem Feito Profissional de uma Figa. Ocorre que nas “instalações” de onde nasceu esse “causo”, agora, muito tempo depois, vem mais um, “atualíssimo”, aliás, é justo dizer que, esse “causo”, foi narrado da mesa que nosso “herói” ocupa atualmente, justamente em seu primeiro dia de trabalho, na data de 1º de Abril (tudo a ver com o cara, não é mesmo!?). Então vamos lá:

Tendo sido chamado para mais uma “oportunidade profissional”, lá foi nosso amigo para mais uma tradicional sequência de entrevistas. Foram bastante interessantes, além do que, seu possível empregador mostrou-se bastante agradável e inteligente, com ideias interessantes que fizeram… (Ah! Cansa escrever isso tudo, vamos dizer o “PTID”, pronto, fica mais fácil que “Profissional-de-TI-Desalocado”, mesmo com CTRL-C/CTRL-V), vamos lá, que fizeram o “PTID” imaginar o melhor desde o início.

Após entrevistas lá foi nosso amigo para a empresa responsável pela terceirização (é ele seria contratado como “terceirizado” para uma empresa do governo), enfim, fazer exames, apresentar documentos, etc. Pediram, dentre outras tantas coisa, uma carta de referência que pareceu normal para o “PTID” (nesse momento a um passo da “alocação”), e lá foi ele, naquela outra empresa onde aconteceu o “Bem feito…”, conseguir a tal carta, afinal, apesar de quase dois anos depois, aquela empresa era a última onde nosso pobre amigo tinha experimentado a emoção de ter um trabalho remunerado (pois é! não estava fácil para ele, não!).

Pelo tempo do outro “causo”, nosso amigo chegou procurando conhecidos, pessoas de sua época, daqueles “dois longos meses” naquele lugar. E não encontrou ninguém, ao menos ninguém que quisesse vê-lo, talvez. Ainda assim, procurou com quem resolver a questão da tal carta de referência, pois não via problemas, afinal, no tempo que ficou naquela empresa, conseguiu resolver problemas que impactavam muito e por muito tempo toda uma equipe (não foi nada demais, se você leu o outro “causo”, viu que não passou de uma situação onde ele sabia o que era de sua alçada saber), então existia um bom histórico a seu favor.

Foi no, agora, setor de TI falar com aquele que parecia ser o responsável pela atual equipe, um cara até simpático que o recebeu bem e ouviu com atenção a narrativo do nosso “herói”.

Depois de conhecer a situação e o pedido simples do “PTID”, o funcionário daquela empresa (que estava com ares de “nova empresa”), pediu licença para ir falar com seus superiores (!) em busca da carta. Passado algum tempo, algo em torno de 15 ou 20 minutos, que pareceram 10 ou 15 anos para o “PTID”, volta o dito e, olhando para nosso “herói”, pergunta:

“- Seu nome, mesmo!?”

Conhecedor dos sinais, nosso amigo, já ensaiando alguma decepção em seu íntimo, respondeu:

“-Fulano!” (Que foi? Achou que eu iria colocar um nome aqui!?… O meu, talvez?)

“- Então!? Sabe o que é?” – balbuciou aquele tal responsável – “Ocorre que… o nosso RH… ele não tem nenhuma referência a você!”

O “PTID”, prendeu o ar nos pulmões, sorriu e disse:

“- Provavelmente porque fiquei apenas dois meses aqui e recebi os salários como PJ em notas fiscais avulsas!”

“- Pois é! Não podemos dar essa carta que você está pedindo!” – retrucou o funcionário, acanhado.

Nosso amigo sorriu, olhou para o sujeito que estava visivelmente constrangido pela situação, e disse:

“- Você está entendendo o que está acontecendo, não é!? Você ouviu toda minha história e, até por trabalhar aqui e com as ferramentas que descrevi, sabe que foi isso mesmo o que aconteceu, não é!?”

“- Mas… eu… quero dizer, o RH não pode fazer nada sem ter registros da sua passagem por aqui. Desculpe!” – encolheu-se o outro.

Nosso amigo saiu de lá na dúvida se sorria, gargalhava ou emudecia perplexo (ou chocado). Preferiu nos contar mais um “causo”.

Até qualquer dia!

Às ordens!

[Crédito das Imagens: Quem é você – ShutterStock]

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Autor

Graduação em Análise de Sistemas – UNESA/RJ e Pós-Graduação em SGBD com ênfase em ORACLE – IESB (fazendo o TCC); Mais de 25 anos de experiência em ambientes de TI. Atuou como DBA CACHÉ em vários clientes com projetos de migração no RJ e em SP. Atuando como free-lance em computação gráfica, desenvolveu animações para comerciais, vídeos institucionais e programas de treinamento, em 3D Studio e 3D MAX. Elaborou manuais técnicos para atender necessidades de usuários em plataformas variadas em diferentes clientes. Mudou-se para Brasília em 2006 iniciando atividade como DBA CACHÉ no projeto PMTUAS para a SES-DF, na CODEPLAN onde interagiu com vários de DBAs de plataformas diferentes, depois atuou em outras atividades de TI em algumas empresas no DF, como analista de sistemas e, também, DBA. Participou de vários cursos preparatórios em ferramentas diversas e bancos de dados. Colabora periodicamente com textos e impressões em diversos sites.

José Vasconcellos Dias Jr

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